

001 -
FILHOS................................ DOS PLANOS...DOS PROJETOS... DOS
ESBOÇOS...
002 - QUANDO FLORA
O IPÊ..10/08/2021 PORTAL.....COMO É BONITO VER I IPÊ QUE FLORA,
003 - HA!...O
AMOR....................... O AMOR, ÀS VEZES, CHEGA DE MANSINHO
004 -
COLO.................................. O CHORO PROLONGADO DA CRIANÇA
005 - DORES DE
AMOR.......09/08/2021 PORTAL....... DORES DE AMOR É MAL QUE NÃO SE EVITA,
006 - NUNCA MAIS . 21/04/2021..................... O AMOR É SEMPRE CHEIO DE SEGREDOS.
007 - SEREMOS
MORTAIS ...Mirian Warttucsh....O MEU POETA JÁ FICOU GRISALHO?
008 -
009 - AH!...
O TEMPO................... O TEMPO É IGUAL AREIA
010 - ALMA
DE MULHER ............. O QUE MAIS ENTRISTECE UMA MULHER ,
011 - DOCES BRUXOS
................. PORQUE OS POETAS CONSTANTEMENTE,
012
- DESPERDÍCIO ......27/06/2021 PÁGIAN JENÁRIO DE
FATIMA..... COMO É DOIDO TANTO AMOR NO PEITO.
013 - CURVAS
DO TEMPO ........... O TEMPO QUE NÓS NUNCA...NUNCA TEMOS.
014 - COISAS
SIMPLES .......17/07/2021 //PORTAL E OUTROS.......... GOSTO DAS COISAS SIMPLES, BEM SINGELAS.
015 -
COADJUVANTE..................... COMO É DOÍDO VER O QUANTO ESQUIVAS
016 - CANÇÃO PRA
DIZER"TEAMO"........COMO PODE TUDO SER TÃO COMPLICADO.
017 - ARRIBAÇÃO
........................... SOU FEITO ASSIM, AQUELA AVE MIGRATÓRIA.
018 - ADÁGIO
............................ "PORQUE A ESPERANÇA É A ÚLTIMA QUE
MORRE".
019 - COM QUEM
SONHAS ..... COM QUEM SONHAS, GAROTA, COM QUEM SONHAS?
020 -
ALEGRIA PLENA .................. BOM DIA MOÇA BONITA
021 - DIA DA
POESIAS ( 14 DE MARÇO ) .....HOJE É DIA NASCIONAL DA POESIAS....
022 - ENLEIO
.................................. NO AMOR ÀS VEZES NÓS MENTIMOS TANTO,
023 - DOS VÃOS DE
MINHAS JANELAS...27/07/2021 PORTAL...DOS VÃO DE MINHAS JANELAS ENXERGO
024 -
ESCOLHA...........................HOUVE UM TEMPO, QUE OS DUENDES E AS FADAS,
025 - ÚLTIMA
MORADA............... OLHANDO À NOITE NO UNIVERSO ESCURO,
026 -
ONDE?.....................................ONDE QUE ANDA ESTES DOCES OLHINHOS?
027 - CICATRIZES
................. COMPONHO MÚSICAS PRA NINGUÉM OUVIR
028 -
ACALANTO ............... SONHEI UM SONHO, E NESTE SONHO HAVIA.
029 - VOLTA POR
CIMA ? .28/06/2021 PORTAL PG. J. DE FÁTIMA.............. TROPEÇAR E
CAIR...QUEBRAR A CARA....
030 - NUNCA
MAIS........
031 -
CONSTRUTOR DE SONHO
032- FÁBULA
033 - AMOR E
ÓDIO
034 - ...NUNCA
MAIS! ..........O AMOR É SEMPRE CHEIO DE SEGREDOS.
035 - .........O
AMOR É O MAIS BELO DOAS SENTIMENTO
036- ...........
OAMOR AS VEZES CHEGA DE MANSINHO
037- PLANOS
......
038 - PRA
REFLETIR.........
039 - QUANTA
IMAGINAÇÃO.......
040 - SABENÇAS
..........
041 -
SAUDADE ..............PORQUE SERÁ QUE A TAL SAUDADE EXISTE?
042 - TANTO
AMOR...........
043 - TANTA LUZ
........
044 - VAZIO
............HOJE O MEU CORAÇÃO ESTÁ ASSIM VAZIO?
045 - QUASE
NADA..............DO BEM POUCO QUE ME RESTA
046 - MUTAÇÃO
...
047 - COISAS
SIMPLES
048 - ONDE
ESTÁ?
049 - CLONE
050 - COM QUEM
SONHAS? 28/07/2021PORTAL----
051 - COISAS DA
PELE
052 - COADJUVANTE
053 -
CERTEZA
054 - CANÇÃO PRA
DIZER TEAMO
055 - DOCE
BRUXO
056 -
ILUSÕES
057 - MULHER
MADURA
058 - ME DIZ
..........HOJE O SEU CORAÇÃO ESTA ASSIM VAZIO?
059 - NUAÇAS
060 - GIRA
MUNDO
061 - FÁBULA
062 - FIM DE CASO
063 - VOLTA POR CIMA? 28/06/2021 PORTA// PG. J. DE FÁTIMA
064 - AMOR É TUDO
065 AMOR ETERNO
066 - A FLOR DA PELE
067 - TORMENTA
068 - GOTAS DE ESPERANÇA
069 - AMOR É ESTRANHO
070 - AMOR EM ESTADO BRUTO
071 - MEL
........29/07/2021 PORTAL........... VOU ROUBAR SEU BEIJO, ORA SE VOU!...
072 -
073 OUTROS MUNDOS
074 - OUTRAS VIDAS
075 - ONDE ANDAS KARLA
JULIA?
076 - VOCÊ OLHANDO O MAR
077 - RIMANEJAR
078 - SEGREDO
079 - SINOPSE
080 - SINA
081 - SER LOUCO
082 - SERÁ?
083 -
084 - REFLEXÃO
085 - VERSOS DE
AMOR............PORQUE SERÁ QUE ALGUNS VERSOS DE AMOR,
086 - POR TI
087 CHEGA...CHEGA...CHEGA...
088 - PELE DE CORDIERO
089 - SOU FEITO ASSIM,
AQUELA AVE...
090 - SONETO AO POETA
091 - POETA LUA
092 - POR QUANTAS E POR
QUANTAS
093 - POR CIÚMES ÁS VEZES
NÓS ...
094 - O MEU CORAÇÃO É UM
IMENSO...
095 - O MEU ROSTO ESTÁ
MANCHADO....
096 - NO ANGELUS DE
CADA DIA
097 -
098 - DOI-ME VER AQUELE
CÃO...
099 - NO MEU TEMPO, MUITAS
CRIANÇAS....
100 - FOI PRECISO UMA
PANDEMIA....
101 - SIMPLEMENTE JENÁRIO...
102 -
103 - EMTRE LUZ E
SOMBRAS
104 - O HOMEM
105 - SONETO AO POETA J. DE
FÁTIMA
106 -
107 ENCONTRO
108 - SINA - EU SOU A LUA
109 - SONHO CONTIOG -COM
QUEM SONHA?
110 - SONHO
111 - MEU SONHO
112 - BEIJO DE AMOR (
GRACIELEIS ALVES)
113 - O TEMPO
114 - TANTO AMOR
.........PORQUE TE AGITA CORAÇÃO MAGOADO?
115 -

