(( A )) SÓ SONETO JENÁRIO DE FÁTIMA

                            

                             

    

( 001 )


29/03/2021 PORTAL / AMIGOS

11/04/2020 POETA/ PORTAL/ RECANTO/ AMIGOS

Lembranças

Lembranças

Quantas ...Quantas noites mal dormidas,
Vendo o deslizar das horas mortas,
Vagamos por imagens absortas
No silêncio da casa adormecida.


Quantas as lembranças produzidas,
Que tomam de assalto o vão das portas
E erguem um retrato em linhas tortas
Daquilo o que foram nossas vidas.

E neste emaranhado sempre tem
A dor d'uma lágrima sentida
Que recorda-nos a face de alguém.


Alguém, por quem a alma chora e sonha
E o abraço ao travesseiro é a saída
...Mesmo que as vezes lhe encharque a fronha!

Jenário de Fátima

 



( 001 )


Lembranças

Quantas ...Quantas noites mal dormidas,
Vendo o deslizar das horas mortas,
Vagamos por imagens absortas
No silêncio da casa adormecida.


Quantas as lembranças produzidas,
Que tomam de assalto o vão das portas
E erguem um retrato em linhas tortas
Daquilo o que foram nossas vidas.

E neste emaranhado sempre tem
A dor d'uma lágrima sentida
Que recorda-nos a face de alguém.


Alguém, por quem a alma chora e sonha
E o abraço ao travesseiro é a saída
...Mesmo que as vezes lhe encharque a fronha!

Jenário de Fátima 


( 001 )


Lembranças

Quantas ...Quantas noites mal dormidas,
Vendo o deslizar das horas mortas,
Vagamos por imagens absortas
No silêncio da casa adormecida.


Quantas as lembranças produzidas,
Que tomam de assalto o vão das portas
E erguem um retrato em linhas tortas
Daquilo o que foram nossas vidas.

E neste emaranhado sempre tem
A dor d'uma lágrima sentida
Que recorda-nos a face de alguém.


Alguém, por quem a alma chora e sonha
E o abraço ao travesseiro é a saída
...Mesmo que as vezes lhe encharque a fronha!

Jenário de Fátima 


( 001 )

 

Lembranças

Quantas ...Quantas noites mal dormidas,

Vendo o deslizar das horas mortas,
Vagamos por imagens absortas
No silêncio da casa adormecida.


Quantas as lembranças produzidas,
Que tomam de assalto o vão das portas
E erguem um retrato em linhas tortas
Daquilo o que foram nossas vidas.

E neste emaranhado sempre tem
A dor d'uma lágrima sentida
Que recorda-nos a face de alguém.


Alguém, por quem a alma chora e sonha
E o abraço ao travesseiro é a saída
...Mesmo que as vezes lhe encharque a fronha!

Jenário de Fátima 



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Lembranças



Lembranças

Jenário de Fátima 

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Lembranças

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Lembranças

Jenário de Fátima 

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Lembranças

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Lembranças

Jenário de Fátima 


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Lembranças

( 001 )S

Lembranças

Jenário de Fátima 

( 002 )


Poetas Poemas Poesias

· 22 de setembro de 2012 · 

 

AMO-TE TANTO

* Jenário de Fátima


Amo-te tanto sim... amo-te tanto...
Que este amor me deixa sempre a deriva
Como se nele houvesse algum encanto
Que me tomasse em fogo a carne viva.

Amo-te assim sem nem saber portanto,
Se me aceitas ou se de mim te esquivas.
Se é feitiço magia ou se quebranto
quando me dás respostas evasivas

Porem te sonho um dia em minha cama
Pra transformá-la numa ardente chama
Onde nós dois entre brancos lençóis

Iremos juntos, desbravar caminhos,
Onde não hajam pedras nem espinhos,

Somente o doce olhar dos Girassóis...

( 002 )

Poetas Poemas Poesias

· 22 de setembro de 2012 · 

 

AMO-TE TANTO

* Jenário de Fátima


Amo-te tanto sim... amo-te tanto...
Que este amor me deixa sempre a deriva
Como se nele houvesse algum encanto
Que me tomasse em fogo a carne viva.

Amo-te assim sem nem saber portanto,
Se me aceitas ou se de mim te esquivas.
Se é feitiço magia ou se quebranto
quando me dás respostas evasivas

Porem te sonho um dia em minha cama
Pra transformá-la numa ardente chama
Onde nós dois entre brancos lençóis

Iremos juntos, desbravar caminhos,
Onde não hajam pedras nem espinhos,
Somente o doce olhar dos Girassóis...

( 002 )

Poetas Poemas Poesias

· 22 de setembro de 2012 · 

 

AMO-TE TANTO

* Jenário de Fátima


Amo-te tanto sim... amo-te tanto...
Que este amor me deixa sempre a deriva
Como se nele houvesse algum encanto
Que me tomasse em fogo a carne viva.

Amo-te assim sem nem saber portanto,
Se me aceitas ou se de mim te esquivas.
Se é feitiço magia ou se quebranto
quando me dás respostas evasivas

Porem te sonho um dia em minha cama
Pra transformá-la numa ardente chama
Onde nós dois entre brancos lençóis

Iremos juntos, desbravar caminhos,
Onde não hajam pedras nem espinhos,
Somente o doce olhar dos Girassóis...


( 002 )

Poetas Poemas Poesias

· 22 de setembro de 2012 · 

 

AMO-TE TANTO

* Jenário de Fátima


Amo-te tanto sim... amo-te tanto...
Que este amor me deixa sempre a deriva
Como se nele houvesse algum encanto
Que me tomasse em fogo a carne viva.

Amo-te assim sem nem saber portanto,
Se me aceitas ou se de mim te esquivas.
Se é feitiço magia ou se quebranto
quando me dás respostas evasivas

Porem te sonho um dia em minha cama
Pra transformá-la numa ardente chama
Onde nós dois entre brancos lençóis

Iremos juntos, desbravar caminhos,
Onde não hajam pedras nem espinhos,
Somente o doce olhar dos Girassóis...

( 002 )

Poetas Poemas Poesias

· 22 de setembro de 2012 · 

 

AMO-TE TANTO

* Jenário de Fátima


Amo-te tanto sim... amo-te tanto...
Que este amor me deixa sempre a deriva
Como se nele houvesse algum encanto
Que me tomasse em fogo a carne viva.

Amo-te assim sem nem saber portanto,
Se me aceitas ou se de mim te esquivas.
Se é feitiço magia ou se quebranto
quando me dás respostas evasivas

Porem te sonho um dia em minha cama
Pra transformá-la numa ardente chama
Onde nós dois entre brancos lençóis

Iremos juntos, desbravar caminhos,
Onde não hajam pedras nem espinhos,
Somente o doce olhar dos Girassóis...

(003 )

Poetas Poemas Poesias

· 2 de março de 2014 · 


SEM MÁGOAS

Amei-te tanto amor... amei-te tanto!
Fostes meu ar, fostes meu alimento.
Fostes meu colo, abrigo, meu alento,
Fostes meu sono ao embalo do acalanto...

Contudo amor... contudo, entretanto...
Só eu vivi total deslumbramento,
Prá ti eu fui qual uma bolha ao vento
Que logo estoura e perde seu encanto.

Culpar-te amor? ...Culpar-te já não posso!
Foi o meu sonho de um mundo só nosso,
Contra teu medo de viver a dois.

Mágoas não tenho amor... Porque teria?!
Se conheci contigo a fantasia
... Mesmo eu ficando assim tão só depois...

Jenario de Fatima 

(003 )

Poetas Poemas Poesias2 de março de 2014 · 


                                                  
Jenário de Fátima - Poemas - 

                                                         1 de dezembro de 2012 · 


 

 AMEI-TE TANTO

*JENÁRIO DE FÁTIMA*

Amei-te tanto amor... Amei-te tanto!
Fostes meu ar, fostes meu alimento.
Fostes meu colo, abrigo, meu alento,
fostes meu sono ao embalo do acalanto...

Contudo amor... contudo, entretanto...
Só eu vivi total deslumbramento,
prá ti eu fui qual uma bolha ao vento
que logo estoura e perde seu encanto.

Culpar-te amor? ...Culpar-te já não posso!
Foi o meu sonho de um mundo só nosso,
contra teu medo de viver a dois.



Mágoas não tenho amor... Porque teria?!
Se conheci contigo a fantasia
... Mesmo eu ficando assim tão só depois...

(003 )

Poetas Poemas Poesias

· 2 de março de 2014 · 

 AMEI-TE TANTO

*JENÁRIO DE FÁTIMA*

Amei-te tanto amor... Amei-te tanto!
Fostes meu ar, fostes meu alimento.
Fostes meu colo, abrigo, meu alento,
fostes meu sono ao embalo do acalanto...

Contudo amor... contudo, entretanto...
Só eu vivi total deslumbramento,
prá ti eu fui qual uma bolha ao vento
que logo estoura e perde seu encanto.

Culpar-te amor? ...Culpar-te já não posso!
Foi o meu sonho de um mundo só nosso,
contra teu medo de viver a dois.


Mágoas não tenho amor... Porque teria?!
Se conheci contigo a fantasia

... Mesmo eu ficando assim tão só depois...

(003 )

Poetas Poemas Poesias

· 2 de março de 2014 · 

 AMEI-TE TANTO

*JENÁRIO DE FÁTIMAAme


(003 )
SEM MÁGOAS

Amei-te tanto amor... amei-te tanto!
Fostes meu ar, fostes meu alimento.
Fostes meu colo, abrigo, meu alento,
Fostes meu sono ao embalo do acalanto...

Contudo amor... contudo, entretanto...
Só eu vivi total deslumbramento,
Prá ti eu fui qual uma bolha ao vento
Que logo estoura e perde seu encanto.

Culpar-te amor? ...Culpar-te já não posso!
Foi o meu sonho de um mundo só nosso,
Contra teu medo de viver a dois.

Mágoas não tenho amor... Porque teria?!
Se conheci contigo a fantasia
... Mesmo eu ficando assim tão só depois...

Jenario de Fatima 

( 004 )



                                                                Jenário de Fátima -                                  

                                                                                                                                               14 de março de 2014
 
Lição

Amei-lhe tanto e o tanto que lhe amei.
Não sei foi amor ou se foi loucura.
Se foi insanidade em forma pura,
ou total desespero... Já nem sei!

Só sei que o tempo que lhe dediquei
foi feito de paixão e de ternura.
Foi feito de entrega e de candura.
Foi feito da emoção que carreguei.
Mas só Deus sabe como fui infeliz...
Você nunca me amou, nunca me quis,
só procurava-me se estava afim.
Bom que acabou... e não lhe guardo mágoa...
pois foi contigo enchendo os olhos d´agua
que aprendi dar mais valor em mim!
(( 004 ))
03/04/2021 PORTAL / AMIGOS

'
Lição
'
Jenário de Fátima
'
Amei-te tanto, e o tanto que te amei.
Não sei se foi amor ou se loucura,
Se foi insanidade em forma pura
Ou total desespero... Já nem sei!
'
Só sei que o tempo que lhe dediquei.
Foi feito de paixão e de ternura,
Foi feito de entrega e de candura,
Foi feito da emoção que carreguei.
'
Mas oh, meu Deus.... Como fui infeliz,
Você nunca me amou, nunca me quis,
Só procurava me se estava a fim.
'
Mas acabou... A ti não guardo mágoa.
Pois foi contigo enchendo olhos d'água,
Que aprendi dar mais valor em mim !
'
Jenário de Fátima -

'
Lição
'
Jenário de Fátima
'
Amei-te tanto, e o tanto que te amei.
Não sei se foi amor ou se loucura,
Se foi insanidade em forma pura
Ou total desespero... Já nem sei!
'
Só sei que o tempo que lhe dediquei.
Foi feito de paixão e de ternura,
Foi feito de entrega e de candura,
Foi feito da emoção que carreguei.
'
Mas oh, meu Deus.... Como fui infeliz,
Você nunca me amou, nunca me quis,
Só procurava me se estava a fim.
'
Mas acabou... A ti não guardo mágoa.
Pois foi contigo enchendo olhos d'água,
Que aprendi dar mais valor em mim !
'
Jenário de Fátima -


(  005 )

Poetas Poemas Poesias

· 23 de setembro de 2012 · 

(Via -Poemas , mensagens e amigos -Jenario de Fatima)


* Jenario de Fatima *

AMORES VIRTUAIS 


Não brinque com amores virtuais

Eles são como todos os amores,

Provocam as mesmas mágoas, mesmas dores

Daqueles que chamamos de normais.


Estes porém machucam ainda mais,

Pois nunca se dividem os cobertores,

Dos beijos não se provam os sabores,

Nem vão-se pelos ímpetos carnais.


Mesmo assim, quando este amor se acaba

Os dias perdem o brilho, a alegria,

Parece que ao redor tudo desaba.


E a solidão ao cúmulo se revela;

Chorar-se um frágil amor que só se havia,

Na fina transparência de uma tela.

(  005 )

Poetas Poemas Poesias

· 23 de setembro de 2012 · 



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* Jenario de Fatima *


AMORES VIRTUAIS 




(  005 )

Poetas Poemas Poesias

· 23 de setembro de 2012 · 

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* Jenario de Fatima *

AMORES VIRTUAIS 


Não brinque com amores virtuais

Eles são como todos os amores,

Provocam as mesmas mágoas, mesmas dores

Daqueles que chamamos de normais.


Estes porém machucam ainda mais,

Pois nunca se dividem os cobertores,

Dos beijos não se provam os sabores,

Nem vão-se pelos ímpetos carnais.


Mesmo assim, quando este amor se acaba

Os dias perdem o brilho, a alegria,

Parece que ao redor tudo desaba.


E a solidão ao cúmulo se revela;

Chorar-se um frágil amor que só se havia,

Na fina transparência de uma tela.

(  005 )

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· 23 de setembro de 2012 · 

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* Jenario de Fatima *

AMORES VIRTUAIS 


Não brinque com amores virtuais

Eles são como todos os amores,

Provocam as mesmas mágoas, mesmas dores

Daqueles que chamamos de normais.


Estes porém machucam ainda mais,

Pois nunca se dividem os cobertores,

Dos beijos não se provam os sabores,

Nem vão-se pelos ímpetos carnais.


Mesmo assim, quando este amor se acaba

Os dias perdem o brilho, a alegria,

Parece que ao redor tudo desaba.


E a solidão ao cúmulo se revela;

Chorar-se um frágil amor que só se havia,

Na fina transparência de uma tela.

(  005 )

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· 23 de setembro de 2012 · 

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(  005 )


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* Jenario de Fatima *

AMORES VIRTUAIS 


Não brinque com amores virtuais

Eles são como todos os amores,

Provocam as mesmas mágoas, mesmas dores

Daqueles que chamamos de normais.


Estes porém machucam ainda mais,

Pois nunca se dividem os cobertores,

Dos beijos não se provam os sabores,

Nem vão-se pelos ímpetos carnais.


Mesmo assim, quando este amor se acaba

Os dias perdem o brilho, a alegria,

Parece que ao redor tudo desaba.


E a solidão ao cúmulo se revela;

Chorar-se um frágil amor que só se havia,

Na fina transparência de uma te

(  005 )

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· 23 de setembro de 2012 · 

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* Jenario de Fatima *

AMORES VIRTUAIS 


Não brinque com amores virtuais

Eles são como todos os amores,

Provocam as mesmas mágoas, mesmas dores

Daqueles que chamamos de normais.


Estes porém machucam ainda mais,

Pois nunca se dividem os cobertores,

Dos beijos não se provam os sabores,

Nem vão-se pelos ímpetos carnais.


Mesmo assim, quando este amor se acaba

Os dias perdem o brilho, a alegria,

Parece que ao redor tudo desaba.


E a solidão ao cúmulo se revela;

Chorar-se um frágil amor que só se havia,

Na fina transparência de uma tela.

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· 23 de setembro de 2012 · 

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* Jenario de Fatima *

AMORES VIRTUAIS 


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 04/12/2020 PORTAL

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* Jenario de Fatima *

Não brinque com amores virtuais
Eles são como todos os amores,
Provocam as mesmas mágoas, mesmas dores
Daqueles que chamamos de normais.

Estes porém machucam ainda mais,
Pois nunca se dividem os cobertores,
Dos beijos não se provam os sabores,
Nem vão-se pelos ímpetos carnais.

Mesmo assim, quando este amor se acaba
Os dias perdem o brilho, a alegria,
Parece que ao redor tudo desaba.

E a solidão ao cúmulo se revela;
Chorar-se um frágil amor que só se havia,
Na fina transparência de uma tela.


 

( 006 )


Poetas Poemas Poesias

· 27 de setembro de 2012 · 

 SÓ QUERO

* Jenário de Fátima

Não quero nada que pra mim não esteja
Tangível, palpável, bem ao meu alcance
Nada que me oprima, me exaure ou lance
Por um caminho que não sei qual seja.

