(( U )) SÓ SONETOS JENÁRIO DE FÁTIMA




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(( 002 ))



(( 002 ))
16/11/2020 PORTAL// AMIGOS


(( 002 ))
16/11/2020 PORTAL// AMIGOS


(( 002 ))
16/11/2020 PORTAL// AMIGOS


(( 002 ))
16/11/2020 PORTAL// AMIGOS


(( 002 ))
16/11/2020 PORTAL// AMIGOS


(( 002 ))
16/11/2020 PORTAL// AMIGOS


(( 002 ))
16/11/2020 PORTAL// AMIGOS





Casinha Branca
Uma casinha branca ao pé da serra.
Onde o poente enegrece mais cedo.
Um sabiá cantando no arvoredo
E um bezerrinho que distante berra
E quando o dia a pálpebra descerra
E a lua vem bater nos lajedos
Posso eu sentir pelas pontas dos dedos
Toda energia que emana da terra...
Num canto assim quero findar meus dias.
Tirar da terra meu próprio sustento
E meio as manhãs de alvoradas frias.
Pelo interior deste simples abrigo
Bem mais que a neblina que carrega o vento,
Eu tenha alguém que amo comigo.
Jenario de Fatima


(( 003 ))
19/04/2020 POETA/ PORTAL/ AMIGOS RECANTO
Casinha Branca
Uma casinha branca ao pé da serra.
Onde o poente enegrece mais cedo.
Um sabiá cantando no arvoredo
E um bezerrinho que distante berra
E quando o dia a pálpebra descerra
E a lua vem bater nos lajedos
Posso eu sentir pelas pontas dos dedos
Toda energia que emana da terra...
Num canto assim quero findar meus dias.
Tirar da terra meu próprio sustento
E meio as manhãs de alvoradas frias.
Pelo interior deste simples abrigo
Bem mais que a neblina que carrega o vento,
Eu tenha alguém que amo comigo.
Jenario de Fatima


Casinha Branca
Uma casinha branca ao pé da serra.
Onde o poente enegrece mais cedo.
Um sabiá cantando no arvoredo
E um bezerrinho que distante berra
E quando o dia a pálpebra descerra
E a lua vem bater nos lajedos
Posso eu sentir pelas pontas dos dedos
Toda energia que emana da terra...
Num canto assim quero findar meus dias.
Tirar da terra meu próprio sustento
E meio as manhãs de alvoradas frias.
Pelo interior deste simples abrigo
Bem mais que a neblina que carrega o vento,
Eu tenha alguém que amo comigo.
Jenario de Fatima



(( 003 ))
19/04/2020 POETA/ PORTAL/ AMIGOS RECANTO
Casinha Branca
Uma casinha branca ao pé da serra.
Onde o poente enegrece mais cedo.
Um sabiá cantando no arvoredo
E um bezerrinho que distante berra
E quando o dia a pálpebra descerra
E a lua vem bater nos lajedos
Posso eu sentir pelas pontas dos dedos
Toda energia que emana da terra...
Num canto assim quero findar meus dias.
Tirar da terra meu próprio sustento
E meio as manhãs de alvoradas frias.
Pelo interior deste simples abrigo
Bem mais que a neblina que carrega o vento,
Eu tenha alguém que amo comigo.
Jenario de Fatima



(( 004 ))
14/10/2020 PORTA
FINAL DE SONHO
Jenário de Fátima
Um sonho de amor quando finda, termina.
Deixa sinais e nítida evidência,
Que devemos olhar com mais prudência,
As coisas que a mente descortina.
Pois quem ama quase sempre imagina,
-Talvez levado por doce inocência
-Que no amor existe sempre coerência,
Mesmo se é uma linha é tênue e fina.
Quando termina então um dia tudo,
Um coração calado assiste mudo,
Ao peso de uma dor sem ter remédio.
Mas em nosso peito dolorido e frio,
O lugar do sonho nunca esta vazio,
Logo é tomado por tristeza e tédio.