( 001 )
26/11/2020 PORTAL// AMIGOS
FILHOS
( 001 )
26/11/2020 PORTAL// AMIGOS
FILHOS
Os planos... Dos projetos... Dos esboços...
Dos sonhos que um dia nós fizemos.
De tudo que a nós mesmos prometemos,
As vezes com enormes alvoroços...
Ficaram os filhos... os filhos nossos
A única coisa boa que tivemos
Porque o resto, tudo já perdemos
Nesse nosso mundinho em mil destroços.
Por isso sempre a cada nova briga
Algo bem mais se firma e se arraiga
E dela se escapar jamais podemos.
Se nossos destemperos vão e vem,
Eles merecem mais que os pais que têm
... E nós é que jamais os merecemos...
FILHOS
( 001 )
FILHOS
FILHOS
Jenario de Fatima *
Dos planos... Dos projetos... Dos esboços...
Dos sonhos que um dia nós fizemos.
De tudo que a nós mesmos prometemos,
As vezes com enormes alvoroços...
Ficaram os filhos... os filhos nossos
A única coisa boa que tivemos
Porque o resto, tudo já perdemos
Nesse nosso mundinho em mil destroços.
Por isso sempre a cada nova briga
Algo bem mais se firma e se arraiga
E dela se escapar jamais podemos.
Se nossos destemperos vão e vem,
Eles merecem mais que os pais que têm
... E nós é que jamais os merecemos...
Jenario de Fatima *
FILHOS
Dos planos... Dos projetos... Dos esboços...
Dos sonhos que um dia nós fizemos.
De tudo que a nós mesmos prometemos,
As vezes com enormes alvoroços...
Ficaram os filhos... os filhos nossos
A única coisa boa que tivemos
Porque o resto, tudo já perdemos
Nesse nosso mundinho em mil destroços.
Por isso sempre a cada nova briga
Algo bem mais se firma e se arraiga
E dela se escapar jamais podemos.
Se nossos destemperos vão e vem,
Eles merecem mais que os pais que têm
... E nós é que jamais os merecemos...
FILHOS
FILHOS
* Jenario de Fatima *
Dos planos... Dos projetos... Dos esboços...
Dos sonhos que um dia nós fizemos.
De tudo que a nós mesmos prometemos,
As vezes com enormes alvoroços...
Ficaram os filhos... os filhos nossos
A única coisa boa que tivemos
Porque o resto, tudo já perdemos
Nesse nosso mundinho em mil destroços.
Por isso sempre a cada nova briga
Algo bem mais se firma e se arraiga
E dela se escapar jamais podemos.
Se nossos destemperos vão e vem,
Eles merecem mais que os pais que têm
... E nós é que jamais os merecemos...
FILHOS
* Jenario de Fatima *
Dos planos... Dos projetos... Dos esboços...
Dos sonhos que um dia nós fizemos.
De tudo que a nós mesmos prometemos,
As vezes com enormes alvoroços...
Ficaram os filhos... os filhos nossos
A única coisa boa que tivemos
Porque o resto, tudo já perdemos
Nesse nosso mundinho em mil destroços.
Por isso sempre a cada nova briga
Algo bem mais se firma e se arraiga
E dela se escapar jamais podemos.
Se nossos destemperos vão e vem,
Eles merecem mais que os pais que têm
... E nós é que jamais os merecemos...
FILHOS
* Jenario de Fatima *
Dos planos... Dos projetos... Dos esboços...
Dos sonhos que um dia nós fizemos.
De tudo que a nós mesmos prometemos,
As vezes com enormes alvoroços...
Ficaram os filhos... os filhos nossos
A única coisa boa que tivemos
Porque o resto, tudo já perdemos
Nesse nosso mundinho em mil destroços.
Por isso sempre a cada nova briga
Algo bem mais se firma e se arraiga
E dela se escapar jamais podemos.
Se nossos destemperos vão e vem,
Eles merecem mais que os pais que têm
... E nós é que jamais os merecemos...
QUANDO FLORA O IPÊ
* Jenario de Fatima *
Como é bonito ver o ipê que flora,
Pelo cerrado neste mês de agosto.
Com tanta seca, tanto cinza exposto
E tanta aridez pelo campo afora,
O Amarelo-Roxo, abre, revigora
Feito um doce alento a bater no rosto
Como se Deus ali tivesse posto
Um sopro de vida, num mundo que chora.
Vendo o cerrado, penso agora em mim!
Ando distorcido, ando tão descrente
Como há muito tempo, não me via assim.
Mas minha cabeça, esperançosa vê,
Que no meio de tudo in-sis-ten-te-men-te,
...Flora bem distante... Pequenino ipê...
QUANDO FLORA O IPÊ
* Jenario de Fatima *
Como é bonito ver o ipê que flora,
Pelo cerrado neste mês de agosto.
Com tanta seca, tanto cinza exposto
E tanta aridez pelo campo afora,
O Amarelo-Roxo, abre, revigora
Feito um doce alento a bater no rosto
Como se Deus ali tivesse posto
Um sopro de vida, num mundo que chora.
Vendo o cerrado, penso agora em mim!
Ando distorcido, ando tão descrente
Como há muito tempo, não me via assim.
Mas minha cabeça, esperançosa vê,
Que no meio de tudo in-sis-ten-te-men-te,
...Flora bem distante... Pequenino ipê...
( 002 )
Quando flora o ipê
Como é bonito ver o ipê que flora
Pelo cerrado.no mês de agosto,
Com tanta seca, tanto cinza exposto
Tanta aridez pelo campo afora
O amarelo-roxo, abre, revigora,
Feito um doce alento a bater.no rosto
Como se Deus, ali tivesse posto
Um sopro de riso, num mundo que chora.
Olhando o cerrado, penso agora em mim
Ando tão descrente, ando tão carente
Como há muito tempo não me via assim
Mas minha cabeça esperançosa vê
Que em meio a tudo insistentemente
Flora bem distante, majestoso ipê.
Quando flora o ipê
( 002 )
Quando flora o ipê
( 002 )
Quando flora o ipê
( 003 )
AH!...O AMOR...
* Jenário de Fátima *
O amor, às vezes, chega de mansinho
e vai tomando todos os espaços.
Enche de risos nossos rijos traços
Cobre de luz o breu de nosso ninho.
Ao retirar as pedra do caminho...
Dá segurança que nos guia os passos.
Inebriados, nossos olhos baços,
só enxerga as rosas e nunca espinhos.
Até que um dia, sem nenhum aviso
ele se vai sem ter qualquer razão
levando a cor, a luz, o passo, o riso
deixando a vida sem nenhum sentido
e ainda aquela triste sensação
que era melhor não tê-lo conhecido.
( 003 )
AH!...O AMOR...
* Jenário de Fátima *
( 003 )
AH!...O AMOR...
* Jenário de Fátima *
O amor, às vezes, chega de mansinho
e vai tomando todos os espaços.
Enche de risos nossos rijos traços
Cobre de luz o breu de nosso ninho.
Ao retirar as pedra do caminho...
Dá segurança que nos guia os passos.
Inebriados, nossos olhos baços,
só enxerga as rosas e nunca espinhos.
Até que um dia, sem nenhum aviso
ele se vai sem ter qualquer razão
levando a cor, a luz, o passo, o riso
deixando a vida sem nenhum sentido
e ainda aquela triste sensação
que era melhor não tê-lo conhecido.
( 003 )
AH!...O AMOR...
* Jenário de Fátima *
O amor, às vezes, chega de mansinho
e vai tomando todos os espaços.
Enche de risos nossos rijos traços
Cobre de luz o breu de nosso ninho.
Ao retirar as pedra do caminho...
Dá segurança que nos guia os passos.
Inebriados, nossos olhos baços,
só enxerga as rosas e nunca espinhos.
Até que um dia, sem nenhum aviso
ele se vai sem ter qualquer razão
levando a cor, a luz, o passo, o riso
deixando a vida sem nenhum sentido
e ainda aquela triste sensação
que era melhor não tê-lo conhecido.
( 003 )
AH!...O AMOR...
* Jenário de Fátima *
O amor, às vezes, chega de mansinho
e vai tomando todos os espaços.
Enche de risos nossos rijos traços
Cobre de luz o breu de nosso ninho.
Ao retirar as pedra do caminho...
Dá segurança que nos guia os passos.
Inebriados, nossos olhos baços,
só enxerga as rosas e nunca espinhos.
Até que um dia, sem nenhum aviso
ele se vai sem ter qualquer razão
levando a cor, a luz, o passo, o riso
deixando a vida sem nenhum sentido
e ainda aquela triste sensação
que era melhor não tê-lo conhecido.
(( 004 ))
( 004 )
COLO
* Jenario de Fátima *
O choro prolongado da criança
Me acorda. A noite é muito...muito fria.
Lá fora o vento bate, rodopia
Nas frestas da vidraça, que balança.
Aí faço uma viagem na lembrança,
A um tempo, que se noite assim havia,
Mamãe se levantava...me cobria
Naquela sua forma terna e mansa.
Por que será que um dia nós crescemos?
Por que será que o tempo leva embora,
Momentos de ternura que tivemos?
Divago... nos cobertores me enrolo.
Que bom!... pois a criança não mais chora!
Eu só, que fico assim!...querendo colo.
COLO
* Jenario de Fátima *
O choro prolongado da criança
Me acorda. A noite é muito...muito fria.
Lá fora o vento bate, rodopia
Nas frestas da vidraça, que balança.
Aí faço uma viagem na lembrança,
A um tempo, que se noite assim havia,
Mamãe se levantava...me cobria
Naquela sua forma terna e mansa.
Por que será que um dia nós crescemos?
Por que será que o tempo leva embora,
Momentos de ternura que tivemos?
Divago... nos cobertores me enrolo.
Que bom!... pois a criança não mais chora!
Eu só, que fico assim!...querendo colo.
(( 004 ))
COLO
* Jenario de Fátima *
O choro prolongado da criança
Me acorda. A noite é muito...muito fria.
Lá fora o vento bate, rodopia
Nas frestas da vidraça, que balança.
Aí faço uma viagem na lembrança,
A um tempo, que se noite assim havia,
Mamãe se levantava...me cobria
Naquela sua forma terna e mansa.
Por que será que um dia nós crescemos?
Por que será que o tempo leva embora,
Momentos de ternura que tivemos?
Divago... nos cobertores me enrolo.
Que bom!... pois a criança não mais chora!
Eu só, que fico assim!...querendo colo.
COLO
* Jenario de Fátima *
O choro prolongado da criança
Me acorda. A noite é muito...muito fria.
Lá fora o vento bate, rodopia
Nas frestas da vidraça, que balança.
Aí faço uma viagem na lembrança,
A um tempo, que se noite assim havia,
Mamãe se levantava...me cobria
Naquela sua forma terna e mansa.
Por que será que um dia nós crescemos?
Por que será que o tempo leva embora,
Momentos de ternura que tivemos?
Divago... nos cobertores me enrolo.
Que bom!... pois a criança não mais chora!
Eu só, que fico assim!...querendo colo.
(( 004 ))
( 004 )
COLO
* Jenario de Fátima *
O choro prolongado da criança
Me acorda. A noite é muito...muito fria.
Lá fora o vento bate, rodopia
Nas frestas da vidraça, que balança.
Aí faço uma viagem na lembrança,
A um tempo, que se noite assim havia,
Mamãe se levantava...me cobria
Naquela sua forma terna e mansa.
Por que será que um dia nós crescemos?
Por que será que o tempo leva embora,
Momentos de ternura que tivemos?
Divago... nos cobertores me enrolo.
Que bom!... pois a criança não mais chora!
Eu só, que fico assim!...querendo colo.
(( 004 ))
( 004 )
COLO
* Jenario de Fátima *
O choro prolongado da criança
Me acorda. A noite é muito...muito fria.
Lá fora o vento bate, rodopia
Nas frestas da vidraça, que balança.
Aí faço uma viagem na lembrança,
A um tempo, que se noite assim havia,
Mamãe se levantava...me cobria
Naquela sua forma terna e mansa.
Por que será que um dia nós crescemos?
Por que será que o tempo leva embora,
Momentos de ternura que tivemos?
Divago... nos cobertores me enrolo.
Que bom!... pois a criança não mais chora!
Eu só, que fico assim!...querendo colo.
https://ahiddenkissbehindeverysmile.tumblr.com/archive
( 005 )
DORES DE AMOR
* Jenário de Fátima *
Dores de amor é mal que não se evita,
Que não se corta, mal que não se doma.
Quando acontece, rouba, furta, toma
Toda alegria que num peito habita.
A partir dele tudo se conflita.
Tudo embolora, tudo perde o aroma.
Um mal que chega e ao primeiro sintoma
Um caos se desmorona n´alma aflita
Somente o tempo a este mal dá cura,
Mas entrementes, cola em nossos traços,
Profundas rugas, marcas da tortura,
De quando a dor delimitava espaços,
E quando sai deixa a triste figura,
De muitos sonhos feitos aos pedaços
(006)
NUNCA MAIS...
*JENARIO DE FATIMA*
O amor é sempre cheio de segredos.
Coberto de tão doce Fantasia.
Escorre as vezes pelos vãos dos dedos
quando prendê-lo era o que se queria.
As vezes té parece algum brinquedo
destes que só duram por um dia.
E quase sempre tem um doce azedo
quando em mais frágeis ele se refugia.
Porém o amor em formas verdadeiras,
o qual se sonha todos os casais,
que vai além das regras costumeiras.
das coisas tão comuns e tão normais,
este que vale pela vida inteira.
só chega uma vez... E nunca mais!
( 007 )
SEREMOS IMORTAIS
Mírian Warttucsh
O meu poeta já ficou grisalho?
Não é do tempo que já se passou..
Como já disse, um dia, "O Caboclinho":
Foi a lua quem beijou e prateou...
Faltou dinheiro para o meu poeta?
Ele não liga e nem dá importância.
O que lhe importa são os seus sonetos
Que agora faz comigo, em consonância.
Nós somos ricos, assim, em emoção,
Se unimos rimas em nosso coração..
Fazer poemas de amor,nossa paixão maior!
Como curtir uma emoção, sabemos nós, de cór...
Ao sonhar que um dia, sejamos imortais...
Quem é que vai ligar pra bens materiais?
( 008 )
Dores de amor é mal que não se evita,
Que não se corta, mal que não se doma.
Quando acontece, rouba, furta, toma
Toda alegria que num peito habita.
A partir dele tudo se conflita.
Tudo embolora, tudo perde o aroma.
Um mal que chega e ao primeiro sintoma
Um caos se desmorona n´alma aflita
Somente o tempo a este mal dá cura,
Mas entrementes, cola em nossos traços,
Profundas rugas, marcas da tortura,
De quando a dor delimitava espaços,
E quando sai deixa a triste figura,
De muitos sonhos feitos aos pedaços.
©Jenário de Fatima
( 008 )
( 008 )
( 008 )
( 008 )
( 008 )
( 009 )
Ah!... O tempo
O tempo é igual areia
Que escorre nos vãos dos dedos
Às vezes vem alardeia
Para que tenhamos medo.
Mas logo dá volta e meia
Nos encanta em mil segredos
E traz junto a lua cheia
Sobre a copa do arvoredo...
Porem sempre tem um drama.
Se estamos com quem se ama
Ele é veloz esvoaça.
Mas se esse alguém vai embora
A saudade nos devora,
E o tempo nunca passa.
Jenario de Fatima
( 009 )
Ah!... O tempo
O tempo é igual areia
Que escorre nos vãos dos dedos
Às vezes vem alardeia
Para que tenhamos medo.
Mas logo dá volta e meia
Nos encanta em mil segredos
E traz junto a lua cheia
Sobre a copa do arvoredo...
Porem sempre tem um drama.
Se estamos com quem se ama
Ele é veloz esvoaça.
Mas se esse alguém vai embora
A saudade nos devora,
E o tempo nunca passa.
Jenario de Fatima
( 009 )
Ah!... O tempo
O tempo é igual areia
Que escorre nos vãos dos dedos
Às vezes vem alardeia
Para que tenhamos medo.
Mas logo dá volta e meia
Nos encanta em mil segredos
E traz junto a lua cheia
Sobre a copa do arvoredo...
Porem sempre tem um drama.
Se estamos com quem se ama
Ele é veloz esvoaça.
Mas se esse alguém vai embora
A saudade nos devora,
E o tempo nunca passa.
Jenario de Fatima
( 010 )
Alma de mulher
O que mais entristece uma mulher,
Não é a luta árdua, o dia a dia.
Não é dos filhos ouvir a gritaria,
Não é só dormir na hora que der...
O que mais entristece uma mulher
Não é o morrer de um sonho ou fantasia
Não é se ter, do lado a companhia
Que nem repare naquilo que ela quer.
O que mais entristece uma mulher
É ver o tempo de um jeito qualquer
Aos poucos lentamente ser perdido
E que às vezes mesmo tão cansada