Também não quero, que se alguém me veja
Por silhueta ou por vaga nuance
Eu possa parecer alguém sem chance
Mas que insiste em sua cruel peleja,

Só apenas quero, que se chegue o dia
Nas voltas tantas porque gira o mundo
Eu venha conhecer a fantasia

Daquilo que na vida inteira clamo.
Que é ver a eternidade de um segundo
Ser resumida num só dizer – Te amo!


( 006 )


Poetas Poemas Poesias

· 27 de setembro de 2012 · 

 SÓ QUERO

* Jenário de Fátima


( 006 )


Poetas Poemas Poesias

· 27 de setembro de 2012 · 

 SÓ QUERO

* Jenário de Fátima


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Poetas Poemas Poesias

· 27 de setembro de 2012 · 

 SÓ QUERO

* Jenário de Fátima


( 007 )


Poetas Poemas Poesias

· 27 de setembro de 2012 · 

 

POIS É...

* Jenario de Fátima

Às vezes, alguém distante está perto.
E noutras, quem está perto está distante
Às vezes o errado é que está certo
Quando o erro é de sonhar constante.

Às vezes, tudo em volta é tão deserto
Mesmo em meio a uma multidão falante
Às vezes, soa falso, soa incerto
Um "te amo" quando é dito a todo instante.

Às vezes, muito Sim quer dizer Não
Às vezes, a voz que prega o perdão
É quem mais precisa ser perdoada.

Às vezes, eu me calo  e me mudo,
Ao saber que alguém que diz ser tudo,

Usa isso pra esconder que não é nada.


( 007 )


Poetas Poemas Poesias

· 27 de setembro de 2012 · 

 

POIS É...

* Jenario de Fátima



( 007 )


Poetas Poemas Poesias

· 27 de setembro de 2012 · 

 

POIS É...

* Jenario de Fátima



 008 )


Poetas Poemas Poesias

· 6 de outubro de 2012 · 

 

ATITUDE

* Jenario de Fatima *

Talvez amor, talvez certo não desse...
O que sonhamos pra nós dois um dia.
Talvez apenas fosse Fantasia,
Destas de quem ama borda e tece.

Contudo amor, a gente envelhece
(... decerto envelhecer não se podia)
E a vida vai ficando mais vazia
Justo quando do amor se mais carece

E vem a noite amor, então sozinho
Ficamos a pensar quantos caminhos
Não fomos por faltar-nos Atitude.

E o preço caro agora que pagamos
É este de achar sempre que estamos
Num mundo em que já nada mais ilude


 008 )


Poetas Poemas Poesias

· 6 de outubro de 2012 · 

 

ATITUDE

* Jenario de Fatima *

 008 )


Poetas Poemas Poesias

· 6 de outubro de 2012 · 

 ATITUDE


* Jenario de Fatima *



Poetas Poemas Poesias

· 6 de outubro de 2012 · 

 

ATITUDE

* Jenario de Fatima *

 008 )


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· 6 de outubro de 2012 · 

 

ATITUDE

* Jenario de Fatima *


 008 )


Poetas Poemas Poesias

· 6 de outubro de 2012 · 

 

ATITUDE

* Jenario de Fatima *

 008 )


Poetas Poemas Poesias

· 6 de outubro de 2012 · 

 

ATITUDE

* Jenario de Fatima *

( 009 )


Poetas Poemas Poesias

· 9 de outubro de 2012 · 


FEITO PUNHAL

* Jenario de Fátima *

Ai como dói, vivermos um romance,
Que corta e fere qual vidro partido.
Em que fazemos tudo ao nosso alcance.
Mas nosso amor não é correspondido.

Ai como dói! Se vemos de relance,
Em nós, uns olhos fitos sem sentido,
Constantemente em difusa nuance,
Em um vagar alheio e distraído

Ai como dói! Provar... Reconhecer
Estar num caso que só um lado importa.
Dá uma vontade de desaparecer.

Fugir no breu dálguma noite morta.
Mas vem o medo de no amanhecer,
De novo estar batendo à sua porta...

( 009 )

29/09/2020 P.AGINA J. DE F. POETA 

Poetas Poemas Poesias

· 9 de outubro de 2012 · 


FEITO PUNHAL

* Jenario de Fátima *



( 009 )

29/09/2020 P.AGINA J. DE F. POETA 

Poetas Poemas Poesias

· 9 de outubro de 2012 · 


FEITO PUNHAL

* Jenario de Fátima *

( 009 )

29/09/2020 P.AGINA J. DE F. POETA 

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· 9 de outubro de 2012 · 


FEITO PUNHAL

* Jenario de Fátima *


21/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINA

12/10/2020 ORKUT//BLOGA

( 010 ) 

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 19 de outubro de 2012 · 

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CARTAS DE AMOR

* Jenário de Fátima *

Já não se escreve mais cartas de amor...
Já não se envia mais doces relatos...
Já não se data as costas dos retratos
Aqueles que com tempo perdem cor.
.
Tudo hoje é feito no computador
E nesta nova forma de relato
O que se vê é tão somente um fato;
- O romantismo já não tem valor-
.
Porem, por mais que o Homem mude seus costumes,
Sempre haverá nos céus distantes lumes
Das estrelinhas que nos dão ajuda.
.
Quando nós vemos n´alma angustiada
Somente a ausência da pessoa amada
Presa na dor de amar, que nunca muda!


21/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINA

12/10/2020 ORKUT//BLOGA

( 010 ) 

Poetas Poemas Poesias

 19 de outubro de 2012 · 

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CARTAS DE AMOR

* Jenário de Fátima *



21/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINA

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CARTAS DE AMOR

* Jenário de Fátima *

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CARTAS DE AMOR

* Jenário de Fátima *



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CARTAS DE AMOR

* Jenário de Fátima *

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CARTAS DE AMOR

* Jenário de Fátima *

 

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* Jenário de Fátima *


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CARTAS DE AMOR

* Jenário de Fátima *


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CARTAS DE AMOR

* Jenário de Fátima *


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CARTAS DE AMOR

* Jenário de Fátima *


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CARTAS DE AMOR

* Jenário de Fátima *


( 011 )

Poetas Poemas Poesias

· 24 de outubro de 2012 · 

 

 -Jenario de Fatima.


SOLILÓQUIO

* Jenário de Fátima *


N’alguma noite quando a insônia invade
O escuro impenetrável do meu quarto,
Em duplos fragmentos me reparto
E multiplico minha insanidade.

O escuro serve pra ser ver verdades,
E de minhas verdades ando farto.
É que verdades me doem como um parto
De onde afloram incapacidades.

“O que foi que fiz?” eu mesmo me pergunto.
-Fiz quase nada. O outro eu responde…
O incoerente insiste no assunto…

E o réu confesso com a alma acuada;
-”Nesses fracassos caminhamos juntos,
Vamos dormir que é alta a madrugada”.

( 011 )

· 24 de outubro de 2012 · 

 

 -Jenario de Fatima.


SOLILÓQUIO

( 011 )

Poetas Poemas Poesias

· 24 de outubro de 2012 · 

 

 -Jenario de Fatima.


SOLILÓQUIO

* Jenário de Fátima *


N’alguma noite quando a insônia invade
O escuro impenetrável do meu quarto,
Em duplos fragmentos me reparto
E multiplico minha insanidade.

O escuro serve pra ser ver verdades,
E de minhas verdades ando farto.
É que verdades me doem como um parto
De onde afloram incapacidades.

“O que foi que fiz?” eu mesmo me pergunto.
-Fiz quase nada. O outro eu responde…
O incoerente insiste no assunto…

E o réu confesso com a alma acuada;
-”Nesses fracassos caminhamos juntos,
Vamos dormir que é alta a madrugada”.
( 011 )


Poetas Poemas Poesias

· 24 de outubro de 2012 · 

 

 -Jenario de Fatima.


SOLILÓQUIO

( 011 )

Poetas Poemas Poesias

· 24 de outubro de 2012 · 

 

 -Jenario de Fatima.


SOLILÓQUIO

* Jenário de Fátima *


N’alguma noite quando a insônia invade
O escuro impenetrável do meu quarto,
Em duplos fragmentos me reparto
E multiplico minha insanidade.

O escuro serve pra ser ver verdades,
E de minhas verdades ando farto.
É que verdades me doem como um parto
De onde afloram incapacidades.

“O que foi que fiz?” eu mesmo me pergunto.
-Fiz quase nada. O outro eu responde…
O incoerente insiste no assunto…

E o réu confesso com a alma acuada;
-”Nesses fracassos caminhamos juntos,
Vamos dormir que é alta a madrugada”.
( 011 )

Poetas Poemas Poesias

· 24 de outubro de 2012 · 

 

 -Jenario de Fatima.


SOLILÓQUIO

( 011 )

Poetas Poemas Poesias

· 24 de outubro de 2012 · 

 

 -Jenario de Fatima.


SOLILÓQUIO

* Jenário de Fátima *


N’alguma noite quando a insônia invade
O escuro impenetrável do meu quarto,
Em duplos fragmentos me reparto
E multiplico minha insanidade.

O escuro serve pra ser ver verdades,
E de minhas verdades ando farto.
É que verdades me doem como um parto
De onde afloram incapacidades.

“O que foi que fiz?” eu mesmo me pergunto.
-Fiz quase nada. O outro eu responde…
O incoerente insiste no assunto…

E o réu confesso com a alma acuada;
-”Nesses fracassos caminhamos juntos,
Vamos dormir que é alta a madrugada”.

14/01/2021 PORTAL // AMIGOS

Poetas Poemas Poesias

· 24 de outubro de 2012 · 

 

 -Jenario de Fatima.


SOLILÓQUIO

( 011 )

Poetas Poemas Poesias

· 24 de outubro de 2012 · 

 

 -Jenario de Fatima.


SOLILÓQUIO

* Jenário de Fátima *


N’alguma noite quando a insônia invade
O escuro impenetrável do meu quarto,
Em duplos fragmentos me reparto
E multiplico minha insanidade.

O escuro serve pra ser ver verdades,
E de minhas verdades ando farto.
É que verdades me doem como um parto
De onde afloram incapacidades.

“O que foi que fiz?” eu mesmo me pergunto.
-Fiz quase nada. O outro eu responde…
O incoerente insiste no assunto…

E o réu confesso com a alma acuada;
-”Nesses fracassos caminhamos juntos,
Vamos dormir que é alta a madrugada”.




( 011 )

Poetas Poemas Poesias

· 24 de outubro de 2012 · 

 

 -Jenario de Fatima.


SOLILÓQUIO

( 012 )

Poetas Poemas Poesias

· 22 de março de 2013 · 

 

AGRADECIMENTO

Agradeço-te Pai, pelos meus passos,
Já que tantos perderam movimentos.
E também pelo riso de meus traços
Quando muitos vivem de ódio e tormentos.

Agradeço-te Pai pelos abraços
Que as filhas vêm dar-me todo momento
Já que tantos dividem seu curto espaço
Nas prisões entre grades e detentos.

Agradeço-te pai, pelo pão de cada dia
Por ter paz, ter amigos, endereço
Agradeço-te pela imensa alegria

Que me toma, quando um novo verso teço
Agradeço pelo dom da fantasia
E por crer que tenho mais do que mereço

(Jenário de Fátima)


( 012 )

Poetas Poemas Poesias

· 22 de março de 2013 · 

 

AGRADECIMENTO

(Jenário de Fátima)



( 012 )

Poetas Poemas Poesias

· 22 de março de 2013 · 

 

AGRADECIMENTO

(Jenário de Fátima)



( 012 )

Poetas Poemas Poesias

· 22 de março de 2013 · 

 

AGRADECIMENTO

(Jenário de Fátima)



( 012 )

Poetas Poemas Poesias

· 22 de março de 2013 · 

 

AGRADECIMENTO

(Jenário de Fátima)




( 013 )

 09/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINA

Poetas Poemas Poesias

· 27 de maio de 2013 · 






  

APÓLOGO

*JENARIO DE FÁTIMA*

Lá fora cai chuva fina
Já não é tempo de estio.
Parece que ela combina
Com meu coração vazio.

Então eu abro a cortina.
Olho pra fora... Espio...
Água leve que declina
Na extensão do meio-fio.

Dizem que chuvinha assim
São lágrimas dum Querubim
Que caiu em rodopio.

Feriu-se... Quebrou a asa...
Não pode voltar pra casa
E chora porque tem frio.

( 013 )

 09/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINA


Poetas Poemas Poesias

· 27 de maio de 2013 · 

 APÓLOGO

(Jenário de Fátima)


( 013 )

 09/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINA

Poetas Poemas Poesias

 · 27 de maio de 2013 · 

 APÓLOGO

(Jenário de Fátima)


( 013 )

 09/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINA

Poetas Poemas Poesias

· 27 de maio de 2013 · 

 APÓLOGO

(Jenário de Fátima)

( 013 )

 09/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINA

Poetas Poemas Poesias

· 27 de maio de 2013 · 

 APÓLOGO

(Jenário de Fátima)


( 013 )

 09/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINA

Poetas Poemas Poesias

· 27 de maio de 2013 · 

 APÓLOGO

(Jenário de Fátima)

( 014 )


Mulher


Lá do fundo da essência feminina,
Onde florescem sonhos, emoções,
Talvez se encontre respostas as questões
Que a mais sábia ciência não domina.

Mulheres, algumas de triste sina
Diante de terríveis situações
As vezes tem a fibra dos leões
Paralela a ternura das meninas.

Como pode!? , quando são abandonadas!
Com os filhos... só os filhos e mais nada
Lançadas no mundo a revelia.

Mesmo assim conseguem sobreviver
Dão exemplos como gente , como ser...
E pra estas não basta apenas um dia...

Jenario de Fátima


( 014 )


Mulher

( 015 )

09/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINA

A SOLIDÃO E SUAS FORMAS

 Jenário de Fátima

( 015 )

09/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINA

( 13/09/2020  PÁGINA J. DE F. POETA)

A SOLIDÃO E SUAS FORMAS


 Jenário de Fátima

 Cada solidão tem a sua forma.
Até preferem uns, viver sozinhos.
Se isolam em seu canto, seu mundinho
Fazendo disso uma questão de norma.
 
Porém outros, a solidão deforma.
Não sobrevivem à falta de carinho.
E os passos pouco a pouco, em desalinho
Se perdem, e a vida toda transforma.
 
Alguns vida se leva, vai levando,
Se chora, mas se ri de vez em quando...
E o tempo vai passando, compassado.
 
Mas a solidão em seu pior feitio
É quando ou faz calor, ou se faz frio
E existe sempre ali, alguém do lado!



( 016 )

( 016 )

12/12/2020 PORTAL

ADORÁVEL NOITE

 Jenário de Fátima

 


Adorável noite que me persegue

Me chama, me fascina, me tonteia

Por sobre a lua clara, vem ondeia

E deixa-me em claridade tão entregue..



O brilho do teu olhar me encanta

Dá sempre uma volta, volta e meia

E a Lua, feito o Sol, queima, bronzeia

Minh'alma ora profana ora santa.



O sangue sobe a minha garganta

E o vento bate leve em meus cabelos

E a sede de viver que sinto é tanta.



Que a liberdade me apossa inteira...

E se enrosca por entre meus pelos

Como o amor é feito pela vez primeira.


Brasília, 28/12/2008


( 017 )


( 017 )

18/03/2020 PORTAL

CARICATURAS


Jenário de Fátima



Quantas noites de sono nós perdemos 

Revendo o velho filme, as mesmas cenas,

Lamentando falhas grandes e as pequenas

Lamentando os muitos erros que tivemos.



Dos delitos de amor que cometemos,

A vida vem e nos cobra, duras penas

Nos condenando a máscaras apenas

Caricaturas do que já vivemos.



Mas o que passou, passou e não tem jeito

O amor ficou guardado na saudade

Guardado como um nó, dentro do peito.



E sempre ao resgatá-lo, em seus desterros,

Juramos junto a toda santidade,

De não mais cometer os mesmos erros!


( 017 )

( 017 )

18/03/2020 PORTAL

CARICATURAS

Jenário de Fátima




( 017 )

( 017 )

18/03/2020 PORTAL

CARICATURAS


Jenário de Fátima


( 018 )

04/10/2019* POETA

( 18/09/2020 PÁGINA J. DE F. POETA )


À SEXTA, SÓ...


 Jenário de Fátima

 

A sexta-feira à noite me deprime...

Eu podia ir pra balada, coisa assim.

Sair, agitar neste mundão sem fim.

Mas não há nada que me alegre, que me anime.

 

É que a solidão me tolhe, me deprime.

(E detesto quando tenho dó de mim!)

Apego-me então no garrafão de gim,

E ponho pra rodar Nana Caymmi.

 

As canções falam de paixões cruentas.

Daquelas que o bom senso desafia

E as horas passam largas... Longas... Lentas...

 

E o CD roda... Roda e reinicia...

E eu durmo entre as cores pardacentas

Que o efeito da aguardente propicia!

 JENÁRIO DE FÁTIMA 

( 018 )

04/10/2019* POETA

( 18/09/2020 PÁGINA J. DE F. POETA )


À SEXTA, SÓ...