(( 004 ))
14/10/2020 AMIGOS
FINAL DE SONHO
Jenário de Fátima
Um sonho de amor quando finda, termina.
Deixa sinais e nítida evidência,
Que devemos olhar com mais prudência,
As coisas que a mente descortina.
Pois quem ama quase sempre imagina,
-Talvez levado por doce inocência
-Que no amor existe sempre coerência,
Mesmo se é uma linha é tênue e fina.
Quando termina então um dia tudo,
Um coração calado assiste mudo,
Ao peso de uma dor sem ter remédio.
Mas em nosso peito dolorido e frio,
O lugar do sonho nunca esta vazio,
Logo é tomado por tristeza e tédio.











FINAL DE SONHO
Jenário de Fátima
Um sonho de amor quando finda, termina.
Deixa sinais e nítida evidência,
Que devemos olhar com mais prudência,
As coisas que a mente descortina.
Pois quem ama quase sempre imagina,
-Talvez levado por doce inocência
-Que no amor existe sempre coerência,
Mesmo se é uma linha é tênue e fina.
Quando termina então um dia tudo,
Um coração calado assiste mudo,
Ao peso de uma dor sem ter remédio.
Mas em nosso peito dolorido e frio,
O lugar do sonho nunca esta vazio,
Logo é tomado por tristeza e tédio.


FINAL DE SONHO
Jenário de Fátima
Um sonho de amor quando finda, termina.
Deixa sinais e nítida evidência,
Que devemos olhar com mais prudência,
As coisas que a mente descortina.
Pois quem ama quase sempre imagina,
-Talvez levado por doce inocência
-Que no amor existe sempre coerência,
Mesmo se é uma linha é tênue e fina.
Quando termina então um dia tudo,
Um coração calado assiste mudo,
Ao peso de uma dor sem ter remédio.
Mas em nosso peito dolorido e frio,
O lugar do sonho nunca esta vazio,
Logo é tomado por tristeza e tédio.



INTIMIDADE



INTIMIDADE
... Um quarto-sala n'algum prédio antigo...
uma geladeira, uma escrivaninha.
E na fruteira maça, pera, figo
mais a certeza de saber que és minha!
No pouco espaço deste nosso abrigo
há no banheiro uma esticada linha
que um prendedor segura sem perigo
a minha cueca e a tua calcinha.
nesta intimidade em forma crua
é tudo feito tão naturalmente
que até parece que no ar flutua
alguma coisa estranha, diferente...
dando a impressão que até mesmo a lua
tente descer para vir tocar a gente.
.
Jenário de Fátima




















(( 007 ))
21/02/2020 POETA/ PORTAL/ AMIGOS/ RECANTO
Mentira
Jenario de Fátima
Nunca fique atrás de quem não te ama.
Pra se encontrar um amor que não existe.
Isso por certo tornara-se um drama,
Cujo desfecho é o pior que já viste .
Se alguma fantasia inda te inflama
E fugir dela o teu peito resiste,
Hás de entender que uma vazia cama
É bem melhor que alguém ao lado triste.
Amor só é amor se na sua essência
Houver entrega e reciprocidade.
Amor se feito por conveniência
Depois do orgasmo o quarto inteiro gira
Ao deparar-se ante a realidade
Do quanto dói viver uma mentira.



(( 007 ))
28/02/2021 PORTAL / AMIGOS
21/02/2020 POETA/ PORTAL/ AMIGOS/ RECANTO
Mentira
Jenario de Fátima
Nunca fique atrás de quem não te ama.
Pra se encontrar um amor que não existe.
Isso por certo tornara-se um drama,
Cujo desfecho é o pior que já viste .
Se alguma fantasia inda te inflama
E fugir dela o teu peito resiste,
Hás de entender que uma vazia cama
É bem melhor que alguém ao lado triste.
Amor só é amor se na sua essência
Houver entrega e reciprocidade.
Amor se feito por conveniência
Depois do orgasmo o quarto inteiro gira
Ao deparar-se ante a realidade
Do quanto dói viver uma mentira.


(( 007 ))
Mentira
Jenario de Fátima
Nunca fique atrás de quem não te ama.
Pra se encontrar um amor que não existe.
Isso por certo tornara-se um drama,
Cujo desfecho é o pior que já viste .
Se alguma fantasia inda te inflama
E fugir dela o teu peito resiste,
Hás de entender que uma vazia cama
É bem melhor que alguém ao lado triste.
Amor só é amor se na sua essência
Houver entrega e reciprocidade.
Amor se feito por conveniência
Depois do orgasmo o quarto inteiro gira
Ao deparar-se ante a realidade
Do quanto dói viver uma mentira.