Ela se sente alguém sem fazer nada
Que poderia ser mais do que tem sido.
Jenario de Fatima
( 010 )
Alma de mulher
O que mais entristece uma mulher,
Não é a luta árdua, o dia a dia.
Não é dos filhos ouvir a gritaria,
Não é só dormir na hora que der...
O que mais entristece uma mulher
Não é o morrer de um sonho ou fantasia
Não é se ter, do lado a companhia
Que nem repare naquilo que ela quer.
O que mais entristece uma mulher
É ver o tempo de um jeito qualquer
Aos poucos lentamente ser perdido
E que às vezes mesmo tão cansada
Ela se sente alguém sem fazer nada
Que poderia ser mais do que tem sido.
Jenario de Fatima
( 010 )
21/04/2020 PORTAL / RECANTO/ AMIGOS/ POETA
Alma de mulher
O que mais entristece uma mulher,
Não é a luta árdua, o dia a dia.
Não é dos filhos ouvir a gritaria,
Não é só dormir na hora que der...
O que mais entristece uma mulher
Não é o morrer de um sonho ou fantasia
Não é se ter, do lado a companhia
Que nem repare naquilo que ela quer.
O que mais entristece uma mulher
É ver o tempo de um jeito qualquer
Aos poucos lentamente ser perdido
E que às vezes mesmo tão cansada
Ela se sente alguém sem fazer nada
Que poderia ser mais do que tem sido.
Jenario de Fatima
( 010 )
Alma de mulher
O que mais entristece uma mulher,
Não é a luta árdua, o dia a dia.
Não é dos filhos ouvir a gritaria,
Não é só dormir na hora que der...
O que mais entristece uma mulher
Não é o morrer de um sonho ou fantasia
Não é se ter, do lado a companhia
Que nem repare naquilo que ela quer.
O que mais entristece uma mulher
É ver o tempo de um jeito qualquer
Aos poucos lentamente ser perdido
E que às vezes mesmo tão cansada
Ela se sente alguém sem fazer nada
Que poderia ser mais do que tem sido.
Jenario de Fatima
( 010 )
Alma de mulher
O que mais entristece uma mulher,
Não é a luta árdua, o dia a dia.
Não é dos filhos ouvir a gritaria,
Não é só dormir na hora que der...
O que mais entristece uma mulher
Não é o morrer de um sonho ou fantasia
Não é se ter, do lado a companhia
Que nem repare naquilo que ela quer.
O que mais entristece uma mulher
É ver o tempo de um jeito qualquer
Aos poucos lentamente ser perdido
E que às vezes mesmo tão cansada
Ela se sente alguém sem fazer nada
Que poderia ser mais do que tem sido.
Jenario de Fatima
( 010 )
Alma de mulher
O que mais entristece uma mulher,
Não é a luta árdua, o dia a dia.
Não é dos filhos ouvir a gritaria,
Não é só dormir na hora que der...
O que mais entristece uma mulher
Não é o morrer de um sonho ou fantasia
Não é se ter, do lado a companhia
Que nem repare naquilo que ela quer.
O que mais entristece uma mulher
É ver o tempo de um jeito qualquer
Aos poucos lentamente ser perdido
E que às vezes mesmo tão cansada
Ela se sente alguém sem fazer nada
Que poderia ser mais do que tem sido.
Jenario de Fatima
( 010 )
Alma de mulher
O que mais entristece uma mulher,
Não é a luta árdua, o dia a dia.
Não é dos filhos ouvir a gritaria,
Não é só dormir na hora que der...
O que mais entristece uma mulher
Não é o morrer de um sonho ou fantasia
Não é se ter, do lado a companhia
Que nem repare naquilo que ela quer.
O que mais entristece uma mulher
É ver o tempo de um jeito qualquer
Aos poucos lentamente ser perdido
E que às vezes mesmo tão cansada
Ela se sente alguém sem fazer nada
Que poderia ser mais do que tem sido.
Jenario de Fatima
( 011 )
Doces bruxos
Porque os poetas constantemente,
Quando riscam seus versos e os escrevem.
Parece que saciam e se servem,
Das coisas que vão lá dentro da gente?
Tomam o interior da nossa mente
Sem que ninguém os vejam e observem
Escolhem aquilo que acham e devem
E vão contando tudo abertamente?
Quantas vezes, por entre as linhas tortas
De um bruxo destes que se diz poeta,
Vemos algumas coisas nossas mortas,
Como um amor, sonho ou esperança finda.
Algo que nos machuca e nos inquieta
Mas no entanto vamos ler, reler ainda?
Jenario de Fátima
11/12/07 23,30 hs
( 012 )
DESPERDÍCIO
Jenário de Fátima
Como é doido tanto amor no peito.
Guardado a espera de que alguém o queira.
Preso, estocado pela vida inteira
Armazenado sem nenhum proveito.
Porque será que é sempre deste jeito?
Porque será que justo quem mais ama,
Quem tem o amor como uma ardente chama
Nunca usufrui o que é seu por direito?
Porque será que a vida não dá chances
A quem procura tão somente as cenas
D'algum amor igual ao dos romances?
Sei não... Só sei que isso tudo finda um dia,
Ao ver que amor assim existe apenas
Nas rimas que um poeta fantasia!
( 012 )
DESPERDÍCIO
Jenário de Fátima
Como é doido tanto amor no peito.
Guardado a espera de que alguém o queira.
Preso, estocado pela vida inteira
Armazenado sem nenhum proveito.
Porque será que é sempre deste jeito?
Porque será que justo quem mais ama,
Quem tem o amor como uma ardente chama
Nunca usufrui o que é seu por direito?
Porque será que a vida não dá chances
A quem procura tão somente as cenas
D'algum amor igual ao dos romances?
Sei não... Só sei que isso tudo finda um dia,
Ao ver que amor assim existe apenas
Nas rimas que um poeta fantasia!
( 012 )
01/04/2021 PORTAL / AMIGOS
03/01/2020 * POETA/ AMIGOS/ PAGINA
DESPERDÍCIO
Jenário de Fátima
Como é doido tanto amor no peito.
Guardado a espera de que alguém o queira.
Preso, estocado pela vida inteira
Armazenado sem nenhum proveito.
Porque será que é sempre deste jeito?
Porque será que justo quem mais ama,
Quem tem o amor como uma ardente chama
Nunca usufrui o que é seu por direito?
Porque será que a vida não dá chances
A quem procura tão somente as cenas
D'algum amor igual ao dos romances?
Sei não... Só sei que isso tudo finda um dia,
Ao ver que amor assim existe apenas
Nas rimas que um poeta fantasia!
01/04/2021 PORTAL / AMIGOS
( 012 )
03/01/2020 * POETA/ AMIGOS/ PAGINA
DESPERDÍCIO
Jenário de Fátima
Como é doido tanto amor no peito.
Guardado a espera de que alguém o queira.
Preso, estocado pela vida inteira
Armazenado sem nenhum proveito.
Porque será que é sempre deste jeito?
Porque será que justo quem mais ama,
Quem tem o amor como uma ardente chama
Nunca usufrui o que é seu por direito?
Porque será que a vida não dá chances
A quem procura tão somente as cenas
D'algum amor igual ao dos romances?
Sei não... Só sei que isso tudo finda um dia,
Ao ver que amor assim existe apenas
Nas rimas que um poeta fantasia!
01/04/2021 PORTAL / AMIGOS
( 012 )
03/01/2020 * POETA/ AMIGOS/ PAGINA
DESPERDÍCIO
Jenário de Fátima
Como é doido tanto amor no peito.
Guardado a espera de que alguém o queira.
Preso, estocado pela vida inteira
Armazenado sem nenhum proveito.
Porque será que é sempre deste jeito?
Porque será que justo quem mais ama,
Quem tem o amor como uma ardente chama
Nunca usufrui o que é seu por direito?
Porque será que a vida não dá chances
A quem procura tão somente as cenas
D'algum amor igual ao dos romances?
Sei não... Só sei que isso tudo finda um dia,
Ao ver que amor assim existe apenas
Nas rimas que um poeta fantasia!
( 01/04/2021 PORTAL / AMIGOS
(( 012 ))
03/01/2020 * POETA/ AMIGOS/ PAGINA
DESPERDÍCIO
Jenário de Fátima
Como é doido tanto amor no peito.
Guardado a espera de que alguém o queira.
Preso, estocado pela vida inteira
Armazenado sem nenhum proveito.
Porque será que é sempre deste jeito?
Porque será que justo quem mais ama,
Quem tem o amor como uma ardente chama
Nunca usufrui o que é seu por direito?
Porque será que a vida não dá chances
A quem procura tão somente as cenas
D'algum amor igual ao dos romances?
Sei não... Só sei que isso tudo finda um dia,
Ao ver que amor assim existe apenas
Nas rimas que um poeta fantasia!
( 013 )
Curvas do tempo.
. Jenario de Fátima
O tempo que nós nunca...nunca temos.
Envoltos sempre em louca correria.
Mistura horas da noite com as do dia
E consequentemente nós nem vemos.
Nas danças dos projetos que fazemos,
Seja de qual tamanho, qual valia,
Seja de pés no chão, de fantasia
É sempre contra o tempo que corremos.
Assim se passa o tempo, o tempo passa
Tudo se confunde, mistura entrelaça,
Buscando o tempo a fuga pros deslizes.
Até que na velhice, nós notamos
Que o que mais importava nós não damos
...Um tempo apenas só pra ser felizes!...
. Brasília, 25-08-06
( 013 )
Curvas do tempo.
. Jenario de Fátima
O tempo que nós nunca...nunca temos.
Envoltos sempre em louca correria.
Mistura horas da noite com as do dia
E consequentemente nós nem vemos.
Nas danças dos projetos que fazemos,
Seja de qual tamanho, qual valia,
Seja de pés no chão, de fantasia
É sempre contra o tempo que corremos.
Assim se passa o tempo, o tempo passa
Tudo se confunde, mistura entrelaça,
Buscando o tempo a fuga pros deslizes.
Até que na velhice, nós notamos
Que o que mais importava nós não damos
...Um tempo apenas só pra ser felizes!...
. Brasília,25-08-06
( 013 )
Curvas do tempo.
. Jenario de Fátima
O tempo que nós nunca...nunca temos.
Envoltos sempre em louca correria.
Mistura horas da noite com as do dia
E consequentemente nós nem vemos.
Nas danças dos projetos que fazemos,
Seja de qual tamanho, qual valia,
Seja de pés no chão, de fantasia
É sempre contra o tempo que corremos.
Assim se passa o tempo, o tempo passa
Tudo se confunde, mistura entrelaça,
Buscando o tempo a fuga pros deslizes.
Até que na velhice, nós notamos
Que o que mais importava nós não damos
...Um tempo apenas só pra ser felizes!...
. Brasília,25-08-06
( 013 )
Curvas do tempo.
. Jenario de Fátima
O tempo que nós nunca...nunca temos.
Envoltos sempre em louca correria.
Mistura horas da noite com as do dia
E consequentemente nós nem vemos.
Nas danças dos projetos que fazemos,
Seja de qual tamanho, qual valia,
Seja de pés no chão, de fantasia
É sempre contra o tempo que corremos.
Assim se passa o tempo, o tempo passa
Tudo se confunde, mistura entrelaça,
Buscando o tempo a fuga pros deslizes.
Até que na velhice, nós notamos
Que o que mais importava nós não damos
...Um tempo apenas só pra ser felizes!...
. Brasília,25-08-06
( 013 )
Curvas do tempo.
. Jenario de Fátima
O tempo que nós nunca...nunca temos.
Envoltos sempre em louca correria.
Mistura horas da noite com as do dia
E consequentemente nós nem vemos.
Nas danças dos projetos que fazemos,
Seja de qual tamanho, qual valia,
Seja de pés no chão, de fantasia
É sempre contra o tempo que corremos.
Assim se passa o tempo, o tempo passa
Tudo se confunde, mistura entrelaça,
Buscando o tempo a fuga pros deslizes.
Até que na velhice, nós notamos
Que o que mais importava nós não damos
...Um tempo apenas só pra ser felizes!...
. Brasília,25-08-06
( 013 )
Curvas do tempo.
. Jenario de Fátima
O tempo que nós nunca...nunca temos.
Envoltos sempre em louca correria.
Mistura horas da noite com as do dia
E consequentemente nós nem vemos.
Nas danças dos projetos que fazemos,
Seja de qual tamanho, qual valia,
Seja de pés no chão, de fantasia
É sempre contra o tempo que corremos.
Assim se passa o tempo, o tempo passa
Tudo se confunde, mistura entrelaça,
Buscando o tempo a fuga pros deslizes.
Até que na velhice, nós notamos
Que o que mais importava nós não damos
...Um tempo apenas só pra ser felizes!...
. Brasília,25-08-06
( 014 )
Coisas simples
Jenario de Fátima
Gosto das coisas simples, bem singelas.
As coisas tão comuns e tão normais.
Como o rasante vôo que os pardais
Fazem defronte de minhas janelas.
Gosto das margaridas amarelas,
As que florescem em todos os quintais,
Onde comparo o colorido delas
Com o que vem das roupas dos varais.
Amo a doçura no sabor d´amora.
Me encanta as tardes de leveza infinda,
Por onde a luz crepuscular colora
Todo o horizonte numa cor tão linda
Que nos faz crer que ali, naquela hora
A mão de Deus esta mais forte ainda.
sexta-feira, 11 de abril de 2014
( 014 )
Coisas simples
Jenario de Fátima
Gosto das coisas simples, bem singelas.
As coisas tão comuns e tão normais.
Como o rasante vôo que os pardais
Fazem defronte de minhas janelas.
Gosto das margaridas amarelas,
As que florescem em todos os quintais,
Onde comparo o colorido delas
Com o que vem das roupas dos varais.
Amo a doçura no sabor d´amora.
Me encanta as tardes de leveza infinda,
Por onde a luz crepuscular colora
Todo o horizonte numa cor tão linda
Que nos faz crer que ali, naquela hora
A mão de Deus esta mais forte ainda.
sexta-feira, 11 de abril de 2014
( 014 )
Coisas simples
Jenario de Fátima
Gosto das coisas simples, bem singelas.
As coisas tão comuns e tão normais.
Como o rasante vôo que os pardais
Fazem defronte de minhas janelas.
Gosto das margaridas amarelas,
As que florescem em todos os quintais,
Onde comparo o colorido delas
Com o que vem das roupas dos varais.
Amo a doçura no sabor d´amora.
Me encanta as tardes de leveza infinda,
Por onde a luz crepuscular colora
Todo o horizonte numa cor tão linda
Que nos faz crer que ali, naquela hora
A mão de Deus esta mais forte ainda.
sexta-feira, 11 de abril de 2014
( 014 )
Coisas simples
Jenario de Fátima
Gosto das coisas simples, bem singelas.
As coisas tão comuns e tão normais.
Como o rasante vôo que os pardais
Fazem defronte de minhas janelas.
Gosto das margaridas amarelas,
As que florescem em todos os quintais,
Onde comparo o colorido delas
Com o que vem das roupas dos varais.
Amo a doçura no sabor d´amora.
Me encanta as tardes de leveza infinda,
Por onde a luz crepuscular colora
Todo o horizonte numa cor tão linda
Que nos faz crer que ali, naquela hora
A mão de Deus esta mais forte ainda.
sexta-feira, 11 de abril de 2014
( 014 )
Coisas simples
Jenario de Fátima
Gosto das coisas simples, bem singelas.
As coisas tão comuns e tão normais.
Como o rasante vôo que os pardais
Fazem defronte de minhas janelas.
Gosto das margaridas amarelas,
As que florescem em todos os quintais,
Onde comparo o colorido delas
Com o que vem das roupas dos varais.
Amo a doçura no sabor d´amora.
Me encanta as tardes de leveza infinda,
Por onde a luz crepuscular colora
Todo o horizonte numa cor tão linda
Que nos faz crer que ali, naquela hora
A mão de Deus esta mais forte ainda.
sexta-feira, 11 de abril de 2014
( 015 )
COADJUVANTE
Jenário de Fátima
Como é doído ver o quanto esquivas
Quando juntos estamos num abraço.
Sinto que sutilmente busco espaço
Em outros pares de feições mais vivas.
E disfarçando vou, tua recusa
Amarelando o riso de meus traços,
Enquanto alegremente noutros passos
Tu rodopias pela luz difusa.
...Mas se a madrugada esvazia a festa
E se já há dia pelo céu lá fora,
A mim de novo, teu olhar empresta
A mim de novo, buscas sem demora
Porque a mim somente um papel resta