 Jenário de Fátima


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04/10/2019* POETA

( 18/09/2020 PÁGINA J. DE F. POETA )


À SEXTA, SÓ...


 Jenário de Fátima


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04/10/2019* POETA

( 18/09/2020 PÁGINA J. DE F. POETA )


À SEXTA, SÓ...


 Jenário de Fátima

( 018 )04/10/2019* POETA

( 18/09/2020 PÁGINA J. DE F. POETA )


À SEXTA, SÓ...


 Jenário de Fátima


( 019 )

VIAGEM

 Jenário de Fátima

 

 Às vezes nos seguimos por viagem

A qual sonhamos nossa vida inteira.

Curtindo cada ponto da paisagem,

Fazendo tudo louca brincadeira.

 

Mas eis que de imprevisto à sua margem,

Surge um grande desastre pela beira,

Que fere os olhos ante a dor da imagem

Do carro que rolou na ribanceira.

 

Aquilo tudo faz perder o brilho.

Ficamos pelo impacto do que vemos

Igual um trem descarrilado ao trilho.

 

Repete-se no amor a mesma cena...

Depois de algum desastre não sabemos

Se prosseguir viagem vale a pena.

POSTADO POR JENÁRIO DE FÁTIMA

( 019 )

VIAGEM

Jenário de Fátima


( 020 )

03/11/2020 PORTAL//AMIGOS


TOLO CORAÇÃO

( 020 )

03/11/2020 PORTAL//AMIGOS


TOLO CORAÇÃO


Jenário de Fátima



Ah, meu coração, nunca te emendas?
Porque te iludes sempre em promessas
E ingenuamente te apressas
A esquecer que o amor só traz contendas?



Ah, meu coração, não tire as vendas!
Nem quebre outra vez tantas promessas!
Não deixe que o amor vire as avessas,
Os rumos os quais seguem suas sendas.



Ah, meu coração, você não tem jeito!
Estufa, bate, quer sair do peito,
Descompassando assim tão facilmente.



Depois meu coração só você sabe,
Toda angústia do mundo bem lhe cabe
Quando ficas sozinho novamente.



( 020 )

03/11/2020 PORTAL//AMIGOS

TOLO CORAÇÃO

 Jenário de Fátima

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03/11/2020 PORTAL//AMIGOS

TOLO CORAÇÃO

 Jenário de Fátima

( 021 )

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01/01/2021 PORTAL // AMIGOS 
14/01/2020* PAGINA/ POETA/ AMIGOS





( 021 )





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01/01/2021 PORTAL // AMIGOS 
14/01/2020* PAGINA/ POETA/ AMIGOS

SOLIDÃO


Jenário de Fátima

  

Quando nos sentimos sós pela primeira vez,

Como é uma coisa nova e ainda não sentida,

A solidão não nos parece tão doída

Ao ponto de levar-nos a alguma insensatez.

 

Porém pelo passar, do oitavo, nono mês

Começa-se aflorar o cerne da ferida.

Se desenvolve a chama e vai tornado a vida,

Apenas um retrato de nossa pequenez.

 

O tempo então passa, e enquanto passa nós,

Nos acostumando a triste condição de sós,

Deixamo-nos levar e não reagimos mais.

 

Porém o que mais dói nesta cruel doença,

É quando já bem fraca a cabeça até pensa

Que tristeza e solidão são coisas naturais...

 JENÁRIO DE FÁTIMA 


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01/01/2021 PORTAL // AMIGOS 
14/01/2020* PAGINA/ POETA/ AMIGOS

SOLIDÃO


Jenário de Fátima

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14/01/2020* PAGINA/ POETA/ AMIGOS

SOLIDÃO


Jenário de Fátima




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01/01/2021 PORTAL // AMIGOS 
14/01/2020* PAGINA/ POETA/ AMIGOS

SOLIDÃO


Jenário de Fátima


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01/01/2021 PORTAL // AMIGOS 
14/01/2020* PAGINA/ POETA/ AMIGOS

( 021 )

SOLIDÃO


Jenário de Fátima

  

Quando nos sentimos sós pela primeira vez,

Como é uma coisa nova e ainda não sentida,

A solidão não nos parece tão doída

Ao ponto de levar-nos a alguma insensatez.

 

Porém pelo passar, do oitavo, nono mês

Começa-se aflorar o cerne da ferida.

Se desenvolve a chama e vai tornado a vida,

Apenas um retrato de nossa pequenez.

 

O tempo então passa, e enquanto passa nós,

Nos acostumando a triste condição de sós,

Deixamo-nos levar e não reagimos mais.

 

Porém o que mais dói nesta cruel doença,

É quando já bem fraca a cabeça até pensa

Que tristeza e solidão são coisas naturais...

 JENÁRIO DE FÁTIMA 


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26/03/2020 PORTAL // AMIGOS// POETA///RECANTO

DEVANEIO

 

Jenário de Fátima

 

 Na fria madrugada uma criança chora.

Numa destas casas aqui da redondeza.

O choro me acorda, mas esta com certeza

Terá quem vir cuidá-la, sem muita demora.

 

Me ponho a imaginar... E pelo mundo afora?

Nas duras intempéries que a natureza

Vem castigando o mundo com extrema dureza

Quantas e quantas outras estarão lá fora?

 

Quantas estarão sem pão, sem proteção de um teto

Sem um afagar de mão ou uma voz de afeto,

Sem ter Pai nem Mãe, ao derredor, presente?

 

Nos devaneios e loucos pensamentos meus.

Por um momento só, quisera eu ser Deus

Só pra acolhe-las todas, em meu quarto quente.


 JENÁRIO DE FÁTIMA 

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26/03/2020 PORTAL // AMIGOS// POETA///RECANTO

DEVANEIO

 JENÁRIO DE FÁTIMA 


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26/03/2020 PORTAL // AMIGOS// POETA///RECANTO

DEVANEIO

 JENÁRIO DE FÁTIMA 



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26/03/2020 PORTAL // AMIGOS// POETA///RECANTO

DEVANEIO

 JENÁRIO DE FÁTIMA 


( 024 )

 12/01/2020* POETA/ PAGINA/ AMIGOS

BIJUTERIA

Jenário de Fátima
 

Às vezes a gente briga por alguém,
Batalha, chora, luta, enfrenta o mundo.
Vai-se do orgulho conhecer o fundo,
Tira-se energia de onde não se tem.
 
Passam-se limites e vai mais além
Daquilo que alguns chamam resistência,
Sem sequer medir qual a consequência
E sem se avaliar os riscos também.
 
Até que um dia se vence a batalha!
Porém uma coisa estranha se espalha,
Trazendo à vitória um amargo sabor.
 
É quando se vê, ali, no dia-a-dia,
Que aquela jóia que tanto luzia,
Era uma pedra falsa, sem nenhum valor!
 

( 024 )

 12/01/2020* POETA/ PAGINA/ AMIGOS

BIJUTERIA

Jenário de Fátima




( 024 )

 12/01/2020* POETA/ PAGINA/ AMIGOS

BIJUTERIA

Jenário de Fátima



( 024 )

 12/01/2020* POETA/ PAGINA/ AMIGOS

BIJUTERIA

Jenário de Fátima

( 024 )

 12/01/2020* POETA/ PAGINA/ AMIGOS

BIJUTERIA

Jenário de Fátima


( 025 )

06/09/2020 PÁGINA J. DE F. POETA 

20/03/2020 PORTAL

DUALIDADE

Quantas vezes nós mantemos relações,

Ante as quais não se vê nenhum futuro.

Ante as quais sempre surge novo muro

Nos cercando de muitas contradições.

 

Quantas vezes esquecemos as razões,

Nos tornando imprudentes, inseguros.

Mesmo a vida nos cobrando altos juros

Vamos contra a sensatez de opiniões.


Quantas vezes nós ficamos submissos,

De uma coisa que não sabemos ao certo

Se é bobagem, se é loucura ou feitiço.

 

Mesmo assim, o coração calado, mudo,

Consciente que de erro está coberto

Continua insistindo sempre em tudo.

 

Jenário de Fatima

25 DE AGOSTO DE 2010

( 025 )

06/09/2020 PÁGINA J. DE F. POETA 

20/03/2020 PORTAL

DUALIDADE





(( 026 )) TOLICES 

 

( 026 )

21/02/2021 PORTAL / AMIGOS

27/10/2020 PORTAL // AMIGOS



TOLICES


Jenário de Fátima

( 026 ) TOLICES

( 026 )

21/02/2021 PORTAL / AMIGOS

27/10/2020 PORTAL // AMIGOS


TOLICES


Jenário de Fátima


Pra quê esta coisa de inventar, criar paixões?
Contar amores até perto dos cem.
Das fantasias ir bem mais além
o que reza o bom senso e as tradições?


Pra quê estas tais opiniões?
Dizer pra todos que tá tudo bem
Que de nós dois o que ainda se tem
São velhos livros...cds...alguns cartões...


Pra quê este riso sempre tão aberto
Se já nem sei mais quem é que tá por perto
Nem mesmo sei com quem ando...enturmo?

Pra quê isso tudo, se tudo é vazio
Se nos meus sonhos, em meu quarto frio
É tão somente com você que durmo?


Jenario de Fatima



14 DE MARÇO DE 2010

 

(( 026 )) TOLICES 


( 026 )

21/02/2021 PORTAL / AMIGOS

27/10/2020 PORTAL // AMIGOS


TOLICES


Jenário de Fátima

(( 026 )) TOLICES 

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21/02/2021 PORTAL / AMIGOS

27/10/2020 PORTAL // AMIGOS


TOLICES


Jenário de Fátima

(( 026 )) TOLICES 

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21/02/2021 PORTAL / AMIGOS

27/10/2020 PORTAL // AMIGOS


TOLICES


Jenário de Fátima



( 027 )



TEMPO PERDIDO


Jenário de Fátima



Quanto tempo ficamos consumidos,

Pelas mágoas que devemos esquecer.

Por fantasmas do passado escondidos

Mas que as vezes insistem reaparecer.




Quanto tempo, isolados e perdidos,

Por lembranças que devemos esquecer.

Por casos que não foram resolvidos,

mas que a mente guarda mesmo sem querer.




Ai conta, quem de nós já não mais gosta,

Os negócios que perdemos a aposta,

Os amigos que não temos mais nenhum.




Conta as chances que deixamos escapar,

Conta a dor de somente contemplar,

Ir morrendo os nossos sonhos um por um.


 

 

( 027 )



TEMPO PERDIDO

 Jenário de Fátima


( 028 )

MINÚCIAS



Jenário de Fátima



Amor é frágil, sentimento leve.

Igual ao vinho que se prende à rolha,

Igual à brisa que bate na folha,

Igual à queda do floco de neve...



São das minúcias que o amor escreve,

Que a gente vai fazendo cada escolha,

Já que por elas uns têm vida breve,

Qual breve é a vida do sabão na bolha...



Entre os detalhes e as coisas pequenas,

As que se veem nas repetidas cenas,

Aquelas já tão comuns e tão banais...



Que a gente sabe que se segue em frente

Ou, então, se diz de-fi-ni-ti-va-men-te:

"Agora já chega, basta, não dá mais..."




( 028 )

MINÚCIAS


Jenário de Fátima

( 028 )

MINÚCIAS


Jenário de Fátima


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MINÚCIAS


Jenário de Fátima


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MINÚCIAS


Jenário de Fátima



( 028 )

MINÚCIAS


Jenário de Fátima

( 029 ) 

A LAVADEIRA

Jenário de Fátima


E bate... E bate a roupa, a lavadeira.

Por cada peça dão-lhe apenas um Real

E as peças vão formando uma montoeira,

De tons e cores pela corda do varal.

 

E bate... E bate... E bate uma canseira

De outro dia, tão difícil, tão igual

E as peças vão formando na esteira,

Multinuances d’algum quadro surreal.

 

E quando lá pelo final do dia,

O assovio de uma triste melodia

Como em milagre o seu peito ainda arranque.

 

Ela então pensa se há pão pra sua prole,

Nesta hora uma lágrima talvez role

E eleve o nível da água que há no tanque...

 

JENÁRIO DE FÁTIMA 

( 029 ) 

A LAVADEIRA

Jenário de Fátima


( 029 ) 

A LAVADEIRA

 Jenário de Fátima


( 029 ) 

A LAVADEIRA

Jenário de Fátima


      Brasília, 17-10/2006

        ( 30 )  

29/04/2021 PORTAL / AMIGOS

             04/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINA            

                                         

Andorinhas.

 

Jenario de Fátima


 Quando em criança, lembro das tardinhas

E da cor rubla, de tantos ocasos.

Bem lá no centro das lembranças minhas

(... E ai me enchem dágua os olhos rasos!)

 

Me vem o vôo sutil das andorinhas,

Que ao frenesi do seu bater de asas,

Cruzavam o céu em sinuosas linhas,

Fazendo evoluções no vão das casas.

 

Recordo ainda o que mamãe dizia;

- São as Andorinhas, aves benfazejas,

Deus as fez só pra alegrar Maria

 

Que iam brincar com seu Jesus menino.

Por isso hoje moram nas igrejas

Nas altas torres onde bate o sino.



( 30 )   

             04/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINA            

                            Brasília, 17-10/2006                   

Andorinhas.

 

Jenario de Fátima



( 30 )   

             04/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINA            

                            Brasília, 17-10/2006                   

Andorinhas.

 

Jenario de Fátima




( 30 )   

             04/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINA            

                            Brasília, 17-10/2006                   

Andorinhas.

 

Jenario de Fátima


( 30 )   

             04/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINA            

                            Brasília, 17-10/2006                   

Andorinhas.

 

Jenario de Fátima


( 031 )
25/03/2021 PORTAL / AMIGOS
10/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINA

CHAMAM  AMOR

     Jenário de Fátima

Tá tudo triste, pouca gente ao lado

Ao derredor tudo Chamam Amor se aquieta

Ca em meu canto tenho como meta

Que ser feliz seja constante estado.

 

O tempo passa, deixa seu recado

O que não passa é a linha reta.

Que vem da lira de algum poeta

De verso que inda não foi recitado.

 

Fazer de tudo pra se sentir vivo

E rir assim, mesmo sem ter motivo

E tentar sempre exaustivamente

 

Aquilo que tudo já foi criado

Já foi sentindo, mas nunca acabado

Naquilo tudo que chamam amor

  

Jenario de Fatima


( 031 )
25/03/2021 PORTAL / AMIGOS
10/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINA

CHAMAM  AMOR

     Jenário de Fátima

( 032 ) 


19/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINA

Busca inútil

 

Jenário de Fátima

 

Pra que fantasiar novos amores

Se lá no fundo só precisamos um?

Alguém pra dividir os cobertores

No trivial d’algum lugar comum?

 

Pra que tentar provar outros sabores

Se de outras bocas não vem gosto algum?

E se entregar na mão de predadores

Que fazem festa, mas não fica nenhum?

 

Pra que ir procurar outras querências

Se o inverno lá é rigoroso e frio

E navegar num mar de turbulências

 

Quando se pode ir por manso rio?

Pra que tentar outras experiências

Se sempre deixam elas um vazio?

( 032 ) 


19/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINA

Busca inútil

 

Jenário de Fátima

( 032 ) 


19/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINA

Busca inútil

 

Jenário de Fátima

( 032 ) 


19/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINA

Busca inútil

 Jenário de Fátima



 ( 033 )

BRINQUEDO

 

Jenario de Fátima

 

Abri pra ti meu coração tristonho.

E de ambição tu foste fundo, ao centro.

Depois ciente do que havia dentro

Fê-lo viver só de esperança e sonho.

 

E no seu jeito de gostar medonho,

Sem nada mais no mundo estar atento

Meu coração sequer via o momento,

Em que me tinhas com jeito risonho.

 

Lembrando hoje aqueles nossos dias,

Em que ao meu lado quase sempre rias

E eu me alegrava em ver-te rindo assim.

 

Mas oh meu Deus!... somente agora entendo

Lá bem no fundo o riso era de mim,

...E não das coisas que estavas vendo...


 ( 033 )

BRINQUEDO

 Jenario de Fátima


 ( 033 )

BRINQUEDO

 

Jenario de Fátima


 ( 033 )

BRINQUEDO

 

Jenario de Fátima

( 034 )

. Anjo morto



Jenario de Fátima


Atentem vocês que estejam ai fora
Não deixar o vento vir bater a porta
Cá precisamos silêncio agora,
- Na casa tem uma criança morta-


Um fio d’água, cada olhar aflora
Todo ambiente pesa, desconforta
A dor do mundo toda se incorpora
Na vida breve que do anjo aborta.


E diz aflita a mãe em desespero;
"Porque meu Deus, eu não fui primeiro
Do mundo agora nada mais me importa" 

E cabisbaixo, circunspecto, mudo,
Também um pouco morro meio a tudo
Sempre que penso uma criança morta

( 034 )

. Anjo morto


Jenario de Fátima

( 034 )

. Anjo morto


Jenario de Fátima

( 034 )

. Anjo morto


Jenario de Fátima

( 035 )

05/05/2020 PORTAL/ POETA/ RECANTO AMIGOS

Despedida

 

Alguns amores mesmo sendo intensos,

São carregados de fragilidade.