(( 008 ))
26/02/2021 PORTAL / AMIGOS
17/06/2020 AMIGOS/ PORTAL/ RECANTO


(( 008 ))
26/02/2021 PORTAL / AMIGOS
17/06/2020 AMIGOS/ PORTAL/ RECANTO


(( 008 ))
26/02/2021 PORTAL / AMIGOS
17/06/2020 AMIGOS/ PORTAL/ RECANTO


(( 008 ))
26/02/2021 PORTAL / AMIGOS
17/06/2020 AMIGOS/ PORTAL/ RECANTO



(( 008 ))
26/02/2021 PORTAL / AMIGOS
17/06/2020 AMIGOS/ PORTAL/ RECANTO



(( 008 ))
26/02/2021 PORTAL / AMIGOS
17/06/2020 AMIGOS/ PORTAL/ RECANTO



(( 008 ))
26/02/2021 PORTAL / AMIGOS
17/06/2020 AMIGOS/ PORTAL/ RECANTO







(( 009 ))
17/08/2020 PORTAL/ RECANTO/ AMIGOS
Balanço
Jenario de Fátima
Tudo passa, enfim tudo é passageiro.
Passa o tempo e as vezes nem percebemos.
Que as rugas que nos cobrem, que nós temos
São as provas de que o tempo anda ligeiro.
Vai dezembro, vem ai novo janeiro,
Repetindo a dança d tantos anos.
E de novo o mesclar de tantos planos
Nos confunde em o que fazer primeiro.
Entretanto, quando olhamos lá pra trás.
Ao saber que o que passou não volta mais,
No produto entre o que foi choro ou riso.
Muitas dúvidas ainda permanecem.
Pois os nossos valores sempre crescem
Quando na soma do amor há prejuízo


(( 009 ))

(( 009 ))
17/08/2020 PORTAL/ RECANTO/ AMIGOS
Balanço
Jenario de Fátima
Tudo passa, enfim tudo é passageiro.
Passa o tempo e as vezes nem percebemos.
Que as rugas que nos cobrem, que nós temos
São as provas de que o tempo anda ligeiro.
Vai dezembro, vem ai novo janeiro,
Repetindo a dança d tantos anos.
E de novo o mesclar de tantos planos
Nos confunde em o que fazer primeiro.
Entretanto, quando olhamos lá pra trás.
Ao saber que o que passou não volta mais,
No produto entre o que foi choro ou riso.
Muitas dúvidas ainda permanecem.
Pois os nossos valores sempre crescem
Quando na soma do amor há prejuízo


(( 009 ))

(( 009 ))
17/08/2020 PORTAL/ RECANTO/ AMIGOS
Balanço
Jenario de Fátima
Tudo passa, enfim tudo é passageiro.
Passa o tempo e as vezes nem percebemos.
Que as rugas que nos cobrem, que nós temos
São as provas de que o tempo anda ligeiro.
Vai dezembro, vem ai novo janeiro,
Repetindo a dança d tantos anos.
E de novo o mesclar de tantos planos
Nos confunde em o que fazer primeiro.
Entretanto, quando olhamos lá pra trás.
Ao saber que o que passou não volta mais,
No produto entre o que foi choro ou riso.
Muitas dúvidas ainda permanecem.
Pois os nossos valores sempre crescem
Quando na soma do amor há prejuízo


(( 009 ))

(( 009 ))
17/08/2020 PORTAL/ RECANTO/ AMIGOS
Balanço
Jenario de Fátima
Tudo passa, enfim tudo é passageiro.
Passa o tempo e as vezes nem percebemos.
Que as rugas que nos cobrem, que nós temos
São as provas de que o tempo anda ligeiro.
Vai dezembro, vem ai novo janeiro,
Repetindo a dança d tantos anos.
E de novo o mesclar de tantos planos
Nos confunde em o que fazer primeiro.
Entretanto, quando olhamos lá pra trás.
Ao saber que o que passou não volta mais,
No produto entre o que foi choro ou riso.
Muitas dúvidas ainda permanecem.
Pois os nossos valores sempre crescem
Quando na soma do amor há prejuízo