...Resta o papel de te levar embora...
( 016 )
Canção pra dizer “ Te amo “
Jenario de Fátima
Como pode tudo ser tão complicado.
Talvez eu nunca vá te entender.
Tudo que vem por certo de seu lado.
Tem traduções difíceis de fazer.
O meu amor não é amor entrelinhas
E puro e claro como eu sempre fui
Tudo que falo são de emoções minhas
Que cresce, se agiganta e evolui.
O digo isso meio a formas claras,
São emoções riquíssimas e raras
Pra que vejas como te gosto enfim.
Mas sempre falas, olha vou me embora.
Passou tempo, perdemos a hora
Porem ainda te amo mesmo assim
( 016 )
( 017 )
Arribação
Jenario de Fátima
Sou feito assim, aquela ave migratória.
Devassando a amplidão dos continentes
A procura de uma estada provisória
Onde o inverno seja tépido e mais quente
Só que nesta fuga incerta, aleatória.
Sou levado pela força das correntes
E adormeço numa ilha provisória
Crendo ser ali ser morada permanente.
Finco as bases da tão desejada casa.
Armo vigas, prendo telhas, tudo urgente
Pra que enfim possa repousar minha asa.
Mas o solo é frágil, a casa esboroa e cai
E o desalento do meu peito vem num ai,
Ao me ver alçando espaços novamente...
26/09/2007
( 017 )
Arribação
Jenario de Fátima
Sou feito assim, aquela ave migratória.
Devassando a amplidão dos continentes
A procura de uma estada provisória
Onde o inverno seja tépido e mais quente
Só que nesta fuga incerta, aleatória.
Sou levado pela força das correntes
E adormeço numa ilha provisória
Crendo ser ali ser morada permanente.
Finco as bases da tão desejada casa.
Armo vigas, prendo telhas, tudo urgente
Pra que enfim possa repousar minha asa.
Mas o solo é frágil, a casa esboroa e cai
E o desalento do meu peito vem num ai,
Ao me ver alçando espaços novamente...
26/09/2007
10/01/2021 PORTAL / AMIGOS
( 017 )
Arribação
Jenario de Fátima
10/01/2021 PORTAL / AMIGOS
( 017 )
Arribação
Jenario de Fátima
Sou feito assim, aquela ave migratória.
Devassando a amplidão dos continentes
A procura de uma estada provisória
Onde o inverno seja tépido e mais quente
Só que nesta fuga incerta, aleatória.
Sou levado pela força das correntes
E adormeço numa ilha provisória
Crendo ser ali ser morada permanente.
Finco as bases da tão desejada casa.
Armo vigas, prendo telhas, tudo urgente
Pra que enfim possa repousar minha asa.
Mas o solo é frágil, a casa esboroa e cai
E o desalento do meu peito vem num ai,
Ao me ver alçando espaços novamente...
26/09/2007
( 018 )
04/05/2020 PORTAL/ POETA/ AMIGOS/ RECANTO
Jenario de Fátima
“Porque a esperança é a última que morre”
Tenho pautado a vida a este adágio.
Por entre quem me agride ou me socorre,
Eu vou passando estágio por estágio
E se às vezes algo ruim ocorre,
E se um sonho torna mau presságio,
E se uma lágrima o meu verso borre,
E se torna o medo por contágio
Eu faço uma oração deste ditado
E nele acreditando piamente
Igual a um velho monge concentrado.
Eu sigo calmo... Terno e mansamente
Um facho de esperança delicado.
Que apenas só eu vejo em minha frente.
( 018 )
ADÁGIO
04/05/2020 PORTAL/ POETA/ AMIGOS/ RECANTO
Jenario de Fátima
“Porque a esperança é a última que morre”
Tenho pautado a vida a este adágio.
Por entre quem me agride ou me socorre,
Eu vou passando estágio por estágio
E se às vezes algo ruim ocorre,
E se um sonho torna mau presságio,
E se uma lágrima o meu verso borre,
E se torna o medo por contágio
Eu faço uma oração deste ditado
E nele acreditando piamente
Igual a um velho monge concentrado.
Eu sigo calmo... Terno e mansamente
Um facho de esperança delicado.
Que apenas só eu vejo em minha frente.
( 018 )
ADÁGIO
04/05/2020 PORTAL/ POETA/ AMIGOS/ RECANTO
Jenario de Fátima
“Porque a esperança é a última que morre”
Tenho pautado a vida a este adágio.
Por entre quem me agride ou me socorre,
Eu vou passando estágio por estágio
E se às vezes algo ruim ocorre,
E se um sonho torna mau presságio,
E se uma lágrima o meu verso borre,
E se torna o medo por contágio
Eu faço uma oração deste ditado
E nele acreditando piamente
Igual a um velho monge concentrado.
Eu sigo calmo... Terno e mansamente
Um facho de esperança delicado.
Que apenas só eu vejo em minha frente.
( 018 )
ADÁGIO
04/05/2020 PORTAL/ POETA/ AMIGOS/ RECANTO
Jenario de Fátima
“Porque a esperança é a última que morre”
Tenho pautado a vida a este adágio.
Por entre quem me agride ou me socorre,
Eu vou passando estágio por estágio
E se às vezes algo ruim ocorre,
E se um sonho torna mau presságio,
E se uma lágrima o meu verso borre,
E se torna o medo por contágio
Eu faço uma oração deste ditado
E nele acreditando piamente
Igual a um velho monge concentrado.
Eu sigo calmo... Terno e mansamente
Um facho de esperança delicado.
Que apenas só eu vejo em minha frente.
( 019 )
Com Quem Sonhas?
Jenário de Fátima
Com quem sonhas, garota, com quem sonhas?
Quem é que à noite rouba sua mente?
Quem é que adentra seu inconsciente
E vem contigo dividir as fronhas?
Por quem clamas, garota, por quem clamas,
Quando o desejo chega de repente
E aquece o corpo de jeito imprudente,
Tornando o bico de teu seio em chamas?
Por quem choras, garota, por quem choras,
Se a solidão que te carrega as horas
Quer te levar pr'algum despenhadeiro?
Mas sê forte, garota... Anda, sê forte!
Um amanhã virá trazendo sorte,
E, por enquanto, se agarre ao travesseiro.
( 020 )
Alegria Plena
Jenario de Fátima
Bom dia moça bonita
Moça bonita, bom dia...
A vida possibilita
Ser de sonho e fantasia
Em toda palavra dita
Há sempre a luz que irradia.
Do anjo em que te habita
E que te faz companhia.
Por isso moça então cante.
Bote pra fora e espante
O que venha ser nocivo.
A vida é bela e tamanha
Que a gente as vezes se apanha
Rindo mesmo sem motivo.
( 020 )
Alegria Plena
Jenario de Fátima
Bom dia moça bonita
Moça bonita, bom dia...
A vida possibilita
Ser de sonho e fantasia
Em toda palavra dita
Há sempre a luz que irradia.
Do anjo em que te habita
E que te faz companhia.
Por isso moça então cante.
Bote pra fora e espante
O que venha ser nocivo.
A vida é bela e tamanha
Que a gente as vezes se apanha
Rindo mesmo sem motivo.
( 020 )
Alegria Plena
Jenario de Fátima
Bom dia moça bonita
Moça bonita, bom dia...
A vida possibilita
Ser de sonho e fantasia
Em toda palavra dita
Há sempre a luz que irradia.
Do anjo em que te habita
E que te faz companhia.
Por isso moça então cante.
Bote pra fora e espante
O que venha ser nocivo.
A vida é bela e tamanha
Que a gente as vezes se apanha
Rindo mesmo sem motivo.
( 020 )
Alegria Plena
Jenario de Fátima
Bom dia moça bonita
Moça bonita, bom dia...
A vida possibilita
Ser de sonho e fantasia
Em toda palavra dita
Há sempre a luz que irradia.
Do anjo em que te habita
E que te faz companhia.
Por isso moça então cante.
Bote pra fora e espante
O que venha ser nocivo.
A vida é bela e tamanha
Que a gente as vezes se apanha
Rindo mesmo sem motivo.
( 021 )
Dia da poesia
14 de março
Hoje é dia nacional da poesia...
Mas poesia não tem dia ou hora,
Ele acontece quando a alegria
Ou a tristeza vem, nos incorpora...
Quando a vida um tanto vazia
Carrega o riso, leva a luz embora.
Quando a alma pinta , tece e cria
Versos de amor, pelas cores da aurora
A poesia não é só de versos
Ela tatua, deixa seus impressos
Com uma força as vezes incontida.
E ser poeta é qualquer ser vivente
Que se emociona, chora sofre e sente
De tudo aquilo que chamamos vida...
Jenario de Fátima
( 021 )
Dia da poesia
14 de março
Hoje é dia nacional da poesia...
Mas poesia não tem dia ou hora,
Ele acontece quando a alegria
Ou a tristeza vem, nos incorpora...
Quando a vida um tanto vazia
Carrega o riso, leva a luz embora.
Quando a alma pinta , tece e cria
Versos de amor, pelas cores da aurora
A poesia não é só de versos
Ela tatua, deixa seus impressos
Com uma força as vezes incontida.
E ser poeta é qualquer ser vivente
Que se emociona, chora sofre e sente
De tudo aquilo que chamamos vida...
Jenario de Fátima
( 021 )
Dia da poesia
14 de março
Hoje é dia nacional da poesia...
Mas poesia não tem dia ou hora,
Ele acontece quando a alegria
Ou a tristeza vem, nos incorpora...
Quando a vida um tanto vazia
Carrega o riso, leva a luz embora.
Quando a alma pinta , tece e cria
Versos de amor, pelas cores da aurora
A poesia não é só de versos
Ela tatua, deixa seus impressos
Com uma força as vezes incontida.
E ser poeta é qualquer ser vivente
Que se emociona, chora sofre e sente
De tudo aquilo que chamamos vida...
Jenario de Fátima
( 022 )
09/09/2020 PÁGINA
Enleio
No amor às vezes nós mentimos tanto,
Que nos tornamos parte da mentira.
E neste engodo a mente ri ,delira
Acreditando em tudo sem espanto.
E então como se houvesse algum quebranto,
O falso rodopia...bate...gira
Até que por cansaço ou por encanto,
Uns ares de verdade ele adquira.
Mas num amor assim vivemos o medo
O medo que se descubra a verdade
E todo encantamento acabe cedo.
E se acaba nos resta a constatação
Do quanto dura é a realidade.
...Se no amor cabe mentira...na dor não!
Jenario de Fátima
( 022 )
09/09/2020 PÁGINA
Enleio
No amor às vezes nós mentimos tanto,
Que nos tornamos parte da mentira.
E neste engodo a mente ri ,delira
Acreditando em tudo sem espanto.
E então como se houvesse algum quebranto,
O falso rodopia...bate...gira
Até que por cansaço ou por encanto,
Uns ares de verdade ele adquira.
Mas num amor assim vivemos o medo
O medo que se descubra a verdade
E todo encantamento acabe cedo.
E se acaba nos resta a constatação
Do quanto dura é a realidade.
...Se no amor cabe mentira...na dor não!
Jenario de Fátima
( 023 )
Dos vãos de minhas janelas
Jenario de Fátima
Dos vãos de minhas janelas Enxergo tantos caminhos.
Onde passam moças belas E muitos homens sozinhos.
Passa aves tagarelas Na procura de seus ninhos.
Passam as tardes singelas Na solidão dos banquinhos.
Dos vãos de minhas janelas Eu vejo a rua e a praça
Onde as jovens donzelas Cheias de vigor e graça
Contam aventuras delas Entre risos e arruaças.
Dos vãos de minhas janelas Vejo que tudo entrelaça.
E as nuvens paralelas Viram escura fumaça,
Onde um breu se revela Na chuva que despedaça.
Aqui fico em sentinela Sentindo a dor da seqüela
De um amor que nunca passa.
( 024 )
Escolha
Houve um tempo, que os duendes e as fadas,
Habitavam entre as flores dos jardins.
E anjos tocavam pelas estradas,
Doces notas, de inquietos bandolins.
Nas casas, despensas abarrotadas
Exibiam só fartura;-mesmo assim!
Um anjo de ambições desmesuradas,
Quis que aquilo fosse seu...e foi o fim!
Então se fez o que era certo e preciso
Este anjo foi expulso e o paraíso,
Ficou livre da ambição e do flagelo.
Mas o anjo criou o seu próprio mundo
E insiste...pra nós...a cada segundo,
Que andemos no seu mundo paralelo!
Jenario de Fátima
15/05/2006
( 025 )
ÚLTIMA MORADA
Jenário de Fátima
Olhando à noite no universo escuro,
As luzes que faíscam no infinito.
Vejo naquele brilho tão bonito
A paz que tanto anseio e que procuro.
Eu que sempre fui fraco, inseguro
Que por coisa qualquer tremo, me agito
Me sinto extasiado quando fito
A casa que me espera no futuro.
Ali não se haverá mais amarguras,
Por entre supernovas e quasares,
No topo de imensuráveis alturas
Buscando galáxias misteriosas,
Minh´alma voará céus estelares
Coberta pelo pó das nebulosas.
( 025 )
ÚLTIMA MORADA
Jenário de Fátima
Olhando à noite no universo escuro,
As luzes que faíscam no infinito.
Vejo naquele brilho tão bonito
A paz que tanto anseio e que procuro.
Eu que sempre fui fraco, inseguro
Que por coisa qualquer tremo, me agito
Me sinto extasiado quando fito
A casa que me espera no futuro.
Ali não se haverá mais amarguras,
Por entre supernovas e quasares,
No topo de imensuráveis alturas
Buscando galáxias misteriosas,
Minh´alma voará céus estelares
Coberta pelo pó das nebulosas.
( 025 )
ÚLTIMA MORADA
Jenário de Fátima
Olhando à noite no universo escuro,
As luzes que faíscam no infinito.
Vejo naquele brilho tão bonito
A paz que tanto anseio e que procuro.
Eu que sempre fui fraco, inseguro
Que por coisa qualquer tremo, me agito
Me sinto extasiado quando fito
A casa que me espera no futuro.
Ali não se haverá mais amarguras,
Por entre supernovas e quasares,
No topo de imensuráveis alturas
Buscando galáxias misteriosas,
Minh´alma voará céus estelares
Coberta pelo pó das nebulosas.
( 025 )
ÚLTIMA MORADA
Jenário de Fátima
Olhando à noite no universo escuro,
As luzes que faíscam no infinito.
Vejo naquele brilho tão bonito
A paz que tanto anseio e que procuro.
Eu que sempre fui fraco, inseguro
Que por coisa qualquer tremo, me agito
Me sinto extasiado quando fito
A casa que me espera no futuro.
Ali não se haverá mais amarguras,
Por entre supernovas e quasares,
No topo de imensuráveis alturas
Buscando galáxias misteriosas,
Minh´alma voará céus estelares
Coberta pelo pó das nebulosas.
( 025 )
ÚLTIMA MORADA
Jenário de Fátima
Olhando à noite no universo escuro,
As luzes que faíscam no infinito.
Vejo naquele brilho tão bonito
A paz que tanto anseio e que procuro.
Eu que sempre fui fraco, inseguro
Que por coisa qualquer tremo, me agito
Me sinto extasiado quando fito
A casa que me espera no futuro.
Ali não se haverá mais amarguras,
Por entre supernovas e quasares,
No topo de imensuráveis alturas
Buscando galáxias misteriosas,
Minh´alma voará céus estelares
Coberta pelo pó das nebulosas.
( 026 )
( 026 )
Jenário de Fátima
( 026 )
ONDE?
Onde que anda estes doces olhinhos?
Que passam além da terra, além do mar?
Como as gaivotas que procuram ninhos
Pra se acolher do frio, se abriga?
Por onde andam aquelas palavras soltas
Que nos falávamos quando o breu à noite
Trazia a treva silenciosamente envolta
Num manto negro que lembrava um açoite?
Onde será que estão aquelas horas?
Que nos serviam sempre de escoras
Pra solidão de nossas duas almas?
Talvez esteja num lugar guardadas
Só esperando que a doce alvorada
Nos apareçam numa manhã calma
Jenário de Fátima
( 027 )
(( 027 ))
29/12/2020 PORTAL / AMIGOS
CICATRIZES
( 027 )
(( 027 ))
29/12/2020 PORTAL / AMIGOS
CICATRIZES
Jenário de Fátima
CICATRIZES
Componho músicas pra ninguém ouvir
Faço poemas que ninguém vai ler
Pinto aquarelas que ninguém vai ver
Conto piadas pra ninguém sorrir.
Minhas carícias ninguém vai sentir
Da minha angústia ninguém vai saber
Os meus soluços ninguém vai conter
Com meu arrolo ninguém vai dormir.
Mas não é egolatria isso que carrego
Nem são egoístas os meu olhos baços
Se a solidão agora me entrego.
É porque o medo me jogou sem laços
Pois do amor apenas só carrego
As cicatrizes de seus estilhaços.