Como se o Adeus viesse abanar lenços

Mostrando enfim que tudo é efemeridade.

 

E os sentimentos, claros, fortes, densos

Duvidam que aquilo seja verdade

Enquanto os amantes ficam ali propensos

A discutir o que é ilusão, o que é realidade.

 

Mas que bom que nada disso fosse assim.

E que cada dia fosse sempre um recomeço

E que jamais houvesse a palavra fim.

 

E os dois se lembrassem que é fugaz a vida

Pois amor nenhum sabe ao certo o preço.

O preço que se cobra uma despedida

 

Jenário de Fátima


( 036 )

                                                16/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINA

Crise De Identidade

 

Às vezes amamos, amamos tanto

Que deste amor nós ficamos a mercê,

Esperando que este amor tudo nos dê:

Força e paz, luz e vida e tudo o quanto...

 

Nada então, mais nos causa algum espanto

Vemos tudo, por olhos que este amor vê.

E só cremos naquilo que este amor crê,

Embalados em profundo e doce encanto.

 

Mas se acaso este amor finda, termina,

Acordamos pra outra realidade

E estranha sensação que nos domina.

 

Esquecidos daquilo que um dia fomos,

Resta-nos a crise de identidade

De não saber mais aquilo o que somos...

 

Jenário de Fátima

      

( 036 )


16/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINA

Crise De Identidade  


Jenário de Fátima

 

         


( 037 )

12/01/2020 * POETA/ AMIGOS/ PAGINA


Alegoria


Jenário de Fátima



A intensa luz duma manhã perdida,

Perdida pelo passado remoto.

Num dia, mês... Num momento ignoto,

Ressurge agora n'alma renascida.


Num livro em folhas amarelecidas,

Me encontro sorridente em rota foto.

A luz da minha aura (só agora noto!),

Emanava ao redor, tão refletida.



O que foi feito daquelas manhãs?

Porque tão pouco tudo brilha agora?

Há! Porque será? (filosofias vãs...)



Depois de a mocidade ir-se embora,

Eu acreditar em coisas tão pagãs,

Como eu ter sido um Deus, naquela hora!

( 037 )

12/01/2020 * POETA/ AMIGOS/ PAGINA


Alegoria


Jenário de Fátima

( 037 )

12/01/2020 * POETA/ AMIGOS/ PAGINA


Alegoria


Jenário de Fátima

( 038 )

08/05/2020 POETA/ AMIGOS/ PORTAL RECANTO
12/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINA 


COISAS

Há coisas que guardei que não preciso.

E outras que preciso não guardei.

Há coisas que só me provocam risos,

Lembrando o quanto por elas chorei.

 

Há coisas que causaram prejuízos

Mesmo com todo empenho que lhes dei.

Há coisas que por ser tão indeciso

Por medo ou por pudor abandonei.

 

Pessoas de mim foram sem aviso

Na hora que mais delas precisei.

Por isso que agora economizo

 

Palavras, e vivo a dizer- Não sei!

Pois vejo pelos rumos onde piso,

Que estou mais pra vassalo que pra Rei.

Jenario de Fátima

( 038 )

08/05/2020 POETA/ AMIGOS/ PORTAL RECANTO
12/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINA 

COISAS

Jenário de Fátima



( 039 ) 


( 14/09/2020 PÁGINA J. DE F. POETA )

10/05/2020*POETA/ RECANTO/ PORTAL/ AMIGOS

28/03/2020 PORTAL// AMIGOS// POETA///RECANTO



Dádiva



Jenario de Fátima.



A nossa existência é curta e ligeira

E no seu ritmo sempre tão veloz.

As vezes aventuras passageiras

Nos deixam mais carentes e mais sós.



As vezes perdemos boas maneiras

Gritamos pra que escutem nossa voz.

As vezes as contas mais verdadeiras

São aquelas com mais contras do que prós.



No entanto, apesar da correria

E das mágoas encontradas no caminho,

A vida é um grande dom, Deus só queria



(Quando nos fez com todo seu carinho)

Era se ter alguém pra companhia,

... Pois mesmo Deus cansou de ser sozinho


( 039 ) 


( 14/09/2020 PÁGINA J. DE F. POETA )

10/05/2020*POETA/ RECANTO/ PORTAL/ AMIGOS

28/03/2020 PORTAL// AMIGOS// POETA///RECANTO


Dádiva


Jenario de Fátima.





( 039 ) 


( 14/09/2020 PÁGINA J. DE F. POETA )

10/05/2020*POETA/ RECANTO/ PORTAL/ AMIGOS

28/03/2020 PORTAL// AMIGOS// POETA///RECANTO



Dádiva

Jenario de Fátima.




( 039 ) 


( 14/09/2020 PÁGINA J. DE F. POETA )

10/05/2020*POETA/ RECANTO/ PORTAL/ AMIGOS

28/03/2020 PORTAL// AMIGOS// POETA///RECANTO



Dádiva

Jenario de Fátima.



( 040 )


( 12/ 09/2020 //"PÁGINA" J. DE F. POETA )

Das Duas...Uma!



Quando amamos, amamos simplesmente...

Amamos por amar, isso é o que importa.

Somente o amor dá paz e nos conforta.

Somente o amor nos faz sentir mais gente.





Porém se estamos sós, infelizmente,

Vagamos pelos breus das noites mortas,

Buscando em expressões as vezes tortas,

Alguma explicação pra o que a alma sente.





E nesta procura do que está errado,

Em uma só questão nos deparamos,

Pra se explicar os erros do passado.




Ficamos com a expressão “das duas uma”:

Ou do amor que tínhamos não cuidamos,

Ou talvez não valesse coisa alguma...


Jenário de Fátima




( 040 )


( 12/ 09/2020 //"PÁGINA" J. DE F. POETA )

Das Duas...Uma!

Jenário de Fátima







( 040 )


( 12/ 09/2020 //"PÁGINA" J. DE F. POETA )

Das Duas...Uma!

Jenário de Fátima





( 041 )


( 19/09/2020 PÁGINA J. DE F. POETA )

25/03/2020 PORTAL = POETA// RECANTO//AMIGOS


Desilusão



Jenario de Fátima


Quando amamos alguém intensamente.

E este amor é tudo o que nos importa,

Deste amor vem a luz que nos conforta

E a força que nos faz sentir mais gente.




E mesmo quando inesperadamente

Uma dificuldade nos aporta,

Da força deste amor se abre a porta

Pra que a paz retorne novamente.



Porém se alguma coisa é descoberta...

Algo que se escondeu, não foi contado,

Sentindo-se traído, o peito alerta


Perde-se ao sentimento que ali gera.

E o amor que era tão terno e delicado

...Não volta mais a ser o que antes era...



( 041 )


( 19/09/2020 PÁGINA J. DE F. POETA )

25/03/2020 PORTAL = POETA// RECANTO//AMIGOS


Desilusão



Jenario de Fátima



( 041 )

19/05/2021 PORTAL

( 19/09/2020 PÁGINA J. DE F. POETA )

25/03/2020 PORTAL = POETA// RECANTO//AMIGOS


Desilusão



Jenario de Fátima


( 041 )


( 19/09/2020 PÁGINA J. DE F. POETA )

25/03/2020 PORTAL = POETA// RECANTO//AMIGOS


Desilusão


Jenario de Fátima




( 042 )


15/05/2020 * POETA/ PORTAL/ AMIGOS/ RECANTO


Doce magia



Jenario de Fátima



Passei pra te dar um xêro
Daqueles que um bruxo inventa.
Que mescla sal com pimenta
No meio de seu tempero.


E ao notar tanto esmero
Uma avezinha assenta
Porem só, não se contenta
E chama seu bando inteiro.


Chega uma... chegam duas...
Chegam vinte e muito mais.
São Araras... Cacatuas...
Pintassilgos e pardais



Tomam praças... Tomam ruas...
Tomam becos e quintais
Tomam as páginas tuas
Que eram sempre tão iguais



( 042 )


15/05/2020 * POETA/ PORTAL/ AMIGOS/ RECANTO


Doce magia


Jenario de Fátima



( 042 )


15/05/2020 * POETA/ PORTAL/ AMIGOS/ RECANTO


Doce magia



Jenario de Fátima



( 042 )


15/05/2020 * POETA/ PORTAL/ AMIGOS/ RECANTO


Doce magia


Jenario de Fátima





( 043 )

30/10/2020 PORTAL//AMIGOS

29/03/2020 PORTAL // AMIGOS// POETA///RECANTO

( 16/09/2020 PÁGINA J. DE F. POETA )


Embuste


Jenario de Fátima




( 043 )
30/10/2020 PORTAL//AMIGOS

29/03/2020 PORTAL // AMIGOS// POETA///RECANTO

( 16/09/2020 PÁGINA J. DE F. POETA )


Embuste


Jenario de Fátima



Abraços...e palavras...e sorrisos...
E atitudes tão calmas, tão serenas.
Chamadas de atenções, roubos de cenas,
Deliciosos beijos de improviso.


Inesperadas transas sem aviso,
E o cheiro adocicado de alfazema
Enchendo nosso quarto. E um poema,
De quando poetar, era preciso.


Vivíamos assim, mas foste embora.
Deixando (além de foto sobre a mesa)
Um peito...um coração que sempre chora,


Que pena... que reclama... que delira...
E que tem somente agora a certeza,
Que aquilo tudo, tudo era mentira!



( 043 )
30/10/2020 PORTAL//AMIGOS

29/03/2020 PORTAL // AMIGOS// POETA///RECANTO

( 16/09/2020 PÁGINA J. DE F. POETA )


Embuste


Jenario de Fátima



( 043 )
30/10/2020 PORTAL//AMIGOS

29/03/2020 PORTAL // AMIGOS// POETA///RECANTO

( 16/09/2020 PÁGINA J. DE F. POETA )


Embuste


Jenario de Fátima



( 043 )
30/10/2020 PORTAL//AMIGOS

29/03/2020 PORTAL // AMIGOS// POETA///RECANTO

( 16/09/2020 PÁGINA J. DE F. POETA )


Embuste


Jenario de Fátima

Embuste

E atitudes tão calmas, tão serenas.
Chamadas de atenções, roubos de cenas,
Deliciosos beijos de improviso.
Inesperadas transas sem aviso,

E o cheiro adocicado de alfazema
Enchendo nosso quarto. E um poema,
De quando poetar, era preciso.
Vivíamos assim, mas foste embora
Abraços...e palavras...e sorrisos...
Deixando (além de foto sobre a mesa)
Um peito...um coração que sempre chora,

Que pena... que reclama... que delira...
E que tem somente agora a certeza,
Que aquilo tudo, tudo era mentira!
Jenario de Fátima





( 043 )
30/10/2020 PORTAL//AMIGOS

29/03/2020 PORTAL // AMIGOS// POETA///RECANTO

( 16/09/2020 PÁGINA J. DE F. POETA )


Embuste


Jenario de Fátima




Neyde Pontes


Neyde Pontes

Traços lentos

Não se sinta acabado




LOVE
Jenario de Fátima
Se alguem disser que te ama
Diga "Te amo tambem"




Neyde Pontes para Jenario de Fátima

Jê tenha uma linda noite,beijos



Homenagem ao poeta Jenário de Fátima

SEREMOS IMORTAIS...
Mírian Warttusch








(( 044 ))




Dedicado a Juana Herrero ( Anasó)


Jenário de Fátima


As vezes eu preciso ser bem serio.
E agora estou sendo doce Aninha
De coração, com toda emoção minha
Sem medo, sem temor e sem mistério.


Te desejo de novo um só delírio
Que é ter aquilo o que sempre tinhas
O céu pintado em rubro das tardinhas
E o sol morrente em um tênue círio.



Terás de novo um olhar no horizonte
E verás o borbulhar vindo da fonte
E o riso escancarado das crianças.



Terás de novo isso tudo Ana
Porque é nesta coisa que irmana
Aquilo que chamamos ESPERANÇA



(( 045 ))

20/05/2020 * PORTAL/ POETA/ AMIGOS/ RECANTO


Eu criança...


Jenario de Fátima



As coisas não são mais do mesmo jeito...
E claro, não tem mais o mesmo gosto.
Naquilo que me via tão disposto
Hoje não me acelera mais o peito.


Será que revisei os meus conceitos?
Será que me tornei num indisposto?
Será que por furor ao mundo exposto
Eu já nada consiga ver perfeito?



Sei não...sei só que agora mais me calo
E me aquieto e fico no meu canto
Nas discussões já quase nada falo



Já não me lanço mais em desatino
Só não entendo o estranho e doce encanto
O de sentir-me as vezes tão menino






(( 045 ))

20/05/2020 * PORTAL/ POETA/ AMIGOS/ RECANTO


Eu criança...


Jenario de Fátima




(( 046 ))

24/05/2020 PORTAL/POETA/ AMIGOS/ RECANTO



FAZ DE CONTA


Jenario de Fátima



Pra que ficar sò procurando assunto
Se quem você ama quer pouca conversa?
Pra que esta vontade de se estar junto
Se quem você ama esta sempre com pressa?


Pra que imaginar coisas em conjunto
Se quem você ama sempre lhe contesta?
Pra esta insistência..? Lhe pergunto...
Se tudo findou-se e nada mais resta?


Acabe com isso e crie coragem,
De enfrentar o mundo que ora te amedronta.
Não sigas mais nesta louca viagem


E creia que nada vais perder além,
Do que a fantasia de um Faz-de-conta
... Pois nunca se perde o que já não se tem!



(( 046 ))

24/05/2020 PORTAL/POETA/ AMIGOS/ RECANTO



FAZ DE CONTA


Jenario de Fátima



(( 047 ))


14/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINA = 17/02/2020

Feitio de oração 




Jenario de Fatima 



Hão de passar por mim tantos caminhos... 
Tantos caminhos hão por mim passar... 
Que eu seja feito aquele passarinho 
Que busca um galho firme pra pousar. 



E que meus passos não sigam sozinhos, 
Que eu tenha sempre alguém pra conversar 
E que a noite na tepidez de um ninho 
Possa serenamente descansar. 


Que neste ninho haja sempre acolhida 
Pra uma boca faminta, alma perdida
Que esteja no mundo andarilhando a esmo. 


E que após repartir-lhe o pão da mesa, 
Silenciosamente eu veja acesa, 
A luz do enorme bem feito a mim mesmo!



(( 047 ))


14/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINA = 17/02/2020

Feitio de oração 


Jenario de Fatima 


(( 047 ))


14/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINA = 17/02/2020

Feitio de oração 

Jenario de Fatima 


(( 048 ))

FAZ FRIO ESTA MADRUGADA...


Jenario de Fátima


Na madrugada fria uma criança chora,
Numa destas casas aqui da redondeza.
O choro me acorda, mas esta, com certeza
Terá uma mão a cuidá-la sem muita demora.


Eu fico imaginar;-E pelo mundo afora?
Quando em intempéries vem a natureza
Castigando o mundo com extrema crueza,
-Quantas outras estarão do lado de fora?


Quantas estarão ao vento, sem abrigo e teto,
Sem ter um carinho, um aconchego, afeto
Sem alguém a cuidá-las, pais ou mães presentes?

Na volatilidade dos pensamentos meus
Por vago momento queria tanto ser Deus,
Só prá acolhe-las todas no meu quarto quente.


20/04/2006



(( 049 ))

26/05/2020 PORTAL/ POETA/ AMIGOS/ RECANTO


CERTEZAS


Jenário de Fátima



Trago em meu rosto em barbas brancas,
de fundas rugas e ralos cabelos.
Cuja idade vai prendendo em trancas,
uns velhos sonhos para eu não mais vê-los.


Agora eu sinto que a esperança manca,
ferida pelos muitos atropelos,
e quando busco uma conversa franca,
ela já não me mostra antigos zelos.


É que a esperança está meio cansada,
e já não tem aparecido mais,
quando a busco na fria madrugada.


Sempre me dói a falta que ela faz,
então me culpo não ter feito nada.
Daquilo que julgava ser capaz.

(( 049 ))

26/05/2020 PORTAL/ POETA/ AMIGOS/ RECANTO


CERTEZAS


Jenário de Fátima



(( 049 ))

26/05/2020 PORTAL/ POETA/ AMIGOS/ RECANTO


CERTEZAS


Jenário de Fátima




(( 050 ))

(( 050 ))
15/12/2020 PORTAL // AMIGOS

Gotas de Esperança


Para Karla Julia


Jenario de Fátima


A vida é feita de coisas pequenas.
Coisas que as vezes sequer damos conta.
Como o vermelho que do céu desponta,
Nas doces brisas das manhãs amenas.



Ou no florar do ipê que contracena,
Com aquele cinza que o campo afronta.
Ou na mulher quando no ventre apronta
Uma outra vida, a mais belas das cenas.