(( 009 ))
(( 009 ))
17/08/2020 PORTAL/ RECANTO/ AMIGOS
Balanço
Jenario de Fátima
Tudo passa, enfim tudo é passageiro.
Passa o tempo e as vezes nem percebemos.
Que as rugas que nos cobrem, que nós temos
São as provas de que o tempo anda ligeiro.
Vai dezembro, vem ai novo janeiro,
Repetindo a dança d tantos anos.
E de novo o mesclar de tantos planos
Nos confunde em o que fazer primeiro.
Entretanto, quando olhamos lá pra trás.
Ao saber que o que passou não volta mais,
No produto entre o que foi choro ou riso.
Muitas dúvidas ainda permanecem.
Pois os nossos valores sempre crescem
Quando na soma do amor há prejuízo


(( 009 ))
(( 009 ))
17/08/2020 PORTAL/ RECANTO/ AMIGOS
Balanço
Jenario de Fátima
Tudo passa, enfim tudo é passageiro.
Passa o tempo e as vezes nem percebemos.
Que as rugas que nos cobrem, que nós temos
São as provas de que o tempo anda ligeiro.
Vai dezembro, vem ai novo janeiro,
Repetindo a dança d tantos anos.
E de novo o mesclar de tantos planos
Nos confunde em o que fazer primeiro.
Entretanto, quando olhamos lá pra trás.
Ao saber que o que passou não volta mais,
No produto entre o que foi choro ou riso.
Muitas dúvidas ainda permanecem.
Pois os nossos valores sempre crescem
Quando na soma do amor há prejuízo


(( 009 ))
17/08/2020 PORTAL/ RECANTO/ AMIGOS
Balanço
Jenario de Fátima
Tudo passa, enfim tudo é passageiro.
Passa o tempo e as vezes nem percebemos.
Que as rugas que nos cobrem, que nós temos
São as provas de que o tempo anda ligeiro.
Vai dezembro, vem ai novo janeiro,
Repetindo a dança d tantos anos.
E de novo o mesclar de tantos planos
Nos confunde em o que fazer primeiro.
Entretanto, quando olhamos lá pra trás.
Ao saber que o que passou não volta mais,
No produto entre o que foi choro ou riso.
Muitas dúvidas ainda permanecem.
Pois os nossos valores sempre crescem
Quando na soma do amor há prejuízo


(( 010 ))
(( 010 ))
28/02/2020 PORTAL/ POETA/ AMIGOS/ RECANTO
ÚLTIMOS DIAS
Jenário de Fátima
Uma casinha branca ao pé da serra.
Onde o poente enegrece mais cedo.
Um sabia cantando no arvoredo
E um bezerrinho que distante berra.
E quando o dia a pálpebra descerra
E a lua vem bater nos lajedos
Possa eu sentir pelas pontas dos dedos
Toda energia que emana da terra.
Num canto assim quero findar meus dias.
Tirar da terra meu próprio sustento
E meio as manhas de alvoradas frias
Pelo interior deste simples abrigo.
Bem mais que a neblina que me carrega o vento
Eu tenha quem amo lá dentro comigo.


(( 010 ))
(( 010 ))
28/02/2020 PORTAL/ POETA/ AMIGOS/ RECANTO
ÚLTIMOS DIAS
Jenário de Fátima
Uma casinha branca ao pé da serra.
Onde o poente enegrece mais cedo.
Um sabia cantando no arvoredo
E um bezerrinho que distante berra.
E quando o dia a pálpebra descerra
E a lua vem bater nos lajedos
Possa eu sentir pelas pontas dos dedos
Toda energia que emana da terra.
Num canto assim quero findar meus dias.
Tirar da terra meu próprio sustento
E meio as manhas de alvoradas frias
Pelo interior deste simples abrigo.
Bem mais que a neblina que me carrega o vento
Eu tenha quem amo lá dentro comigo.



(( 010 ))
28/02/2020 PORTAL/ POETA/ AMIGOS/ RECANTO
ÚLTIMOS DIAS
Jenário de Fátima
Uma casinha branca ao pé da serra.
Onde o poente enegrece mais cedo.
Um sabia cantando no arvoredo
E um bezerrinho que distante berra.
E quando o dia a pálpebra descerra
E a lua vem bater nos lajedos
Possa eu sentir pelas pontas dos dedos
Toda energia que emana da terra.
Num canto assim quero findar meus dias.
Tirar da terra meu próprio sustento
E meio as manhas de alvoradas frias
Pelo interior deste simples abrigo.
Bem mais que a neblina que me carrega o vento
Eu tenha quem amo lá dentro comigo.