( 028 )
ACALANTO
Jenário de Fátima
Sonhei um sonho, e neste sonho havia.
Um algo assim de arrolo, de acalanto.
Um algo assim de êxtase e de encanto.
Era um enlevamento o que sentia.
Só que em meu sonho, eu não conseguia,
Saber de onde vinha aquele canto.
Por mais que eu procurasse no entanto,
A voz que o cantava se escondia.
Foi no acordar então que dei por mim.
Quando se sonha alguma coisa assim,
É a mão de Deus que em nos se faz sentir.
E ficou claro que não entendia.
A voz que ouvi era voz de Maria,
Cantarolando pra Jesus dormir.


( 028 )
ACALANTO
Jenário de Fátima
Sonhei um sonho, e neste sonho havia.
Um algo assim de arrolo, de acalanto.
Um algo assim de êxtase e de encanto.
Era um enlevamento o que sentia.
Só que em meu sonho, eu não conseguia,
Saber de onde vinha aquele canto.
Por mais que eu procurasse no entanto,
A voz que o cantava se escondia.
Foi no acordar então que dei por mim.
Quando se sonha alguma coisa assim,
É a mão de Deus que em nos se faz sentir.
E ficou claro que não entendia.
A voz que ouvi era voz de Maria,
Cantarolando pra Jesus dormir.