Ver estas coisas, precisamos tanto.
E delas fazer nossas alegrias,
Pra quando a vida nos causar espanto,



Acreditar que Deus jamais descansa.
Que ele nos manda em todo Santo dia,
As suas gotas...Gotas de esperança!

(( 050 ))
(( 050 ))
15/12/2020 PORTAL // AMIGOS

Gotas de Esperança


Para Karla Julia


Jenario de Fátima
(( 051 ))


(( 051 ))

29/01/2020* PORTAL / AMIGOS/ POETA/ RECANTO

FINA ESSÊNCIA

Jenario de Fátima


A mulher em seu cerne, sua essência,
Seja ela anciã, ou menina,
Seja ela mulher rude, ou mulher fina,
Traz em si leves traços de inocência.


E durante toda sua existência,
Mesmo em hora que a vida lhe desatina
Mesmo em hora que a angustia lhe domina
Ela age com cautela e com prudência.


Mas é claro, sempre existe exceção.
No entanto na imensa maioria
Quando se ouve o bater do coração


Ela deixa-se levar na fantasia
Mas se acaso morre um sonho ou ilusão
Morre mais muito mais que se devia.


(( 051 ))

(( 051 ))

29/01/2020* PORTAL / AMIGOS/ POETA/ RECANTO

FINA ESSÊNCIA

Jenario de Fátima



(( 051 ))
(( 051 ))

29/01/2020* PORTAL / AMIGOS/ POETA/ RECANTO


FINA ESSÊNCIA



Jenario de Fátima


(( 051 ))
(( 051 ))

29/01/2020* PORTAL / AMIGOS/ POETA/ RECANTO

FINA ESSÊNCIA

Jenario de Fátima



(( 051 ))
(( 051 ))

29/01/2020* PORTAL / AMIGOS/ POETA/ RECANTO

FINA ESSÊNCIA

Jenario de Fátima




FOGO FÁTU

(( 052 ))


30/03/2020 PORTAL // AMIGOS// POETA///RECANTO


*Fogo-Fátuo*


Jenario de Fátima


A intensa luz duma manhã perdida.
Perdida pelo passado remoto.
Num dia, mês e num momento ignoto,
Ressurge agora n´alma renascida.




Num livro de cor já amarelecida.
Me encontro sorridente em rota foto.
A luz de minha aura, - Só agora noto-
Emanava ao redor tão refletida.


O que foi feito daquelas manhãs?
E porque tão pouco tudo brilha agora?
Ah!... Porque será?-Filosofias vãs-



Depois da mocidade ir se embora,
Eu acreditar em coisas tão pagãs
Como eu ter sido um Deus, aquela hora






(( 053 ))

(( 053 ))

23/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINA


ÍMPETO



Quantas bobagens por amor fazemos...
quantas tolices, coisas impensadas...
coisas que depois ao ser analisadas
jamais refletem o senso que temos.


E no fim de tudo quando arrependemos,
e a insônia vem roubando as madrugadas,
as lágrimas que escorrem apressadas,
dão a dimensão daquilo que perdemos


No dia seguinte, defronte do espelho,
um olhar cansado...exausto...vermelho...
insistentemente parece dizer:


"- este teu jeito...teu temperamento...
tu jogaste tudo fora em um momento"
...mas tens a vida inteira pra se arrepender...


Jenário de Fátima




(( 053 ))

23/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINA


ÍMPETO



Quantas bobagens por amor fazemos...
quantas tolices, coisas impensadas...
coisas que depois ao ser analisadas
jamais refletem o senso que temos.


E no fim de tudo quando arrependemos,
e a insônia vem roubando as madrugadas,
as lágrimas que escorrem apressadas,
dão a dimensão daquilo que perdemos


No dia seguinte, defronte do espelho,
um olhar cansado...exausto...vermelho...
insistentemente parece dizer:


"- este teu jeito...teu temperamento...
tu jogaste tudo fora em um momento"
...mas tens a vida inteira pra se arrepender...


Jenário de Fátima



(( 053 ))
(( 053 ))

23/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINA


ÍMPETO

Jenário de Fátima


(( 053 ))

(( 053 ))

23/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINA


ÍMPETO

Jenário de Fátima

(( 053 ))

(( 053 ))

23/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINA


ÍMPETO

Jenário de Fátima


(( 054 ))

(( 054 ))
13/12/2020 PORTAL 

Lição


Jenário de Fátima

(( 054 ))

(( 054 ))
13/12/2020 PORTAL 

Lição


Jenário de Fátima

Amei-te tanto, e o tanto que te amei.
Não sei se foi amor ou se loucura,
Se foi insanidade em forma pura
Ou total desespero... Já nem sei!



Só sei que o tempo que lhe dediquei.
Foi feito de paixão e de ternura,
Foi feito de entrega e de candura,
Foi feito da emoção que carreguei.


Mas oh, meu Deus!... Como fui infeliz,
Você nunca me amou, nunca me quis,
Só procurava-me se estava a fim.

Mas acabou... E não ti guardo mágoa.
Pois foi contigo enchendo olhos d'água,
Que aprendi dar mais valor em mim !


(( 054 ))

(( 054 ))
13/12/2020 PORTAL 

Lição


Jenário de Fátima

(( 054 ))
(( 054 ))
13/12/2020 PORTAL 

Lição


Jenário de Fátima


(( 054 ))
(( 054 ))
13/12/2020 PORTAL 

Lição


Jenário de Fátima


(( 054 ))
(( 054 ))

13/12/2020 PORTAL 
Lição


Jenário de Fátima



(( 054 ))

(( 054 ))
13/12/2020 PORTAL 
Lição


Jenário de Fátima





(( 055 ))


( 17/09/2020 PÁGINA J. DE F. POETA ) 


Loucuras De Amor



Quantas bobagens por amor fazemos.
Quantas loucuras, coisas impensadas,
Coisas que enfim em sendo analisadas,
Jamais refletem o senso que temos.


E depois de tudo quando arrependemos,
E a insônia vem roubando as madrugadas,
As lágrimas que escorrem apressadas
São as companheiras únicas que temos.


Mas o que passou, passou e não tem jeito.
Resta alem de um sentimento de tristeza,
Uma amargura a mais dentro do peito.



Pois temos ciência que isso só acontece,
Por alguém que temos nossa alma presa,
Mas que lá ao fundo sequer nos merece.


Jenário de Fátima

(( 056 ))

(( 056 ))


Lua... Doce Lua...

Jenário de Fátima
(( 056 ))

(( 056 ))
14/12/2020 portal

Lua... Doce Lua...

Jenário de Fátima

A minha mesa é bem junto a janela,
Pra eu escrever olhando pra Lua mansa,
Que docemente pelo céu balança
Cumprindo sempre a mesma rota dela.



Eu vejo a Lua assim como a donzela,
Quando abandona a fase de criança
E enxerga a vida cheia de esperança
No corpo de mulher que se revela.



Ah Lua!... Minha doce Lua amada...
Não tens idéia quanta madrugada,
Eu passei a te fitar como dissesse assim;


"Tu que tudo iluminas ai de cima,
Não fique presa apenas nesta rima,
Procure e traz de volta meu amor pra mim".

Jenário de Fátima
(( 056 ))
(( 056 ))


Lua... Doce Lua...

Jenário de Fátima





(( 057 ))


Mais que um dia...


Jenario de Fátima



Lá do fundo da essência feminina,
Onde florescem sonhos, emoções,
Talvez se encontre respostas as questões
Que a mais sábia ciência não domina.


Mulheres, algumas de triste sina
Diante de terríveis situações
As vezes tem a fibra dos leões
Paralela a ternura das meninas.



Como pode!? , quando são abandonadas!
Com os filhos... Só os filhos e mais nada
Lançadas no mundo a revelia.


Mesmo assim conseguem sobreviver
Dão exemplos como gente , como ser...
E pra estas não basta apenas um dia...






(( 058 ))



Maldade



Jenario de Fátima



Ao despertar o interesse de alguém,
Apenas para engrandecer seu ego,
Depois fazer o olhar tornar-se cego
A quem por certo só vai querer bem.


Se dizer um "eu te amo" tão porém
Pra das palavras se fazer emprego;
De provocar em outrem falso apego;
Criar esperanças e mais nada além...


Ao se agir assim desta maneira,
(E somente estupidez isso se chama)
Esconde-se entremeio a brincadeira


Algo bem pior do que se pensa.
Alguns que por não ter quem se ama
Na dor que vem dos outros se compensa.



(( 059 ))


MÁGOAS



Jenario de Fátima



Pra que se encontrar com antigos amores?
Há muitos sepultados, esquecidos?
Nas brumas do passado envolvido
Cobertos pela sombra dos rancores?


Para que trazer de novo velhas dores?
E reviver fantasmas esquecidos
Espectros malfadados e banidos
Pro, limbo onde vive os malfeitores?


Será porque o destino sempre insiste
Em preparar uma coisa que existe
Apenas pra lembrar os maus momentos?


É como se adentrar aos maus presságios,
E soçobrar nas ondas de um naufrágio
Num mar coberto de ressentimentos.

(( 059 ))

MÁGOAS

Jenario de Fátima









(( 060 ))


Mar...

Jenario de Fátima

Mar!...Porque sentes às vezes tão aflito?
E se agonizas de uma forma estranha?
Seriam almas a lançar seus gritos,
Lá bem do fundo de suas entranhas?


Mar!...Porque depois seu azul infinito
Que quando ao azul do céu se emaranha
Se faz tão doce, calmo e tão bonito
Que um ar até de sonho tudo ganha?


Mar! mas quem sou eu perante seus segredos.
Como prever o humor de seu momento
E qual maneira virá nos rochedos!...



Apenas sei ó mar, que minhas mágoas
Numa estranha espécie de encantamento,
Se vão de mim se toco em suas águas! 

Jenario de Fátima




(( 060 ))


Mar...

Jenario de Fátima



(( 061 ))


(( 061 ))
12/12/2020 PORTAL

Mea culpa


Jenario de Fátima



As coisas que sonhei pra mim um dia
Talvez só existissem em minha mente.
Enquanto eu fabricava fantasia
O tempo sem parar seguia em frente.



Quando me dei por mim já nem sabia
Qual era mais o fluxo da corrente.
Do rio caudaloso que corria
Pras vagas do meu mar incompetente .



Fui só um sonhador, apenas isso.
Fui falho, inconseqüente, fui omisso.
Não soube minhas ilusões conte-las.


De tudo que tentei nada deu certo.
Porem ainda tenho um céu aberto,
E o deslumbrante brilho das estrelas .

(( 061 ))

(( 061 ))
12/12/2020 PORTAL

Mea culpa


Jenario de Fátima



(( 061 ))

(( 061 ))
12/12/2020 PORTAL

Mea culpa


Jenario de Fátima




(( 062 ))

(( 062 ))

24/06/2020 PORTAL / AMIGOS/ RECANTO 


MENINA


Não se aperreie menina.
A vida é mesmo assim,
Cada um tem sua sina
Sempre ha começo e fim




Repare na tarde fina.
Ainda abre o Alecrim
Com outras flores combina
Tomando em cor o jardim.



Também ando angustiado
Ando tristonho, calado
E bem quieto me e mudo



Porem olho minha tarde
Um azul intenso arde
E esqueço quase tudo


Escrito no bar por Jenario de Fátima


5/4/2011



(( 063 ))


MENINA DE BH


Para Nem Campos
Dizem que as moças mineiras.
Mineiras de B.H.
Quando sobem as ladeiras
(tantas ladeiras de lá)



As vezes dá uma canseira
(mas outras vezes não dá)
São feito abelhas doceiras
Na flor do maracujá.



E estas moças singelas
Cintila nos olhos dela
(iguais esmeraldas finas)



Uma luz que irradia
E que mostra todo dia
Que são eternas meninas


Jenario de Fátima







(( 064 ))


26/06/2020 PORTAL/ AMIGOS/ RECANTO



NÃO CHORE


Jenário de Fátima



Não chore anjo, não chore

Mesmo que haja motivo.

O choro dói, descolore

Torna o coração cativo.




Quando uma lágrima escorre

Caindo em jeito agressivo,

Nesta hora, finda e morre

Qualquer sentimento vivo.



Chorar por amor talvez

Seja pura insensatez

Pois, quando a lágrima desce.





Devíamos pensar assim;

Vou mais é cuidar de mim

“Meu choro ninguém merece”


(( 064 ))


26/06/2020 PORTAL/ AMIGOS/ RECANTO



NÃO CHORE


Jenário de Fátima

(( 064 ))


26/06/2020 PORTAL/ AMIGOS/ RECANTO



NÃO CHORE


Jenário de Fátima



(( 065 ))

(( 065 ))
24/01/2021 PORTAL // AMIGOS

13/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINA

ACASO



Jenario de Fátima



Acaso se um dia amor, voltares

Meu coração te aguarda em porta aberta.

Nada mudou para mim, esteja certa

Aguardo os leves sons dos teus pisares



Há tantas andorinhas pelos ares,

Mas no vazio da manhã deserta

Uma tristeza enorme vem me aperta

Se direciona a elas meus olhares.



Enquanto a recordar fico sem jeito

Sinto leve arrepio e num balouço.

Meu coração saltita, bate o peito



Refém desta lembrança que o consome

E nisso lá bem longe, muito longe

A voz do vento vem gritar seu nome




(( 065 ))

13/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINA

ACASO



Jenario de Fátima


(( 065 ))

13/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINA

ACASO



Jenario de Fátima





(( 065 ))

13/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINA

ACASO



Jenario de Fátima



(( 066 ))


ABANDONO



Jenario de Fátima



Não me olhes assim dessa maneira.
Que perco o passo anjo, perco o sono.
Meu coração carente e no abandono
Passa sonhar-te pela noite inteira.


Dentro de minha insônia costumeira
Onde o desejo me torna seu dono.
As vezes penso se te telefono,
Pra falar que minh’alma é prisioneira



Deste teu jeito terno, calmo, doce,
Que involuntariamente só me trouxe
Muito mais que alegria ou coisa assim


Trouxe um alento, trouxe uma esperança,
De acabar a loucura que me cansa,
De finalmente ter alguém pra mim...


(( 066 ))


ABANDONO



Jenario de Fátima
(( 067 ))

(( 067 ))
02/02/2021 PORTAL ///AMIGOS


REFLEXOS


Jenario de Fátima



Trago males de quem ama em excesso.

Quando amo me entrego totalmente.

Se culpado tenho ares de inocente,

Se inocente aparento réu confesso.



Sou cobaia de um estranho processo,

Algo novo feito de envelhecimento.

Sou caricia, sou afago, sou tormento.

Sou um aceno de adeus quando regresso.



E se caço, me ponho em lugar da caça.

Me alegro quando a vida não tem graça

Me omito se é preciso ter coragem.




Nestes seres tão distantes, mas parelhos

Vive um "eu" refletido nos espelhos,

Espelhos que só mostram sua imagem.


(( 067 ))

(( 067 ))

02/02/2021 PORTAL // AMIGOS

REFLEXOS


Jenario de Fátima

(( 067 ))

(( 067 ))

02/02/2021 PORTAL // AMIGOS

REFLEXOS


Jenario de Fátima

(( 067 ))


(( 067 ))

02/02/2021 PORTAL // AMIGOS

REFLEXOS


Jenario de Fátima



Trago males de quem ama em excesso.

Quando amo me entrego totalmente.

Se culpado tenho ares de inocente,

Se inocente aparento réu confesso.



Sou cobaia de um estranho processo,

Algo novo feito de envelhecimento.

Sou caricia, sou afago, sou tormento.

Sou um aceno de adeus quando regresso.



E se caço, me ponho em lugar da caça.

Me alegro quando a vida não tem graça

Me omito se é preciso ter coragem.




Nestes seres tão distantes, mas parelhos

Vive um "eu" refletido nos espelhos,

Espelhos que só mostram sua imagem.






(( 068 ))


FEITO PUNHAL






Jenario de Fátima


Ai como dói, vivermos um romance,

Que corta e fere qual vidro partido.

Em que fazemos tudo ao nosso alcance.

Mas nosso amor não é correspondido.




Ai como dói! Se vemos de relance,

Em nós seus olhos fitos, sem sentido

Disperso, claro, em difusa nuance

Em um vagar constante, distraído.




Ai como dói! Provar... reconhecer,

Estar num caso que só um lado importa.

Dá vontade desaparecer.





Fugir no breu d'alguma noite morta.

Mas vendo o medo de no amanhecer

...De novo estar batendo a sua porta...





(( 069 ))



OBRIGAÇÃO 


Jenário de Fátima




Nalgumas relações estranhamente,
Quanto mais o tempo se alonga e passa...
Quanto mais ao outro um conhecer se faça
E convivem-se assim mutuamente.


Mais uma coisa indefinidamente,
Vai se firmando em tudo e tudo enlaça.
Um sentimento de não ver mais graça
De nada que se via antigamente.


Isso chamam alguns monotonia
Algo que torna a vida tão vazia
Ao ponto de se perder todo tesão.