(( 010 ))
28/02/2020 PORTAL/ POETA/ AMIGOS/ RECANTO
ÚLTIMOS DIAS
Jenário de Fátima
Uma casinha branca ao pé da serra.
Onde o poente enegrece mais cedo.
Um sabia cantando no arvoredo
E um bezerrinho que distante berra.
E quando o dia a pálpebra descerra
E a lua vem bater nos lajedos
Possa eu sentir pelas pontas dos dedos
Toda energia que emana da terra.
Num canto assim quero findar meus dias.
Tirar da terra meu próprio sustento
E meio as manhas de alvoradas frias
Pelo interior deste simples abrigo.
Bem mais que a neblina que me carrega o vento
Eu tenha quem amo lá dentro comigo.


(( 010 ))
(( 010 ))
28/02/2020 PORTAL/ POETA/ AMIGOS/ RECANTO
ÚLTIMOS DIAS
Jenário de Fátima
Uma casinha branca ao pé da serra.
Onde o poente enegrece mais cedo.
Um sabia cantando no arvoredo
E um bezerrinho que distante berra.
E quando o dia a pálpebra descerra
E a lua vem bater nos lajedos
Possa eu sentir pelas pontas dos dedos
Toda energia que emana da terra.
Num canto assim quero findar meus dias.
Tirar da terra meu próprio sustento
E meio as manhas de alvoradas frias
Pelo interior deste simples abrigo.
Bem mais que a neblina que me carrega o vento
Eu tenha quem amo lá dentro comigo.


(( 011 ))
19/03/2021 PORTAL / AMIGOS
25/06/2020 PORTAL/ AMIGOS/ RECANTO
RESUMO
Tudo, tudo, o que nos sempre vivemos,
Pelos rumos que tomaram nossas vidas
Na insônia das noites mal dormidas
Na quebra das promessas que fizemos.
No rosto dos amigos que perdemos,
Nas canções que ouvimos repetidas
No gosto das saudades escondidas
De amores dos quais nunca esquecemos.
Tudo isso, faz parte de nossa história.
História que escrevemos dia a dia,
Editada em um livro na memória
E a minha, pra lhe ser sincero e franco,
Dá- me um aperto, uma angústia, uma agonia
Quando olho tantas páginas em branco.
Jenário de Fátima


(( 011 ))
25/06/2020 PORTAL/ AMIGOS/ RECANTO
RESUMO ( PÁGINA EM BRANCO )
Tudo, tudo, o que nos sempre vivemos,
Pelos rumos que tomaram nossas vidas
Na insônia das noites mal dormidas
Na quebra das promessas que fizemos.
No rosto dos amigos que perdemos,
Nas canções que ouvimos repetidas
No gosto das saudades escondidas
De amores dos quais nunca esquecemos.
Tudo isso, faz parte de nossa história.
História que escrevemos dia a dia,
Editada em um livro na memória
E a minha, pra lhe ser sincero e franco,
Dá- me um aperto, uma angústia, uma agonia
Quando olho tantas páginas em branco.
Jenário de Fátima
(( 011 ))
(( 011 ))
25/06/2020 PORTAL/ AMIGOS/ RECANTO
RESUMO
Tudo, tudo, o que nos sempre vivemos,
Pelos rumos que tomaram nossas vidas
Na insônia das noites mal dormidas
Na quebra das promessas que fizemos.
No rosto dos amigos que perdemos,
Nas canções que ouvimos repetidas
No gosto das saudades escondidas
De amores dos quais nunca esquecemos.
Tudo isso, faz parte de nossa história.
História que escrevemos dia a dia,
Editada em um livro na memória
E a minha, pra lhe ser sincero e franco,
Dá- me um aperto, uma angústia, uma agonia
Quando olho tantas páginas em branco.
Jenário de Fátima





































(( 016 ))
AO MESTRE COM CARINHO









(( 020 ))






Jenário de Fátima

(( 020 ))
25/02/2020 POETA/ PORTAL/ AMIGOS/ RECANTO
UM POETA QUANDO CALA





































































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