( 028 )
ACALANTO
Jenário de Fátima
Sonhei um sonho, e neste sonho havia.
Um algo assim de arrolo, de acalanto.
Um algo assim de êxtase e de encanto.
Era um enlevamento o que sentia.
Só que em meu sonho, eu não conseguia,
Saber de onde vinha aquele canto.
Por mais que eu procurasse no entanto,
A voz que o cantava se escondia.
Foi no acordar então que dei por mim.
Quando se sonha alguma coisa assim,
É a mão de Deus que em nos se faz sentir.
E ficou claro que não entendia.
A voz que ouvi era voz de Maria,
Cantarolando pra Jesus dormir.


( 028 )
ACALANTO
Jenário de Fátima
Sonhei um sonho, e neste sonho havia.
Um algo assim de arrolo, de acalanto.
Um algo assim de êxtase e de encanto.
Era um enlevamento o que sentia.
Só que em meu sonho, eu não conseguia,
Saber de onde vinha aquele canto.
Por mais que eu procurasse no entanto,
A voz que o cantava se escondia.
Foi no acordar então que dei por mim.
Quando se sonha alguma coisa assim,
É a mão de Deus que em nos se faz sentir.
E ficou claro que não entendia.
A voz que ouvi era voz de Maria,
Cantarolando pra Jesus dormir.


( 028 )
ACALANTO
Jenário de Fátima
Sonhei um sonho, e neste sonho havia.
Um algo assim de arrolo, de acalanto.
Um algo assim de êxtase e de encanto.
Era um enlevamento o que sentia.
Só que em meu sonho, eu não conseguia,
Saber de onde vinha aquele canto.
Por mais que eu procurasse no entanto,
A voz que o cantava se escondia.
Foi no acordar então que dei por mim.
Quando se sonha alguma coisa assim,
É a mão de Deus que em nos se faz sentir.
E ficou claro que não entendia.
A voz que ouvi era voz de Maria,
Cantarolando pra Jesus dormir.
( 029 )
VOLTA POR CIMA?
Jenário de Fátima
( 029 )
10/02/2021 PORTAL // AMIGOS
VOLTA POR CIMA?
Jenário de Fátima
Tropeçar e cair... quebrar a cara...
Ir conhecer como é profundo o poço.
Se encher de mágoas até o pescoço,
Buscar uma luz que não mais se aclara.
A gente as vezes assim se depara,
Neste mundinho o qual chamamos nosso,
Em um momento que nada separa,
Aquilo que é razão, do que é destroço.
Mas dizem: levante, sacuda a poeira
Mostre sua garra ampla, verdadeira
Esqueça o caos, dê a volta por cima.
Mas alguns casos dói infelizmente,
Ver o quanto tudo é bem diferente...
Nem sempre a vida é samba, ou dá rima...


( 029 )
VOLTA POR CIMA?
Jenário de Fátima


( 029 )
VOLTA POR CIMA?
Jenário de Fátima
( 031 )
( 031 )
( 032 )
( 032 )
23/05/2020 PORTAL/ POETA/ AMIGOS/ RECANTO
( 033 )
( 033 )
( 033 )
( 033 )
( 033 )
( 034 )
19/12/2020 PORTAL // AMIGOS
( 034 )
( 034 )
19/12/2020 PORTAL // AMIGOS
( 034 )
19/12/2020 PORTAL // AMIGOS
Jenário de Fátima
( 034 )
( 034 )
19/12/2020 PORTAL // AMIGOS
O amor é sempre cheio de segredos.
Coberto de tão doce Fantasia.
Escorre as vezes pelos vãos dos dedos
quando prendê-lo era o o que se queria.
As vezes até parece algum brinquedo
destes que só duram por um dia.
E quase sempre tem um doce azedo
quando em mais frágeis ele se refugia.
Porém o amor em formas verdadeiras,
o qual se sonha todos os casais,
que vai além das regras costumeiras.
Das coisas tão comuns e tão normais,
este que vale pela vida inteira.
Só chega uma vez... E nunca mais!.
( 034 )
19/12/2020 PORTAL // AMIGOS
...NUNCA MAIS...
O amor é sempre cheio de segredos.
Coberto de tão doce Fantasia.
Escorre as vezes pelos vãos dos dedos
quando prendê-lo era o o que se queria.
As vezes até parece algum brinquedo
destes que só duram por um dia.
E quase sempre tem um doce azedo
quando em mais frágeis ele se refugia.
Porém o amor em formas verdadeiras,
o qual se sonha todos os casais,
que vai além das regras costumeiras.
Das coisas tão comuns e tão normais,
este que vale pela vida inteira.
Só chega uma vez... E nunca mais!.
( 034 )
19/12/2020 PORTAL // AMIGOS
O amor é sempre cheio de segredos.
Coberto de tão doce Fantasia.
Escorre as vezes pelos vãos dos dedos
quando prendê-lo era o o que se queria.
As vezes até parece algum brinquedo
destes que só duram por um dia.
E quase sempre tem um doce azedo
quando em mais frágeis ele se refugia.
Porém o amor em formas verdadeiras,
o qual se sonha todos os casais,
que vai além das regras costumeiras.
Das coisas tão comuns e tão normais,
este que vale pela vida inteira.
Só chega uma vez... E nunca mais!.
( 034 )
19/12/2020 PORTAL // AMIGOS
...NUNCA MAIS...
( 035 )
26/11/2020 PORTAL
O amor é o mais belo dos sentimentos.
E como o olhar do cão que o cego guia.
É a fonte onde a boca dos sedentos,
Se entrega, se refresca e se sacia
O amor é qual unção dos olhos bentos.
Que as feridas das almas alivia.
É a chave que abre as portas dos detentos
Pra que o sol vejam nascer no outro dia
No entanto, quando o amor vira loucura
E ultrapassa os limites da razão
Muita gente, sem base ou estrutura
Ao bater-se frente a desilusão,
Perde todos seus gestos de ternura,
E odeia em mesmíssima proporção.
Jenário de Fátima
( 035 )
26/11/2020 PORTAL
( 035 )
O amor é o mais belo dos sentimentos.
E como o olhar do cão que o cego guia.
É a fonte onde a boca dos sedentos,
Se entrega, se refresca e se sacia
O amor é qual unção dos olhos bentos.
Que as feridas das almas alivia.
É a chave que abre as portas dos detentos
Pra que o sol vejam nascer no outro dia
No entanto, quando o amor vira loucura
E ultrapassa os limites da razão
Muita gente, sem base ou estrutura
Ao bater-se frente a desilusão,
Perde todos seus gestos de ternura,
E odeia em mesmíssima proporção.
Jenário de Fátima
( 036 )
( 036 )
O amor às vezes chega de mansinho.
E vai tomando todos os espaços .
Enche de risos nossos rijos traços.
Cobre de luz o breu de nosso ninho.
Ao retirar as pedras do caminho...
Dá segurança que nos guias os passos
E inebriados nossos olhos baços.
Só enxerga as rosas, nunca os espinhos.
Até que um dia sem nenhum aviso
Ele se vai sem ter qualquer razão,
Levando a cor, a luz, o passo, o riso.
Deixando a vida sem nenhum sentido
Deixando ainda a triste sensação.
... Que era melhor não te-lo conhecido...
Jenário de Fátima
( 036 )
( 036 )
O amor às vezes chega de mansinho.
E vai tomando todos os espaços .
Enche de risos nossos rijos traços.
Cobre de luz o breu de nosso ninho.
Ao retirar as pedras do caminho...
Dá segurança que nos guias os passos
E inebriados nossos olhos baços.
Só enxerga as rosas, nunca os espinhos.
Até que um dia sem nenhum aviso
Ele se vai sem ter qualquer razão,
Levando a cor, a luz, o passo, o riso.
Deixando a vida sem nenhum sentido
Deixando ainda a triste sensação.
... Que era melhor não te-lo conhecido...
Jenário de Fátima
( 036 )
O amor às vezes chega de mansinho.
E vai tomando todos os espaços .
Enche de risos nossos rijos traços.
Cobre de luz o breu de nosso ninho.
Ao retirar as pedras do caminho...
Dá segurança que nos guias os passos
E inebriados nossos olhos baços.
Só enxerga as rosas, nunca os espinhos.
Até que um dia sem nenhum aviso
Ele se vai sem ter qualquer razão,
Levando a cor, a luz, o passo, o riso.
Deixando a vida sem nenhum sentido
Deixando ainda a triste sensação.
... Que era melhor não te-lo conhecido...
Jenário de Fátima
( 036 )
( 036 )
O amor às vezes chega de mansinho.
E vai tomando todos os espaços .
Enche de risos nossos rijos traços.
Cobre de luz o breu de nosso ninho.
Ao retirar as pedras do caminho...
Dá segurança que nos guias os passos
E inebriados nossos olhos baços.
Só enxerga as rosas, nunca os espinhos.
Até que um dia sem nenhum aviso
Ele se vai sem ter qualquer razão,
Levando a cor, a luz, o passo, o riso.
Deixando a vida sem nenhum sentido
Deixando ainda a triste sensação.
... Que era melhor não te-lo conhecido...
Jenário de Fátima
( 037 )
PLANOS
Por quantas e quantas noites seguidas,
Nós ficamos perdidos meio a planos.
Tentando adivinhar como os ciganos
Qual será o futuro em nossas vidas.
E são tantas as horas consumidas.
Com medo cometer novos enganos,
Que as vezes esquecemos ser humanos
Passíveis de errar vezes seguidas.
Porém quando metas e compromissos
Nos tornam seus escravos, submissos
Fazendo-nos de uns belos imbecis,
Devíamos dizer:- Foi tudo engano,
No fundo dentro em mim só tenho um plano
- Meu plano simplesmente é ser feliz...
Jenario de Fatima
( 038 )
( 039)
( 039)
( 039)
( 040 )
( 041 )
( 041 )
30/01/2021 PORTAL // AMIGOS
Jenário de Fátima
SAUDADE
Porque será que a tal saudade existe?
Porque será que ela nos arrebata,
Nos tortura, castiga e nos maltrata,
Deixando a vida imensamente triste?
Onde será que nela tudo cabe?
Amigos, a infância, lugares vividos,
Momentos felizes que foram perdidos
Mas que estão num canto que só ela sabe?
No entanto saudade, a que mais devora,
É aquela que ao tédio a noite condena.
Nos lembrando alguém que já foi embora
Mas levou consigo um nosso pedaço.
Nos deixando Ali em meio a triste cena
Com sua foto presa em um forte abraço.
( 041 )
( 041 )
30/01/2021 PORTAL // AMIGOS
Jenário de Fátima
SAUDADE
Porque será que a tal saudade existe?
Porque será que ela nos arrebata,
Nos tortura, castiga e nos maltrata,
Deixando a vida imensamente triste?
Onde será que nela tudo cabe?
Amigos, a infância, lugares vividos,
Momentos felizes que foram perdidos
Mas que estão num canto que só ela sabe?
No entanto saudade, a que mais devora,
É aquela que ao tédio a noite condena.
Nos lembrando alguém que já foi embora
Mas levou consigo um nosso pedaço.
Nos deixando Ali em meio a triste cena
Com sua foto presa em um forte abraço.
( 041 )
30/01/2021 PORTAL // AMIGOS
Jenário de Fátima
SAUDADE
( 042 )
( 042 )
24/03/2021 PORTAL / AMIGOS
09/01/2021 PORTAL / AMIGOS
( 042 )
Jenário de Fátima
TANTO AMOR
Porque te agita coração magoado?
E te estremeces assim deste jeito?...
Onde é que cabe tanto amor guardado
Neste tão frágil pequenino peito?
Porque te bates tão desesperado
Se pouco ou nada mais pode ser feito?
Se quem tu sonhas tanto do seu lado,
Já nem mais sabes quem és tu direito?
Oh! coraçãozinho insensato e tolo,
Entregue ao tempo o que te aflige agora.
Pense que ainda possa haver consolo,
Em qualquer coisa seja qual ela for,
Pense também que existe mundo afora
Quem queira um pouco do seu tanto amor.
( 042 )
( 042 )
24/03/2021 PORTAL / AMIGOS
09/01/2021 PORTAL / AMIGOS
( 042 )
Jenário de Fátima
TANTO AMOR
Porque te agita coração magoado?
E te estremeces assim deste jeito?...
Onde é que cabe tanto amor guardado
Neste tão frágil pequenino peito?
Porque te bates tão desesperado
Se pouco ou nada mais pode ser feito?
Se quem tu sonhas tanto do seu lado,
Já nem mais sabes quem és tu direito?
Oh! coraçãozinho insensato e tolo,
Entregue ao tempo o que te aflige agora.
Pense que ainda possa haver consolo,
Em qualquer coisa seja qual ela for,
Pense também que existe mundo afora
Quem queira um pouco do seu tanto amor.
( 042 )
( 042 )
24/03/2021 PORTAL / AMIGOS
09/01/2021 PORTAL / AMIGOS
( 042 )
Jenário de Fátima
TANTO AMOR
( 042 )
( 042 )
24/03/2021 PORTAL / AMIGOS
09/01/2021 PORTAL / AMIGOS
Jenário de Fátima
TANTO AMOR
Porque te agita coração magoado?
E te estremeces assim deste jeito?...
Onde é que cabe tanto amor guardado
Neste tão frágil pequenino peito?
Porque te bates tão desesperado
Se pouco ou nada mais pode ser feito?
Se quem tu sonhas tanto do seu lado,
Já nem mais sabes quem és tu direito?
Oh! coraçãozinho insensato e tolo,
Entregue ao tempo o que te aflige agora.
Pense que ainda possa haver consolo,
Em qualquer coisa seja qual ela for,
Pense também que existe mundo afora
Quem queira um pouco do seu tanto amor.
(( 043 ))
(( 043 ))
02/12/2020 PORTAL
Jenário de Fátima
Você que tudo reclama.
Você que tudo maldiz.
Que vive inventado drama
Com que tem nunca é feliz.
Olhe pra tarde que inflama
Em rubra e viva matiz.
Olhe a verdejante rama
Onde brota a flor-de-lis.
Olhe e agradeça a Deus
pela luz dos olhos seus
porque se acaso perde-la,
Vera que toda ambição
não vale a menos porção
do brilho d´alguma estrela .
(( 043 ))
( 043 )
02/12/2020 PORTAL
Jenário de Fátima
(( 043 ))
( 043 )
02/12/2020 PORTAL
Jenário de Fátima
(( 043 ))
( 043 )
02/12/2020 PORTAL
Jenário de Fátima
(( 043 ))
( 043 )
02/12/2020 PORTAL
Jenário de Fátima
(( 043 ))
( 043 )
02/12/2020 PORTAL
Jenário de Fátima
(( 043 ))
( 043 )
02/12/2020 PORTAL
Jenário de Fátima
(( 043 ))
( 043 )
( 044 )
11/03/2021 PORTA / AMIGOS
( 044 )
Hoje o seu coração está assim vazio?
Me diz porque anjo, anda vai me diz...
O que te faz tão tristonha, infeliz
Qual avezinha em tempo de estio?
Hoje teu coração está assim vazio?
Será que foi alguma coisa que eu fiz?
Vou desenhar então no chão com giz
Dois braços pra abraçar-te neste frio.
Não deixe o seu coração ficar assim:
Há por certo um anjo, um querubim
Voando ao derredor e a sua volta
E outros anjos ainda virão por certo
Pra espantar o mal que ronda perto
E proteger-te numa grande escolta.
(( 044 ))
11/03/2021 PORTA / AMIGOS
( 044 )
Hoje o seu coração está assim vazio?
Me diz porque anjo, anda vai me diz...
O que te faz tão tristonha, infeliz
Qual avezinha em tempo de estio?
Hoje teu coração está assim vazio?
Será que foi alguma coisa que eu fiz?
Vou desenhar então no chão com giz
Dois braços pra abraçar-te neste frio.
Não deixe o seu coração ficar assim:
Há por certo um anjo, um querubim
Voando ao derredor e a sua volta
E outros anjos ainda virão por certo
Pra espantar o mal que ronda perto
E proteger-te numa grande escolta.