Mas o pior deste apagar de chama
É quando se arruma e prepara a cama.
Pra fazer amor só por obrigação!









(( 070 ))

RETRATO FALADO



Jenario de Fátima



Na procura do meu "eu"

Faço o retrato falado,

Que depois de terminado,

Sinto que algo não "bateu"



Sinto que algo se perdeu,

Sinto que algo deu errado.

Este ar atarracado

Não creio que seja meu.



Ponto a ponto...Traço a traço...

Faço...desfaço...refaço...

Mas surge a mesma expressão.



Cansado, percebo enfim

Que aquilo que sei de mim

É só uma vaga ilusão!





(( 070 ))

RETRATO FALADO



Jenario de Fátima



Na procura do meu "eu"

Faço o retrato falado,

Que depois de terminado,

Sinto que algo não "bateu"



Sinto que algo se perdeu,

Sinto que algo deu errado.

Este ar atarracado

Não creio que seja meu.



Ponto a ponto...Traço a traço...

Faço...desfaço...refaço...

Mas surge a mesma expressão.



Cansado, percebo enfim

Que aquilo que sei de mim

É só uma vaga ilusão!





Retrato falado

Na procura do meu "eu"
faço um retrato falado,
que depois de terminado
sinto que algo não bateu.

Sinto que algo se perdeu.
Sinto que algo deu errado
este ar atarracado
não creio que seja meu.

Ponto a ponto... traço a traço, 
faço, desfaço, refaço 
mas surge a mesma impressão. 

Cansado, percebo enfim
que aquilo que sei de mim
é só uma mera ilusão. 

Jenario de Fátima.






(( 071 ))


Perdas e danos



Jenario de Fátima


Algumas relações machucam tanto,
Que dá vontade até de largar tudo.
Calar a voz, fazer o peito mudo,
Isolar-se do mundo nalgum canto.



Nestas relações, não se conhece o espanto.
Perde-se a noção do que seja absurdo.
E as más palavras, tornam o ouvido surdo
Como se coberto de espesso manto.






E enquanto acumulam-se as perdas e danos,
E o nado sempre é contra a corrente
Se vê o decorrer lento dos anos.


Onde deparamos e ante os quais
Temos somente uma só certeza...
Que o tempo que se perdeu, não volta mais!



(( 071 ))


Perdas e danos



Jenario de Fátima



(( 072 ))


Vaidade


Jenario de Fátima
(( 072 ))


Vaidade


Jenario de Fátima


(( 072 ))


Vaidade


Jenario de Fátima



Quanta gente, que se acha tão bonita
Como apenas, só a beleza contasse
E nunca expõe aquele monstro que habita
E se esconde, sob sua bela face.



Quanta gente, em quase nada acredita
Passa a vida, como só a incomodasse
A ausência de um espelho que reflita
O seu rosto, em qualquer lugar que passe.


Quanta gente , ao cuidar só da beleza
Se esquece que no âmago se revela
Uma parte, onde a humana natureza


Leva a Deus, que vê tudo do seu jeito
Pois da carne, inda que seja a mais bela.
Só os vermes tirarão lhe algum proveito.





(( 073 ))



Dualidade



Jenario de Fatima



Quantas vezes nós mantemos relações ,
Ante as quais não se vê nenhum futuro.
Ante as quais sempre surge novo muro
Nos cercando de muitas contradições.



Quantas vezes esquecemos as razões ,
Nos tornando imprudentes, inseguros.
Mesmo a vida nos cobrando altos juros
Vamos contra a sensatez de opiniões.



Quantas vezes nós ficamos submissos ,
De uma coisa que não sabemos ao certo
Se é bobagem, se é loucura ou feitiço.


Mesmo assim, o coração calado, mudo ,
Consciente que de erro esta coberto
Continua insistindo sempre em tudo.











(( 074 ))



CAPRICHO



Jenário de Fátima



Quantas vezes nos doamos a alguém
Na certeza em ser o pior dos vícios.
Não medindo esforços nem sacrifícios,
Pra que tudo siga em paz e corra bem.




Quantas vezes vamos ao que não se tem.
Cientes que nos trará malefícios,
Pra agradar anseios e desperdícios,
De caprichos passageiros mais além.



Mesmo assim, tudo que se faz é pouco
E o coração exausto, cansado e louco.
Sofre tanto que a dor já nem mais sente



Mas porem, se um carinho nos é dado.
Esquecemos toda amargura de lado,
Pra voltar tudo novamente.



Brasília 24/10/2007









(( 075 ))

04/11/2020 PORTAL // AMIGOS 

FIBRA

Jenário de Fátima




(( 075 ))

04/11/2020 PORTAL // AMIGOS 

FIBRA

Jenário de Fátima








(( 075 ))
04/11/2020 PORTAL // AMIGOS 

FIBRA

Jenário de Fátima


A vida é feita de labutas e batalhas
De onde morremos sempre um pouco a cada dia
E muitas vezes nos perdemos na agonia
E em tanto medo que em derredor se espalha

Mas o ferro e fogo, que nos forja e talha
Reacende... Resiste... E pinta...E borda...E cria
Uma reluzente...E fascinante fantasia
Do mesmo manto que nos deram pra mortalha.


Mas, por mais que nossa guerra seja inglória
Com o destino nos tratando a força bruta
Com raça e fibra escrevemos nossa história.


Uma história que se encanta, se escuta
A nossa voz em um brado de vitória
Quando o destino pede arrego...E foge à luta!


Jenário de Fátima


06/11/2005








(( 076 ))



MADRUGADA NA PERIFERIA


Jenário de Fátima



Na morta madrugada, soa um tiro
Não sei se de ladrão...Se de polícia
Ou um imbecil, testando a perícia
Na cama em sobressalto, me reviro.


Espero alguns minutos...Não há gemido
Não há ...Ninguém chora nem grita
Só minha cabeça angustiada...Aflita
Pensando possa haver alguém ferido.


Mas não! Não há... Levanto...Abro a janela
No céu a lua gigantesca e bela
Parece repousar cá dentro de mim!



Estrelas...Lua...Céu...Tudo se ajunta
Me fica somente e apenas pergunta;
- Porque que alguém me estraga uma noite assim?

21/10/2005





(( 077 ))


NÃO SE PRENDA A MIM...



Não se prenda a mim, pois nada tenho
Além deste sorriso de meu rosto!
Não sei pra onde vou, nem de onde venho.
Me tanto faz ser maio ou agosto.



No auto-retrato que desenho,
Me pinto como alguém sempre disposto,
Mas nunca me esforço ou me empenho,
Naquilo que não seja do meu gosto.



Beleza ou dinheiro eu desenho.
É o bem interior que vejo exposto.
Mas não se prenda a mim, pois nada tenho...
...Além deste sorriso do meu rosto!



JENÁRIO DE FÁTIMA



04/12/2005



(( 078 ))



22/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINA



COMO UMA ONDA

Jenário de Fátima

Algumas vezes sou acometido
Por sentimento estranho de tristeza.
Como se houvesse na minhálma presa
Um malefício nela escondido.



E refém deste mal desconhecido
Eu sou levado como em correnteza
Pra lugar incerto onde a natureza
Parece ver a vida sem sentido.



Não sei porque causa isso acontece
E parecendo com ondas que vão e que vem
A angústia chega...bate...esmorece




Mas estranhamente ( pra meu próprio bem)
Some sem aviso...evola...fenece...
E assim como chega... vai embora também.



JENÁRIO DE FÁTIMA


22/11/2005




(( 078 ))


22/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINA



COMO UMA ONDA

Jenário de Fátima





(( 079 ))
( 079 )
07/03/2021 PORTAL / AMIGOS

UTOPIA

Ando pensando em ti, e quando penso.
As horas passam mansas, coloridas
E enquanto passam mais eu me convenço
Que um dia se unirão as nossas vidas

E seremos feitos de um carinho imenso...
E não se haverá choros nem despedidas
E seguiremos rotas do bom senso
Quando barreiras forem-nos erguidas...

Utopia...? Sonho...? Pode até bem ser...
Mas, e daí? Do que vale a existência
Se ao menos sonhos não pudermos ter?

O resto... O mundo pouco ou nada importa
Num sonho as vezes há tanta inocência
Que até renasce alguma vida morta...

 

©Jenário de Fatima. Todos os direitos reservados






Jenário de Fátima


Quando no amor sentimos enganados,
Vendo que nos fizeram de crianças
Ficamos de surpresos e abobados
Prá após vir o desejo de vingança



Entre tristes e inferiorizados
Sentimentos vão e vem como uma dança
E com nervos a flor da pele abalados
Esquecemos que em tudo há uma balança.



Bom seria, se nada disso fosse assim...
Bom seria se após um desengano!
Logo houvesse um recomeço e não um fim.



E deixamos quem nos feriu a esmo,
Fazendo da insídia, um belo plano
Para um grande crescimento em nós mesmos!



Jenário de Fátima- 

Brasilia 01/11/2005






(( 079 ))
( 079 )
07/03/2021 PORTAL / AMIGOS

UTOPIA

Jenário de Fátima


( 079 )
07/03/2021 PORTAL / AMIGOS

UTOPIA

Quando no amor sentimos enganados,

Vendo que nos fizeram de crianças

Ficamos de surpresos e abobados

Prá após vir o desejo de vingança

 

Entre tristes e inferiorizados

Sentimentos vão e vem como uma dança

E com nervos a flor da pele abalados

Esquecemos que em tudo há uma balança.


Bom seria, se nada disso fosse assim...
Bom seria se após um desengano!

Logo houvesse um recomeço e não um fim.

 

E deixamos quem nos feriu a esmo,

Fazendo da insídia, um belo plano

Para um grande crescimento em nós mesmos!

 

Jenário de Fátima- 

Brasilia 01/11/2005


( 079 )
07/03/2021 PORTAL / AMIGOS






(( 080 ))

( 11/09/2020 " PÁGINA" J. DE F. POETA)


Tantas coisas se perdem nessa vida
que a gente sempre busca explicação.


Se perdem por palavra não ouvida.
Se perdem por não se pedir perdão.
Se perdem pela mão não estendida.
Se perdem por teimar sem ter razão.


Se perdem pela lição esquecida.
Se perdem por ter tola opinião,
se perdem pela fúria incontida,
se perdem pela força de um palavrão.


Se perdem pela mágoa ressentida,
se perdem por se crer numa ilusão.
Se perdem por ambição desmedida,
se perdem por não respeitar irmão.


Porém, mesmo assim elas perdidas,
todas podem ser reconstruídas
desde que o amor tome o coração.


Jenario de Fatima







(( 081 ))





(( (( 


(( 082 ))

TORMENTA

Jenário de Fátima


Tormenta

Quando a tempestade vinha em noite escura
com raios intensos do breu fazer dia.
O zumbir do vento e a brontofobia
me castigavam como se em tortura.

E a minha casa, frágil, insegura,
tremia as paredes, o tento pendia.
e mamãe (Meu Deus... Até nem parecia
que sentia medo) era tão segura.

Mas na manhã seguinte tudo se acalmava.
e mamãe brincando ria, debochava
das caras de medo que por certo fiz.

Cresci. Em minha casa agora em concreto
vento algum lhe pode sacudir o teto.
já não tenho medo - Mas não sou feliz!-

Jenario de Fátima








(( 083 ))

SEMPRE ASSIM 

Jenário de Fátima









(( 084 ))
18/11/2020 PORTAL // AMIGOS

PÁSSARO PRESO 


Faça de mim aquilo que quiseres,
Sacie tua carne, teu desejos.
Tua intenção, seja qual lá tiveres,
Minha hora é submissa a teus ensejos.

Mas por favor, aquilo que me deres,
Não diga a teus amores andarejos.
Não tens ideia o quanto me feres,
Quando contas ao mundo dos meus beijos...

De ti já quis me livrar, fugir, porém,
Ao ver as ilusões que a liberdade tem
Somente uma certeza enfim obtive;

É que sou qual uma ave de gaiola
Que ao soltar-se, vai ao céu, voa , decola,
Mas fora da prisão não sobrevive..

Jenário de Fátima


(( 084 ))
18/11/2020 PORTAL // AMIGOS

PÁSSARO PRESO 

Jenário de Fátima


(( 084 ))
18/11/2020 PORTAL // AMIGOS

PÁSSARO PRESO 



Faça de mim aquilo que quiseres,
Sacie tua carne, teu desejos.
Tua intenção, seja qual lá tiveres,
Minha hora é submissa a teus ensejos.

Mas por favor, aquilo que me deres,
Não diga a teus amores andarejos.
Não tens ideia o quanto me feres,
Quando contas ao mundo dos meus beijos...

De ti já quis me livrar, fugir, porém,
Ao ver as ilusões que a liberdade tem
Somente uma certeza enfim obtive;

É que sou qual uma ave de gaiola
Que ao soltar-se, vai ao céu, voa , decola,
Mas fora da prisão não sobrevive..

Jenário de Fátima



(( 084 ))
18/11/2020 PORTAL // AMIGOS

PÁSSARO PRESO 

Jenário de Fátima







PÁSSARO PRESO

(( 084 ))

18/11/2020 PORTAL // AMIGOS

Faça de mim aquilo que quiseres,
Sacie tua carne, teu desejos.
Tua intenção, seja qual lá tiveres,
Minha hora é submissa a teus ensejos.

Mas por favor, aquilo que me deres,
Não diga a teus amores andarejos.
Não tens ideia o quanto me feres,
Quando contas ao mundo dos meus beijos...

De ti já quis me livrar, fugir, porém,
Ao ver as ilusões que a liberdade tem
Somente uma certeza enfim obtive;

É que sou qual uma ave de gaiola
Que ao soltar-se, vai ao céu, voa , decola,
Mas fora da prisão não sobrevive..

Jenário de Fátima




(( 085 ))

(( 085 ))

26/01/2021 PORTAL // AMIGOS

SINAIS

Jenário de Fátima

(( 085 ))

Jenário de Fátima

SINAIS

Passaste como a gota de neblina.
Que no bater do sol some, evapora
Ou qual um arco-íris que ilumina
E tinge em luz a tarde e descolora.

Passaste como o Galo da campina 
Que canta alegremente e vai-se embora
Ou feito aquela estrela matutina
Que some na vermelhidão da aurora.

Passaste sem meu Deus, e foi tão grande
O que de ti ficou e me entrelaça
Que embora eu por tantas trilhas ande.

Querendo que esta herança de desfaça
A marca da saudade só se expande,
Grudada em meu amor que nunca passa.


(( 085 ))

(( 085 ))
26/01/2021 PORTAL // AMIGOS

SINAIS

Jenário de Fátima
(( 085 ))
26/01/2021 PORTAL // AMIGOS



(( 085 ))

Jenário de Fátima

SINAIS

Passaste como a gota de neblina.
Que no bater do sol some, evapora
Ou qual um arco-íris que ilumina
E tinge em luz a tarde e descolora.

Passaste como o Galo da campina 
Que canta alegremente e vai-se embora
Ou feito aquela estrela matutina
Que some na vermelhidão da aurora.

Passaste sem meu Deus, e foi tão grande
O que de ti ficou e me entrelaça
Que embora eu por tantas trilhas ande.

Querendo que esta herança de desfaça
A marca da saudade só se expande,
Grudada em meu amor que nunca passa.



(( 085 ))
( 085 ))
26/01/2021 PORTAL // AMIGOS

SINAIS

Jenário de Fátima


(( 085 ))

Jenário de Fátima

SINAIS

Passaste como a gota de neblina.
Que no bater do sol some, evapora
Ou qual um arco-íris que ilumina
E tinge em luz a tarde e descolora.

Passaste como o Galo da campina 
Que canta alegremente e vai-se embora
Ou feito aquela estrela matutina
Que some na vermelhidão da aurora.

Passaste sem meu Deus, e foi tão grande
O que de ti ficou e me entrelaça
Que embora eu por tantas trilhas ande.

Querendo que esta herança de desfaça
A marca da saudade só se expande,
Grudada em meu amor que nunca passa.






(( 086 )) 

(( 086 )) 


Jenário de Fátima


PALPITE

A cigana que leu o meu destino,
Guardou dentro de si tantos segredos.
A vida nunca é nada que imagino
E fica esparramando meus brinquedos.

La fora o vento bate em desatino.
Murmura pela copa do arvoredo.
Cá dentro do meu quarto me confino.
A voz do vento sempre me dá medo.

Levanto, acendo a luz, abro a janela.
No céu a lua gigantesca e bela
Me acalma, me aquieta e tranquiliza.

Não quero ler Romance nem Novela.
Ligo o computador, busco na tela
Algum verso da doce Ana Luíza... 



(( 087 ))
26/01/2021 PORTAL/ AMIGOS

Jenário de Fátima 

QUEBRA-CABEÇA

Aperto o passo quando um verso teço.
Se no começo há grande embaraço
Afrouxo um laço, mas outro endureço
Me empalideço quero algum abraço.

Então eu desço em meu mais fundo espaço
Onde sou crasso, donde sou espesso
Viro ao avesso, me busco, me caço,
Olho meus traços, nem me reconheço

E embora tudo pareça feitiço
Paro com isso, quero que a alma esqueça.
Caso aconteça me torno um ouriço,

Sonho que o enguiço então desapareça,
Que a rima cresça e faça um rebuliço
Dentro do viço que é minha cabeça.





(( 087 ))
26/01/2021 PORTAL // AMIGOS


QUEBRA-CABEÇA 

Jenário de Fátima

(( 087 ))
26/01/2021 PORTAL/ AMIGOS

Jenário de Fátima 

QUEBRA-CABEÇA

Aperto o passo quando um verso teço.
Se no começo há grande embaraço
Afrouxo um laço, mas outro endureço
Me empalideço quero algum abraço.

Então eu desço em meu mais fundo espaço
Onde sou crasso, donde sou espesso
Viro ao avesso, me busco, me caço,
Olho meus traços, nem me reconheço

E embora tudo pareça feitiço
Paro com isso, quero que a alma esqueça.
Caso aconteça me torno um ouriço,

Sonho que o enguiço então desapareça,
Que a rima cresça e faça um rebuliço
Dentro do viço que é minha cabeça.





(( 088 ))

QUANDO ME FOR

Jenário de Fátima







(( 089 ))

SOLIDÃO A DOIS 

Jenário de Fátima


(( 089 ))

SOLIDÃO A DOIS 

Jenário de Fátima



(( 089 ))

SOLIDÃO A DOIS 

Jenário de Fátima



(( 089 ))

SOLIDÃO A DOIS 

Jenário de Fátima








SINTESE ( ANDEI POR CAMINHOS TANTOS )


(( 090 ))

SÍNTESE

Jenário de Fátima


(( 090 ))

SÍNTESE

Jenário de Fátima


(( 090 ))

SÍNTESE

Jenário de Fátima














(( 091 ))

SEM MÁGOA





SEM MÁGOAS


Amei-te tanto amor... amei-te tanto!
Fostes meu ar, fostes meu alimento.
Fostes meu colo, abrigo, meu alento,
Fostes meu sono ao embalo do acalanto...


Contudo amor... contudo, entretanto...
Só eu vivi total deslumbramento,
Prá ti eu fui qual uma bolha ao vento
Que logo estoura e perde seu encanto.


Culpar-te amor? ...Culpar-te já não posso!
Foi o meu sonho de um mundo só nosso,
Contra teu medo de viver a dois.


Mágoas não tenho amor... Porque teria?!
Se conheci contigo a fantasia
... Mesmo eu ficando assim tão só depois...


Jenario de Fatima 


(( 091 ))

SEM MÁGOA







SEM MÁGOAS


Amei-te tanto amor... amei-te tanto!
Fostes meu ar, fostes meu alimento.
Fostes meu colo, abrigo, meu alento,
Fostes meu sono ao embalo do acalanto...


Contudo amor... contudo, entretanto...
Só eu vivi total deslumbramento,
Prá ti eu fui qual uma bolha ao vento
Que logo estoura e perde seu encanto.


Culpar-te amor? ...Culpar-te já não posso!
Foi o meu sonho de um mundo só nosso,
Contra teu medo de viver a dois.


Mágoas não tenho amor... Porque teria?!
Se conheci contigo a fantasia
... Mesmo eu ficando assim tão só depois...


Jenario de Fatima 




(( 091 ))

SEM MÁGOA





SEM MÁGOAS


Amei-te tanto amor... amei-te tanto!
Fostes meu ar, fostes meu alimento.
Fostes meu colo, abrigo, meu alento,
Fostes meu sono ao embalo do acalanto...


Contudo amor... contudo, entretanto...
Só eu vivi total deslumbramento,
Prá ti eu fui qual uma bolha ao vento
Que logo estoura e perde seu encanto.


Culpar-te amor? ...Culpar-te já não posso!
Foi o meu sonho de um mundo só nosso,
Contra teu medo de viver a dois.


Mágoas não tenho amor... Porque teria?!
Se conheci contigo a fantasia
... Mesmo eu ficando assim tão só depois...



Jenario de Fatima 


(( 091 ))

SEM MÁGOA





SEM MÁGOAS


Amei-te tanto amor... amei-te tanto!
Fostes meu ar, fostes meu alimento.
Fostes meu colo, abrigo, meu alento,
Fostes meu sono ao embalo do acalanto...


Contudo amor... contudo, entretanto...
Só eu vivi total deslumbramento,
Prá ti eu fui qual uma bolha ao vento
Que logo estoura e perde seu encanto.


Culpar-te amor? ...Culpar-te já não posso!
Foi o meu sonho de um mundo só nosso,
Contra teu medo de viver a dois.


Mágoas não tenho amor... Porque teria?!
Se conheci contigo a fantasia
... Mesmo eu ficando assim tão só depois...



Jenario de Fatima 





(( 091 ))

SEM MÁGOA





SEM MÁGOAS


Amei-te tanto amor... amei-te tanto!
Fostes meu ar, fostes meu alimento.
Fostes meu colo, abrigo, meu alento,
Fostes meu sono ao embalo do acalanto...


Contudo amor... contudo, entretanto...
Só eu vivi total deslumbramento,
Prá ti eu fui qual uma bolha ao vento
Que logo estoura e perde seu encanto.


Culpar-te amor? ...Culpar-te já não posso!
Foi o meu sonho de um mundo só nosso,
Contra teu medo de viver a dois.


Mágoas não tenho amor... Porque teria?!
Se conheci contigo a fantasia
... Mesmo eu ficando assim tão só depois...



Jenario de Fatima 






(( 091 ))

SEM MÁGOA





SEM MÁGOAS


Amei-te tanto amor... amei-te tanto!
Fostes meu ar, fostes meu alimento.
Fostes meu colo, abrigo, meu alento,
Fostes meu sono ao embalo do acalanto...


Contudo amor... contudo, entretanto...
Só eu vivi total deslumbramento,
Prá ti eu fui qual uma bolha ao vento
Que logo estoura e perde seu encanto.


Culpar-te amor? ...Culpar-te já não posso!
Foi o meu sonho de um mundo só nosso,
Contra teu medo de viver a dois.


Mágoas não tenho amor... Porque teria?!
Se conheci contigo a fantasia
... Mesmo eu ficando assim tão só depois...

Jenario de Fatima 




(( 092 )) 
21/03/2020 PORTAL / RECANTO/ AMIGOS/ POETA 

SAGA

Jenário de Fátima




(( 092 )) 
21/03/2020 PORTAL / RECANTO/ AMIGOS/ POETA 

SAGA

Jenário de Fátima





(( 092 )) 
21/03/2020 PORTAL / RECANTO/ AMIGOS/ POETA 

SAGA

Jenário de Fátima




(( 092 )) 
21/03/2020 PORTAL / RECANTO/ AMIGOS/ POETA 

SAGA

Jenário de Fátima










(( 093 ))

24/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINAS


SEMPRE ASSIM

Jenário de Fátima




(( 094 ))


(( 094 ))
06/12/2020 PORTAL

TUDO OU NADA

Jenário de Fátima



TUDO OU NADA

Jenario de Fatima

Não quero ter ninguém contra a vontade.
Não quero ter ninguém só vez em quando.
Não quero ter ninguém com falsidade.
Não quero ter ninguém me incriminando.


Não quero ter ninguém pela metade.
Não quero ter ninguém se lamentando.
Não quero ter ninguém por vaidade.
Não quero ter ninguém me espionando.

Só quero ter alguém se for completo,
Onde os dois tenham o máximo prazer.
Algo claro, translúcido, direto.

Sem o medo d'alguma coisa errada.
Sem mentiras ou segredos pra esconder.
...E se não for assim!...Não quero nada...

(( 094 ))
(( 094 ))

TUDO OU NADA

Jenário de Fátima



(( 094 ))
06/12/2020 PORTAL

TUDO OU NADA

Jenário de Fátima



TUDO OU NADA

Jenario de Fatima

Não quero ter ninguém contra a vontade.
Não quero ter ninguém só vez em quando.
Não quero ter ninguém com falsidade.
Não quero ter ninguém me incriminando.


Não quero ter ninguém pela metade.
Não quero ter ninguém se lamentando.
Não quero ter ninguém por vaidade.
Não quero ter ninguém me espionando.

Só quero ter alguém se for completo,
Onde os dois tenham o máximo prazer.
Algo claro, translúcido, direto.

Sem o medo d'alguma coisa errada.
Sem mentiras ou segredos pra esconder.
...E se não for assim!...Não quero nada...




(( 094 ))

TUDO OU NADA

Jenário de Fátima


(( 094 ))

TUDO OU NADA

Jenário de Fátima











(( 095 )) 

TE DAR UM BEIJO

Jenário de Fátima











(( 096 ))

...TEMPO, TEMPO, TEMPO

Jenário de Fátima
(( 097 )) 
06/01/2021 /PORTAL

(( 097 )) 

TANTA MAGIA


Jenário de Fátima




(( 097 )) 
A imagem pode conter: céu, árvore, planta, pássaro, atividades ao ar livre e natureza

06/01/2021 /PORTAL

(( 097 )) 

TANTA MAGIA


Jenário de Fátima


TANTA MAGIA


Passei pra te dar um xero.

Daqueles que um bruxo inventa.

E mescla sal com pimenta 

no meio de seu tempero.


E ao notar tanto esmero

Uma avezinha assenta.

Porém só não se contenta

e chama se bando inteiro.


Chega uma ...chegam duas...

Chegam vente e muito mais...

São Araras...Cacatuas...

Pintassilgos e Pardais.


Tomam praças... tomam ruas...

Tomam becos e quintais

Tomam as páginas tuas

que eram antes tão iguais...

 


               



(( 098 ))

CAPRICHO

Jenário de Fátima




(( 099 ))


"Riso de Maria" 


Há cerca de dois mil anos somente,
Pelas terras hostis da Palestina,
Uma jovem senhora inda menina
Com ares de ternura tão presente, 


Vivia quase que constantemente
(no que lhe reservou sagrada sina)
Por entre as grandes frestas da ravina,
Fugindo com seu filho inocente. 


Mas se houvesse paz, que fosse um dia,
Bem mais que o vento forte nos sargaços,
Um outro som aos ares se estendia 


E flutuava em todos os espaços:
Era o encantado riso de Maria
Vendo Jesus nos seus primeiros passos. 


Autor: Jenário de Fátima
Editado por: nicoladavid 







(( 099 ))


"Riso de Maria" 

Jenário de Fátima











(( 100 ))

17/03/2020 PORTAL //POETA///AMIGOS///RECANTO

CENSURA

Jenário de Fátima


(( 100 ))

17/03/2020 PORTAL //POETA///AMIGOS///RECANTO

CENSURA

Jenário de Fátima






(( 101 ))     ACORDES DA ALMA




(( 101 ))


02/01/2020 * POETA/ AMIGOS/ PAGINA


ACORDES DA ALMA

Jenário de Fátima

(( 101 ))     ACORDES DA ALMA


(( 101 ))


02/01/2020 * POETA/ AMIGOS/ PAGINA


ACORDES DA ALMA

Jenário de Fátima


(( 101 ))     ACORDES DA ALMA

(( 101 ))


02/01/2020 * POETA/ AMIGOS/ PAGINA


ACORDES DA ALMA

Jenário de Fátima


(( 101 ))     ACORDES DA ALMA

(( 101 ))


02/01/2020 * POETA/ AMIGOS/ PAGINA


ACORDES DA ALMA

Jenário de Fátima







(( 102 ))

04/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINA

AH! ... O TEMPO

Jenário de Fátima

(( 102 ))

04/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINA

AH! ... O TEMPO

Jenário de Fátima










(( 103 ))

PEQUENA CANÇÃO DE ABANDONO 

Jenário de Fátima


(( 103 ))

PEQUENA CANÇÃO DE ABANDONO 

Jenário de Fátima


(( 103 ))

PEQUENA CANÇÃO DE ABANDONO 

Jenário de Fátima









(( 104 ))
19/11/2020 PORTAL// AMIGOS

AMBIÇÃO

Jenário de Fátima


(( 104 ))
19/11/2020 PORTAL// AMIGOS

AMBIÇÃO

Jenário de Fátima


Quando um dia, de todas as florestas
Não se restar mais floresta nenhuma.
E nem se ouvir o estrilar das festas
Que fazem pelos galhos a Inhaúma.

Quando notar que nenhum verde resta
Nem mesmo minúscula, leve pluma.
O Homem então tendo suor na testa
Vai acordar, vai entender em suma

Que a sua ambição fez aquilo tudo
Pois ao colher, sem se plantar primeiro
Deixou o solo, a terra se escudo

E a Natureza num rio certeiro
Ira mostrá-lo pra deixa-lo mudo
Que não se dá para comer dinheiro.

Jenário de Fátima








(( 105 ))


08/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINA = 
20/01/2020 *AMIGOS/ POETA / PAGINA

MOCIDADE

Jenário de Fátima





(( 105 ))


08/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINA = 
20/01/2020 *AMIGOS/ POETA / PAGINA

MOCIDADE

Jenário de Fátima






(( 106 ))
11/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINA 

PALPITE

Jenário de Fátima


(( 106 ))
11/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINA 

PALPITE

Jenário de Fátima






(( 107 ))

21/03/2020 PORTA/ POETA/ RECANTO AMIGOS

A FELICIDADE

Jenário de Fátima



(( 107 ))

21/03/2020 PORTA/ POETA/ RECANTO AMIGOS

A FELICIDADE

Jenário de Fátima






(( 107 ))

21/03/2020 PORTA/ POETA/ RECANTO AMIGOS

A FELICIDADE

Jenário de Fátima









(( 108 ))

09/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINA

A VEZES...

Jenário de Fátima

(( 108 ))

09/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINA

A VEZES...

Jenário de Fátima






(( 109 ))
15/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINA

ANTES DO COMBINADO

Jenário de Fátima






(( 109 ))
15/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINA

ANTES DO COMBINADO

Jenário de Fátima




(( 109 ))
15/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINA

ANTES DO COMBINADO

Jenário de Fátima








(( 110 ))

19/01/2020* POETA/ PAGINA/ AMIGOS

CUIDADO

Jenário de Fátima

(( 110 ))

19/01/2020* POETA/ PAGINA/ AMIGOS

CUIDADO

Jenário de Fátima



(( 110 ))

19/01/2020* POETA/ PAGINA/ AMIGOS

CUIDADO

Jenário de Fátima







(( 111 ))

22/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINA

CONFIA

Jenário de Fátima






(( 112 ))

24/03/2020 PORTAL // POETA// RECANTO//AMIGOS

DOCE MAGIA 

Jenário de Fátima





((113 ))

10/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINA
30/10/2020 PORTAL ///AMIGOS

CAMINHOS...CAMINHOS...

JENÁRIO DE FÁTIMA 


 ((113 ))

10/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINA
30/10/2020 PORTAL ///AMIGOS

CAMINHOS...CAMINHOS...

JENÁRIO DE FÁTIMA 

 ((113 ))

10/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINA
30/10/2020 PORTAL ///AMIGOS

CAMINHOS...CAMINHOS...

JENÁRIO DE FÁTIMA 


 ((113 ))

10/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINA
30/10/2020 PORTAL ///AMIGOS

CAMINHOS...CAMINHOS...

JENÁRIO DE FÁTIMA 


 ((113 ))

10/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINA
30/10/2020 PORTAL ///AMIGOS

CAMINHOS...CAMINHOS...

JENÁRIO DE FÁTIMA 

 ((113 ))

10/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINA
30/10/2020 PORTAL ///AMIGOS

CAMINHOS...CAMINHOS...

JENÁRIO DE FÁTIMA 





 ((113 ))

10/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINA
30/10/2020 PORTAL ///AMIGOS

CAMINHOS...CAMINHOS...

JENÁRIO DE FÁTIMA 


 ((113 ))

10/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINA
30/10/2020 PORTAL ///AMIGOS

CAMINHOS...CAMINHOS...

JENÁRIO DE FÁTIMA 





(( 114 ))

19/03/2020 PORTAL

CARÊNCIA

JENÁRIO DE FÁTIMA 

(( 114 ))

19/03/2020 PORTAL

CARÊNCIA

JENÁRIO DE FÁTIMA 

(( 114 ))

19/03/2020 PORTAL

CARÊNCIA

JENÁRIO DE FÁTIMA 


(( 114 ))

19/03/2020 PORTAL

CARÊNCIA

JENÁRIO DE FÁTIMA 



((115 ))
08/01/2021 PORTAL//AMIGOS

23/03/2020 PORTAL//RECANTO//POETA// AMIGOS
((115 ))

23/03/2020 PORTAL//RECANTO//POETA// AMIGOS
Jenário de Fátima - Claudia Dimer 

CONFRONTOS

Quando te tenho amor, eu só me perco.
E quando eu me perco é que me encontro
Mas quando me encontro, fecha-se o cerco
E surge então idéias de um confronto.