( 045 )
15/03/2021 PORTA/ AMIGOS
Jenário de Fátima
QUASE NADA...
( 045 )
( 045 )
15/03/2021 PORTA/ AMIGOS
Jenário de Fátima
QUASE NADA...
( 045 )
15/03/2021 PORTA/ AMIGOS
Jenário de Fátima
QUASE NADA...
Do bem pouco que me resta
Quero dividir consigo.
Igual sol que numa fresta
Deixa luz nalgum abrigo.
A vida é sempre festa
Mas também te seus perigos
SE uma coisa não presta
E nos vem como castigo.
A gente tenta esquecer
Fecha os olhos pra não ver,
Segues em frente, vai além.
Pois um dia tudo finda
Importa é saber que ainda
Tem você que me quer bem...
15/03/2021 PORTA/ AMIGOS
Jenário de Fátima
QUASE NADA...
Do bem pouco que me resta
Quero dividir consigo.
Igual sol que numa fresta
Deixa luz nalgum abrigo.
A vida é sempre festa
Mas também te seus perigos
SE uma coisa não presta
E nos vem como castigo.
A gente tenta esquecer
Fecha os olhos pra não ver,
Segues em frente, vai além.
Pois um dia tudo finda
Importa é saber que ainda
Tem você que me quer bem...
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( 050 )
( 050 )
( 051 )
( 051 )
( 051 )
( 052 )
(( 053 ))
19/04/2021 PORTAL / AMIGOS
Certeza
'
Jenario de Fátima
'
Sou um velho senhor de barbas brancas
De fundas rugas e ralos cabelos,
Cuja idade vai prendendo em trancas
Uns velhos sonhos pra não mais vê-los.
'
Sinto que agora a esperança manca
Feridas por meus muitos atropelos,
E se proponho uma conversa franca,
Ela já não atende meus apelos.
'
É que a esperança anda assim cansada
E já nem tem aparecido mais.
Quando procuro meio a madrugada.
'
Eu sinto tanto a falta que ela me faz
Então me culpo de ter feito nada
De que ela imaginava eu ser capaz.
'
**POESIA VOZ DO CORAÇÃO **
'
( 053 )
19/04/2021 PORTAL / AMIGOS
19/04/2021 PORTAL / AMIGOS
( 054 )
( 054 )
21/01/2020 POETA/ AMIGOS/ PAGINA =
29/04/2020 PORTAL/POETA/ AMIGOS/RECANTO
Jenário de Fátima
CANÇÃO PRA DIZER TE AMO
Como pode ser tudo tão complicado?
Talvez eu nunca mais vá te entender
Sempre o que chega vindo do teu lado
Tem traduções difíceis de fazer...
O meu amor não é amor de entrelinhas.
É puro e claro como sempre fui.
Tudo que falo são de emoções minhas
Que cresce, se agigante evolui.
E digo isso meio a formas claras
De emoções riquíssimas e raras
Para que vejas meu gostar-te, enfim
Que as vezes eu mesmo me recrimino
sentindo o coração em desatino
Gostar bem mais de ti, do que de mim.
( 054 )
21/01/2020 POETA/ AMIGOS/ PAGINA =
29/04/2020 PORTAL/POETA/ AMIGOS/RECANTO
Jenário de Fátima
CANÇÃO PRA DIZER TE AMO
Como pode ser tudo tão complicado?
Talvez eu nunca mais vá te entender
Sempre o que chega vindo do teu lado
Tem traduções difíceis de fazer...
O meu amor não é amor de entrelinhas.
É puro e claro como sempre fui.
Tudo que falo são de emoções minhas
Que cresce, se agigante evolui.
E digo isso meio a formas claras
De emoções riquíssimas e raras
Para que vejas meu gostar-te, enfim
Que as vezes eu mesmo me recrimino
sentindo o coração em desatino
Gostar bem mais de ti, do que de mim.

( 054 )
21/01/2020 POETA/ AMIGOS/ PAGINA =
29/04/2020 PORTAL/POETA/ AMIGOS/RECANTO
Jenário de Fátima
CANÇÃO PRA DIZER TE AMO
Como pode ser tudo tão complicado?
Talvez eu nunca mais vá te entender
Sempre o que chega vindo do teu lado
Tem traduções difíceis de fazer...
O meu amor não é amor de entrelinhas.
É puro e claro como sempre fui.
Tudo que falo são de emoções minhas
Que cresce, se agigante evolui.
E digo isso meio a formas claras
De emoções riquíssimas e raras
Para que vejas meu gostar-te, enfim
Que as vezes eu mesmo me recrimino
sentindo o coração em desatino
Gostar bem mais de ti, do que de mim.


( 054 )
21/01/2020 POETA/ AMIGOS/ PAGINA =
29/04/2020 PORTAL/POETA/ AMIGOS/RECANTO
Jenário de Fátima
CANÇÃO PRA DIZER TE AMO
Como pode ser tudo tão complicado?
Talvez eu nunca mais vá te entender
Sempre o que chega vindo do teu lado
Tem traduções difíceis de fazer...
O meu amor não é amor de entrelinhas.
É puro e claro como sempre fui.
Tudo que falo são de emoções minhas
Que cresce, se agigante evolui.
E digo isso meio a formas claras
De emoções riquíssimas e raras
Para que vejas meu gostar-te, enfim
Que as vezes eu mesmo me recrimino
sentindo o coração em desatino
Gostar bem mais de ti, do que de mim.
( 054 )
( 054 )
21/01/2020 POETA/ AMIGOS/ PAGINA =
29/04/2020 PORTAL/POETA/ AMIGOS/RECANTO
Jenário de Fátima
CANÇÃO PRA DIZER TE AMO
Como pode ser tudo tão complicado?
Talvez eu nunca mais vá te entender
Sempre o que chega vindo do teu lado
Tem traduções difíceis de fazer...
O meu amor não é amor de entrelinhas.
É puro e claro como sempre fui.
Tudo que falo são de emoções minhas
Que cresce, se agigante evolui.
E digo isso meio a formas claras
De emoções riquíssimas e raras
Para que vejas meu gostar-te, enfim
Que as vezes eu mesmo me recrimino
sentindo o coração em desatino
Gostar bem mais de ti, do que de mim.