Não sei se a ti me entrego, ou vou-me embora
E quando vou-me embora me amedronto.
E quando me amedronto perco a hora
e quando tenho a hora, não me apronto.

Se minha liberdade é te deixar,
Escrava da saudade irei ficar,
Não tendo tuas mãos suaves, lisas...

E a dor é igual espinho; a carne encrava!
Entenda que se eu for, me torno escrava,
Pois quando me libertas, me escravizas!
((115 ))
08/01/2021 PORTAL//AMIGOS

23/03/2020 PORTAL//RECANTO//POETA// AMIGOS




((115 ))
08/01/2021 PORTAL//AMIGOS

23/03/2020 PORTAL//RECANTO//POETA// AMIGOS

Jenário de Fátima - Claudia Dimer 

CONFRONTOS

Quando te tenho amor, eu só me perco.
E quando eu me perco é que me encontro
Mas quando me encontro, fecha-se o cerco
E surge então idéias de um confronto.

Não sei se a ti me entrego, ou vou-me embora
E quando vou-me embora me amedronto.
E quando me amedronto perco a hora
e quando tenho a hora, não me apronto.

Se minha liberdade é te deixar,
Escrava da saudade irei ficar,
Não tendo tuas mãos suaves, lisas...

E a dor é igual espinho; a carne encrava!
Entenda que se eu for, me torno escrava,
Pois quando me libertas, me escravizas!


((115 ))

23/03/2020 PORTAL//RECANTO//POETA// AMIGOS


CONFRONTOS

JENÁRIO DE FÁTIMA









((116 ))

27/03/2020 PORTAL// AMIGOS// POETA///RECANTO

DESVARIO

Jenário de Fátima





(( 117 ))

03/01/2020 * POETA/ AMIGOS/ PAGINA

DEIXE ASSIM

Jenário de Fátima


(( 117 ))

03/01/2020 * POETA/ AMIGOS/ PAGINA

DEIXE ASSIM

Jenário de Fátima



(( 117 ))

03/01/2020 * POETA/ AMIGOS/ PAGINA

DEIXE ASSIM

Jenário de Fátima





(( 118 ))

23/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINA

DESPEDIDA

Jenário de Fàtima

(( 118 ))

23/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINA

DESPEDIDA

Jenário de Fàtima



(( 118 ))

23/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINA

DESPEDIDA

Jenário de Fàtima


(( 118 ))

23/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINA

DESPEDIDA

Jenário de Fàtima









(( 119 ))

08/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINA 

ESQUEÇA 

Jenário de Fátima







(( 120 ))


17/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINA 

FASES...

Jenário de Fátima




(( 120 ))


17/01/2020* POETA/ AMIGOS/ PAGINA 

FASES...

Jenário de Fátima







(( 121 )) 
14/06/2020 PORTAL/ AMIGOS/ RECANTO

NÃO BRINQUE

Jenário de Fátima


(( 121 )) 
14/06/2020 PORTAL/ AMIGOS/ RECANTO

NÃO BRINQUE

Jenário de Fátima


Jamais brinque com meus sentimentos.
Eles são leves...leves feito pluma,
e não há nada neles que resuma
o que uns chamam amadurecimento.


Por qualquer verso de amor me assento.
( É que não tenho malícia nenhuma) 
E eu ao ouvi-los sinto que alma ruma
como levada solta pelo vento.


Porém não quero apenas só "ficar".
Eu quero sair juntos, namorar
pra muito além do que limita a cama.


Assim não sendo, por favor não plante 
o que cuidar não for e não encante
meu coração que tão facílmente ama. 





(( 121 )) 
14/06/2020 PORTAL/ AMIGOS/ RECANTO

NÃO BRINQUE

Jenário de Fátima













(( 122 ))


MULHER DISCRETA

Jenário de Fátima


(( 122 ))


MULHER DISCRETA

Jenário de Fátima


(( 122 ))


MULHER DISCRETA

Jenário de Fátima




(( 122 ))


MULHER DISCRETA

Jenário de Fátima






(( 123 ))

ENLEVAMENTO

Jenário de Fátima

(( 123 ))

ENLEVAMENTO

Jenário de Fátima















(( 125 ))

OBJETO

Jenário de Fátima



(( 125 ))

OBJETO

Jenário de Fátima








(( 126 ))

O LAVRADOR

Jenário de Fátima




(( 126 ))

O LAVRADOR

Jenário de Fátima






(( 127 ))

POEMA DOCE

Jenário de Fátima



(( 127 ))

POEMA DOCE

Jenário de Fátima








(( 128 ))

PISTA FALSA

Jenário de Fátima
(( 128 ))

PISTA FALSA

Jenário de Fátima



(( 128 ))

PISTA FALSA

Jenário de Fátima






 (( 129 ))

PERDAS...

Jenário de Fátima





((130 ))

PALAVRAS DE AMOR

Jenário de Fátima






(( 131 ))

PAI

Jenário de Fátima



(( 131 ))

PAI

Jenário de Fátima





(( 131 ))

PAI

Jenário de Fátima






(( 132 ))

23/10/2020 PORTAL

POESIA ALIMENTO DA ALMA


Jenário de Fátima


A poesia é o alimento da alma
Quando no corpo faz-se o cansaço.
É qual embalo que a criança acalma
Após ser acolhida em terno abraço.


A poesia é onde enfim se salva
Um coração partido em mil pedaços.
E feita a luz daquela noite alva
Em que mil anjos tomam seu espaço.



A poesia tem o dom da cura
Pra aqueles que cobertos de amargura.
Procuram achar de novo os passos seus.


A poesias é só para os sensíveis.
Aqueles que por telas invisíveis
Procura ver por ela as mãos de Deus .


Jenário de Fátima





(( 132 ))

23/10/2020 PORTAL

POESIA ALIMENTO DA ALMA


Jenário de Fátima


A poesia é o alimento da alma
Quando no corpo faz-se o cansaço.
É qual embalo que a criança acalma
Após ser acolhida em terno abraço.


A poesia é onde enfim se salva
Um coração partido em mil pedaços.
E feita a luz daquela noite alva
Em que mil anjos tomam seu espaço.

A poesia tem o dom da cura
Pra aqueles que cobertos de amargura.
Procuram achar de novo os passos seus.


A poesias é só para os sensíveis.
Aqueles que por telas invisíveis
Procura ver por ela as mãos de Deus .

Jenário de Fátima







(( 133 ))

18/03/2020 POETA

VENTOS, POR FAVOR 

JENÁRIO DE FÁTIMA

(( 133 ))

18/03/2020 POETA

VENTOS, POR FAVOR 

JENÁRIO DE FÁTIMA


(( 133 ))

18/03/2020 POETA

VENTOS, POR FAVOR 

JENÁRIO DE FÁTIMA

(( 134 ))

ESCULTURAS NO CÉU

JENÁRIO DE FÁTIMA
(( 134 ))

ESCULTURAS NO CÉU

JENÁRIO DE FÁTIMA

(( 135 ))

ABRI MEU CORAÇÃO TRISTINHO

JENÁRIO DE FÁTIMA
(( 135 ))

ABRI MEU CORAÇÃO TRISTINHO

JENÁRIO DE FÁTIMA

(( 135 ))

ABRI MEU CORAÇÃO TRISTINHO

JENÁRIO DE FÁTIMA






(( 136 ))
A RESPOSTA DO POETA

JENÁRIO DE FÁTIMA

(( 136 ))

A RESPOSTA DO POETA

JENÁRIO DE FÁTIMA


(( 137 ))

FANTOCHE

JENÁRIO DE FÁTIMA 





Gosto deste velho não.
Não se importava comigo quando 
eu era criança e agora vem todo 
sorridente depois que cresci.
Ele que vá catar coquinhos...


Fantoche


Papai Noel, porque teu preconceito?
Porque esta arrogância que te cobre?
Porque te achas sempre no direito
de nunca visitar casa de pobre?


Criança velho tolo, não tem jeito!
Se sua existência ela descobre
bate o coraçãozinho, bate o peito
sonhando que brinquedo algum lhe sobre.


Não existe apenas só criança rica.
Criança quando é pobre também fica
A chamar-te, mas a esta tu ti mudas.


Exponho a indignação que me infesta,
quando no sábado de aleluia em festa,
te malho, enquanto todos malham Judas.


Jenario de Fátima








(( 137 ))

FANTOCHE

JENÁRIO DE FÁTIMA 





Gosto deste velho não.
Não se importava comigo quando 
eu era criança e agora vem todo
 sorridente depois que cresci.
Ele que vá catar coquinhos...


Fantoche


Papai Noel, porque teu preconceito?
Porque esta arrogância que te cobre?
Porque te achas sempre no direito
de nunca visitar casa de pobre?


Criança velho tolo, não tem jeito!
Se sua existência ela descobre
bate o coraçãozinho, bate o peito
sonhando que brinquedo algum lhe sobre.


Não existe apenas só criança rica.
Criança quando é pobre também fica
A chamar-te, mas a esta tu ti mudas.


Exponho a indignação que me infesta,
quando no sábado de aleluia em festa,
te malho, enquanto todos malham Judas.


Jenario de Fátima



(( 137 ))

FANTOCHE

JENÁRIO DE FÁTIMA 





Gosto deste velho não.
Não se importava comigo quando 
eu era criança e agora vem todo
 sorridente depois que cresci.
Ele que vá catar coquinhos...


Fantoche


Papai Noel, porque teu preconceito?
Porque esta arrogância que te cobre?
Porque te achas sempre no direito
de nunca visitar casa de pobre?


Criança velho tolo, não tem jeito!
Se sua existência ela descobre
bate o coraçãozinho, bate o peito
sonhando que brinquedo algum lhe sobre.


Não existe apenas só criança rica.
Criança quando é pobre também fica
A chamar-te, mas a esta tu ti mudas.


Exponho a indignação que me infesta,
quando no sábado de aleluia em festa,
te malho, enquanto todos malham Judas.


Jenario de Fátima





(( 137 ))

FANTOCHE

JENÁRIO DE FÁTIMA 





Gosto deste velho não.
Não se importava comigo quando 
eu era criança e agora vem todo 
sorridente depois que cresci.
Ele que vá catar coquinhos...


Fantoche


Papai Noel, porque teu preconceito?
Porque esta arrogância que te cobre?
Porque te achas sempre no direito
de nunca visitar casa de pobre?


Criança velho tolo, não tem jeito!
Se sua existência ela descobre
bate o coraçãozinho, bate o peito
sonhando que brinquedo algum lhe sobre.


Não existe apenas só criança rica.
Criança quando é pobre também fica
A chamar-te, mas a esta tu ti mudas.


Exponho a indignação que me infesta,
quando no sábado de aleluia em festa,
te malho, enquanto todos malham Judas.


Jenario de Fátima



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07/01/2020 *  POETA/ AMIGOS/ PAGINA 


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29/01/2020* PORTAL / AMIGOS/ 

29/01/2020* PORTAL / AMIGOS/ 
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29/01/2020* PORTAL / AMIGOS/ 

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29/01/2020* PORTAL / AMIGOS/ 

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(( 149 ))



Jenário de Fátima

Algumas pessoas, em suas tentativas
de se mostrarem superior às outras
gosta de exibir suas qualidades,
suas posses, seus atributos.

Quem é rico, gosta de exibir a riqueza.
Quem é culto, gosta de mostrar cultura.
Quem é bonito, gosta de expor a beleza.
Diferente de quem é bom.

Quem tem bondade no coração,
este não gosta de exibir nada,
Gosta de praticar, se sentir feliz ajudando os outros.
Bondade e orgulho nunca combinam.

Aqui devemos excluir aqueles que
acham que fazendo algo de bom
esperando recompensa.
Isso não é bondade, é negócio.

Jenário de Fátima



(( 150 ))

                                                       19 de outubro de 2012 
 
Minúcias


Jenário de Fátima

Amor é frágil, sentimento leve.
Igual ao vinho que se prende à rolha,
Igual à brisa que bate na folha,
Igual à queda de um floco de neve...

São das minúcias que o amor escreve,
Que a gente vai fazendo cada escolha.
Já que por elas uns têm vida breve,
Qual breve é a vida do sabão na bolha...

Entre detalhes e as coisas pequenas.
As que se veem nas repetidas cenas,
Aquelas tão comuns e tão banais...

Que a gente sabe que se segue em frente
Ou, então, se diz de-fi-ni-ti-va-men-te:
"Agora chega... basta... não dá mais"


((151))
Um pé de salsa
Quando em criança em meu quintal havia
Um pé de salsa de um talo bem grosso
Que teimosamente espalhava e crescia
Pelo caminho entre a sala e o fosso.
Algumas vezes dele me servia
Quando achava inodoro, insosso,
O prato simples que mamãe fazia
E entregava para meu almoço.
Suas folhinhas eu esmiuçava
E um tom verde meu prato ondeava
Com mamãe me olhando em seu jeito terno.
Pelas mesas hoje, há requinte, esmero,
Aromas raros e leves temperos
... mas nada tem o gosto do olhar materno.


((151))

Um pé de salsa
Quando em criança em meu quintal havia
Um pé de salsa de um talo bem grosso
Que teimosamente espalhava e crescia
Pelo caminho entre a sala e o fosso.
Algumas vezes dele me servia
Quando achava inodoro, insosso,
O prato simples que mamãe fazia
E entregava para meu almoço.
Suas folhinhas eu esmiuçava
E um tom verde meu prato ondeava
Com mamãe me olhando em seu jeito terno.
Pelas mesas hoje, há requinte, esmero,
Aromas raros e leves temperos
... mas nada tem o gosto do olhar materno.


((151))
Um pé de salsa
Quando em criança em meu quintal havia
Um pé de salsa de um talo bem grosso
Que teimosamente espalhava e crescia
Pelo caminho entre a sala e o fosso.
Algumas vezes dele me servia
Quando achava inodoro, insosso,
O prato simples que mamãe fazia
E entregava para meu almoço.
Suas folhinhas eu esmiuçava
E um tom verde meu prato ondeava
Com mamãe me olhando em seu jeito terno.
Pelas mesas hoje, há requinte, esmero,
Aromas raros e leves temperos
... mas nada tem o gosto do olhar materno.



((151))

Um pé de salsa
Quando em criança em meu quintal havia
Um pé de salsa de um talo bem grosso
Que teimosamente espalhava e crescia
Pelo caminho entre a sala e o fosso.
Algumas vezes dele me servia
Quando achava inodoro, insosso,
O prato simples que mamãe fazia
E entregava para meu almoço.
Suas folhinhas eu esmiuçava
E um tom verde meu prato ondeava
Com mamãe me olhando em seu jeito terno.
Pelas mesas hoje, há requinte, esmero,
Aromas raros e leves temperos
... mas nada tem o gosto do olhar materno.


(( 152 ))

VELHOS FILMES


(( 152 ))
02/04/2021 PORTAL / AMIGOS

Velho filme Jenário de Fátima Alguns amores são meio que estranhos,
Que não lhes podem definir conceitos.
Nunca sabemos seus reais tamanhos Ou se pensar daquilo que são feitos. Os que já tive, os quais me emaranho.
Tem entre si apenas um só jeito. Doem , machucam, dilaceram o peito
Mostram que deles nada tiro ou ganho. Porém no entanto logo quando um finda,
Vem a certeza de saber que ainda Será lembrado pelo vão dos meses. E enquanto o esqueço, outro logo aponta
Mesmo eu sabendo que no fim das contas Verei de novo o filme outras vezes



(( 152 ))
02/04/202 PORTAL / AMIGOS

Velho filme Jenário de Fátima Alguns amores são meio que estranhos,
Que não lhes podem definir conceitos.
Nunca sabemos seus reais tamanhos Ou se pensar daquilo que são feitos. Os que já tive, os quais me emaranho.
Tem entre si apenas um só jeito. Doem , machucam, dilaceram o peito
Mostram que deles nada tiro ou ganho. Porém no entanto logo quando um finda,
Vem a certeza de saber que ainda Será lembrado pelo vão dos meses. E enquanto o esqueço, outro logo aponta
Mesmo eu sabendo que no fim das contas Verei de novo o filme outras vezes


 

15/03/2021 PORTAL / AMIGOS

Neyde Pontes

22 de fevereiro de 2014  ·

ANDREIA

Andreia me da seu colo.

E de seu colo eu preciso

Do vento eu invento um solo

Um solo de improviso.

As vezes num verso embolo

Cabo perdendo o juízo

Mas logo eu me consolo

Termino tudo num riso.

Andrea meu bem querer

A gente procura ter

Bem mais daquilo que pode

E quando não conseguimos

Um verso se busca e rimos

Pra que tudo se acomode

Jenario de Fátima

5/4/2011 bar

Mais uma! quem é essa Andreia,

ainda iremos talvez saber,

por aqui ainda não apareceu

Se é ilusão do Jenario

Ou se dele já esqueceu....

 

Claudia Rolim

Deve ser a gatinha de estimação.

Ele não tem dinheiro pra comprar

ração mas faz o que pode...

"Andrea meu bem querer

A gente procura ter

Bem mais daquilo que pode"


























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