( 056 )
26/06/2020 PORTAL/ AMIGOS/ RECANTO
ILUSÕES
Como o poeta que escreve na areia,
versos que o mar encobre sem demora,
como o forte raio que o céu braseia,
clareando o espaço e indo logo embora.
Como a vela branca que dança e ondeia,
desaparecendo oceano afora
tal qual arco-íris que no olhar tonteia
e em breve instante se esvai, descolora,
As ilusões são sempre deste jeito,
ficam breve tempo, mas logo se soltam
de esperança toma me enchem o peito
e os nossos sonhos protegem,
escoltam mas sem que ninguém possa entender direito,
vão se quase sempre e nunca mais voltam.
Jenário de Fátima
( 056 )
26/06/2020 PORTAL/ AMIGOS/ RECANTO
( 056 )
26/06/2020 PORTAL/ AMIGOS/ RECANTO
( 057 )
( 058 )
20/12/2020 PORTAL // AMIGOS
Jenário de Fátima
( 058 )
( 058 )
20/12/2020 PORTAL // AMIGOS
Jenário de Fátima
ME DIZ
Hoje o seu coração esta assim vazio?
Me diz anjo porque, anda vai me diz...
O que te faz tão tristonha , infeliz
Qual uma avezinha em tempo de estio?
Hoje teu coração anda meio vazio?
Sera que foi alguma coisa que eu fiz?
Vou desenhar então no chão com giz
Dois braços pra abraçar-te neste frio.
Não te entristeças e nem fique assim:
Há por decerto um anjo, um querubim
Voando junto a ti, em tua volta
E outros anjos inda virão por certo
Pra espantar o anjo que ronda perto
E proteger-te numa grande escolta.
( 060)
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( 062 )
20/06/2020 PORTAL/ AMIGOS/ RECANTO
( 062 )
20/06/2020 PORTAL/ AMIGOS/ RECANTO
( 062 )
20/06/2020 PORTAL/ AMIGOS/ RECANTO
( 064 )
( 065 )
( 066 )
( 067 )
( 068 )
( 069 )
( 069 )
Amor é Estranho
O amor é complexo por natureza.
Que mesmo um sábio não compreende,
Porque que algumas vezes não se rende
A sinais evidentes de clareza.
E noutras se vai contra a correnteza.
Insiste em chama que não acende
Apanha, se machuca não se rende,
Não se entrega a dor na alma presa.
E nisso de gostar de querer tanto,
De se buscar por voz que não responde,
O amor é qual feitiço, qual quebranto,
Mais lembra o sabiá na densa fronde,
Que toma, nos envolve com seu canto
Porém se mais se busca mais se esconde
Jenário de Fátima
Amor é Estranho
O amor é complexo
por natureza.
Que mesmo um sábio não compreende,
Porque que algumas vezes não se rende
A sinais evidentes de clareza.
E noutras se vai contra a correnteza.
Insiste em chama que não acende
Apanha, se machuca não se rende,
Não se entrega a dor na alma presa.
E nisso de gostar de querer tanto,
De se buscar por voz que não responde,
O amor é qual
feitiço, qual quebranto,
Mais lembra o sabiá na densa fronde,
Que toma, nos envolve com seu canto
Porém se mais se
busca mais se esconde
Jenário de Fátima
( 069 )
( 070)
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( 071)
MEL
Jenário de Fátima
Vou roubar seu beijo, ora se vou!
Quero ficar com ele guardadinho...
Prá nestas horas que me achar sozinho
Lembrar do gosto com o qual me beijou.
Talvez até pareça, mas não sou
Alguém que viva sem o seu carinho
E vou ficando emburrado, de beicinho
Quando perto de tí não mais estou...
Este versos são simples, e dai?
Na mesma intenção que os escrevi
Também se faz crescer o meu desejo...
De ter de novo aquela coisa doce
Que quando eu provei julguei que fosse
Um mel vindo na lingua de teu beijo...
14 DE JANEIRO DE 2010
( 071)
MEL
Jenário de Fátima
Vou roubar seu beijo, ora se vou!
Quero ficar com ele guardadinho...
Prá nestas horas que me achar sozinho
Lembrar do gosto com o qual me beijou.
Talvez até pareça, mas não sou
Alguém que viva sem o seu carinho
E vou ficando emburrado, de beicinho
Quando perto de tí não mais estou...
Este versos são simples, e dai?
Na mesma intenção que os escrevi
Também se faz crescer o meu desejo...
De ter de novo aquela coisa doce
Que quando eu provei julguei que fosse
Um mel vindo na lingua de teu beijo...
14 DE JANEIRO DE 2010
( 071)
MEL
Jenário de Fátima
Vou roubar seu beijo, ora se vou!
Quero ficar com ele guardadinho...
Prá nestas horas que me achar sozinho
Lembrar do gosto com o qual me beijou.
Talvez até pareça, mas não sou
Alguém que viva sem o seu carinho
E vou ficando emburrado, de beicinho
Quando perto de tí não mais estou...
Este versos são simples, e dai?
Na mesma intenção que os escrevi
Também se faz crescer o meu desejo...
De ter de novo aquela coisa doce
Que quando eu provei julguei que fosse
Um mel vindo na lingua de teu beijo...
14 DE JANEIRO DE 2010
( 072 )
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15/04/2020 PORTAL/ POETA/ RECANTO/ AMIGOS
15/04/2020 PÁGINA POETA JENARIO DE FATIMA
Jenário de Fátima - Poemas -
abril de 2013 ·
Segredos de amor
O amor é carregado de segredos.
E quando em nosso coração se aninha,
tem o encanto de antigos vinhedos
à luz crepuscular das tardezinhas.
Tem a alegria da busca aos brinquedos
de uma criança que ainda engatinha.
tem a leveza dos olhares quedos
perdidos entre os vôos das andorinhas.
Só que o amor é frágil e delicado.
É qual canteiro quando não cuidado
Se perde encanto de que antes tinha.
E as rosas belas vão perdendo o viço.
Mas bem mais triste, bem pior que isso
é vê-las mortas por ervas-daninhas.
Jenario de Fatima.
((078 ))
15/04/2020 PÁGINA POETA JENARIO DE FATIMA
Jenário de Fátima - Poemas -
abril de 2013 ·
Segredos de amor
O amor é carregado de segredos.
E quando em nosso coração se aninha,
tem o encanto de antigos vinhedos
à luz crepuscular das tardezinhas.
Tem a alegria da busca aos brinquedos
de uma criança que ainda engatinha.
tem a leveza dos olhares quedos
perdidos entre os vôos das andorinhas.
Só que o amor é frágil e delicado.
É qual canteiro quando não cuidado
Se perde encanto de que antes tinha.
E as rosas belas vão perdendo o viço.
Mas bem mais triste, bem pior que isso
é vê-las mortas por ervas-daninhas.
Jenario de Fatima.
((078 ))
15/04/2020 PÁGINA POETA JENARIO DE FATIMA
Jenário de Fátima - Poemas -
abril de 2013 ·
Segredos de amor
O amor é carregado de segredos.
E quando em nosso coração se aninha,
tem o encanto de antigos vinhedos
à luz crepucular das tardezinhas.
Tem a alegria da busca aos brinquedos
de uma criança que ainda engatinha.
tem a leveza dos olhares quedos
perdidos entre os vôos das andorinhas.
Só que o amor é frágil e delicado.
É qual canteiro quando não cuidado
Se perde encanto de que antes tinha.
E as rosas belas vão perdendo o viço.
Mas bem mais triste, bem pior que isso
é vê-las mortas por ervas-daninhas.
Jenario de Fatima.
((078 ))
15/04/2020 PÁGINA POETA JENARIO DE FATIMA
Jenário de Fátima - Poemas -
abril de 2013 ·
Segredos de amor
O amor é carregado de segredos.
E quando em nosso coração se aninha,
tem o encanto de antigos vinhedos
à luz crepuscular das tardezinhas.
Tem a alegria da busca aos brinquedos
de uma criança que ainda engatinha.
tem a leveza dos olhares quedos
perdidos entre os vôos das andorinhas.
Só que o amor é frágil e delicado.
É qual canteiro quando não cuidado
Se perde encanto de que antes tinha.
E as rosas belas vão perdendo o viço.
Mas bem mais triste, bem pior que isso
é vê-las mortas por ervas-daninhas.
Jenario de Fatima.


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27/12/2020 PORTAL // AMIGOS
VERSOS DE AMOR
Jenário de Fátima
Porque será que alguns versos de amor,
Tocam-nos tão lá dentro, tão no fundo?
E nos faz viajar por um segundo
Nos rumos por onde o poema for?
Há versos que carregam tata cor,
e trazem um lirismo tão fecundo
que deles é que damos mais valor
as coisas mais singelas deste mundo.
Benditos os poetas delirantes
que fazem com que loucos e amantes
Descubram em tanto breu a claridade.
Eles são quais faróis que o navegante
Segui pelo menos num instante
Quando se torna a vida tempestade.
((085 ))
VERSOS DE AMOR
Jenário de Fátima
Porque será que alguns versos de amor,
Tocam-nos tão lá dentro, tão no fundo?
E nos faz viajar por um segundo
Nos rumos por onde o poema for?
Há versos que carregam tata cor,
e trazem um lirismo tão fecundo
que deles é que damos mais valor
as coisas mais singelas deste mundo.
Benditos os poetas delirantes
que fazem com que loucos e amantes
Descubram em tanto breu a claridade.
Eles são quais faróis que o navegante
Segui pelo menos num instante
Quando se torna a vida tempestade.
((085 ))
VERSOS DE AMOR
Jenário de Fátima
Porque será que alguns versos de amor,
Tocam-nos tão lá dentro, tão no fundo?
E nos faz viajar por um segundo
Nos rumos por onde o poema for?
Há versos que carregam tata cor,
e trazem um lirismo tão fecundo
que deles é que damos mais valor
as coisas mais singelas deste mundo.
Benditos os poetas delirantes
que fazem com que loucos e amantes
Descubram em tanto breu a claridade.
Eles são quais faróis que o navegante
Segui pelo menos num instante
Quando se torna a vida tempestade.
((085 ))
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VERSOS DE AMOR
Jenário de Fátima
Porque será que alguns versos de amor,
Tocam-nos tão lá dentro, tão no fundo?
E nos faz viajar por um segundo
Nos rumos por onde o poema for?
Há versos que carregam tata cor,
e trazem um lirismo tão fecundo
que deles é que damos mais valor
as coisas mais singelas deste mundo.
Benditos os poetas delirantes
que fazem com que loucos e amantes
Descubram em tanto breu a claridade.
Eles são quais faróis que o navegante
Segui pelo menos num instante
Quando se torna a vida tempestade.
((085 ))
VERSOS DE AMOR
Jenário de Fátima
Porque será que alguns versos de amor,
Tocam-nos tão lá dentro, tão no fundo?
E nos faz viajar por um segundo
Nos rumos por onde o poema for?
Há versos que carregam tata cor,
e trazem um lirismo tão fecundo
que deles é que damos mais valor
as coisas mais singelas deste mundo.
Benditos os poetas delirantes
que fazem com que loucos e amantes
Descubram em tanto breu a claridade.
Eles são quais faróis que o navegante
Segui pelo menos num instante
Quando se torna a vida tempestade.
((085 ))
VERSOS DE AMOR
Jenário de Fátima
Porque será que alguns versos de amor,
Tocam-nos tão lá dentro, tão no fundo?
E nos faz viajar por um segundo
Nos rumos por onde o poema for?
Há versos que carregam tata cor,
e trazem um lirismo tão fecundo
que deles é que damos mais valor
as coisas mais singelas deste mundo.
Benditos os poetas delirantes
que fazem com que loucos e amantes
Descubram em tanto breu a claridade.
Eles são quais faróis que o navegante
Segui pelo menos num instante
Quando se torna a vida tempestade.
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20/04/2020 POETA/ PORTAL/ RECANTO/ AMIGOS
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(( 112 ))
(( 113 ))
(( 113 ))
24/01/2021 PORTAL // AMIGOS
Ciúmes...
Por ciúmes às vezes nós passamos
Situações de risos ou de troças,
Presos à vida de quem tanto amamos,
Nós esquecemos de viver a nossa.
Sempre de tudo nós desconfiamos,
Em ebulição a alma se alvoroça,
Quando algo que somente imaginamos
Evolui, se agiganta e nos destroça.
Aí descolorimos nossos dias
Criando as mais estranhas fantasias
Só prevendo algo ruim acontecer.
Na sucessividade dos deslizes
Levamos a vida sem ser felizes
...Sem deixar a quem amamos também ser...
(( 113 ))
O TEMPO
*JENÁRIO DE FÁTIMA*
O tempo anda tingindo meus cabelos.
Tornando-os esbranquiçados, cor de neve.
Os poucos que ainda ouso tê-los
parecem me dizer quão tudo é breve;
e o que me falta ainda por viver,
não sei como será, como vai ser
só peço a deus que tudo seja leve.
Porque daquilo tudo que aprendi
a única coisa plena que senti
é que sem ter amor nada se escreve.

O TEMPO
*JENÁRIO DE FÁTIMA*
O tempo anda tingindo meus cabelos.
Tornando-os esbranquiçados, cor de neve.
Os poucos que ainda ouso tê-los
parecem me dizer quão tudo é breve;
e o que me falta ainda por viver,
não sei como será, como vai ser
só peço a deus que tudo seja leve.
Porque daquilo tudo que aprendi
a única coisa plena que senti
é que sem ter amor nada se escreve.
https://www.facebook.com/Poetaspoemasepoesias/photos/a.381985865181535/578971685482951/?type=3&theater
(( 114 ))
Jenário de Fátima
TANTO AMOR
Porque te agita coração magoado?
E te estremeces assim deste jeito?...
Onde é que cabe tanto amor guardado
Neste tão frágil pequenino peito?
Porque te bates tão desesperado
Se pouco ou nada mais pode ser feito?
Se quem tu sonhas tanto do seu lado,
Já nem mais sabes quem és tu direito?
Oh! coraçãozinho insensato e tolo,
Entregue ao tempo o que te aflige agora.
Pense que ainda possa haver consolo,
Em qualquer coisa seja qual ela for,
Pense também que existe mundo afora
Quem queira um pouco do seu tanto amor.
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